Explosão em Brasília: Costa Neto afirma que caso não está relacionado ao 8 de Janeiro
O presidente do PL, Valdemar Costa Neto, declarou que Francisco Wanderley Luiz, ex-candidato a vereador de Rio do Sul (SC), não é conhecido pela cúpula do partido. Wanderley morreu após explosões ocorridas na Praça dos Três Poderes em Brasília, na última quarta-feira (13), e é apontado como dono do carro que explodiu no estacionamento do Anexo 4 da Câmara dos Deputados.
Costa Neto descartou qualquer ligação entre o incidente e o ataque de 8 de Janeiro de 2023, afirmando: “Estão querendo juntar com 8 de Janeiro, mas não tem nada a ver.” Segundo o presidente do PL, Wanderley não apresentou comportamento normal antes do ocorrido, e a Polícia Federal investigará o caso.
Porteiros de escolas municipais em Serra Talhada cobram salários atrasados
Porteiros de escolas municipais protestaram nesta quarta-feira na Praça Barão do Pajeú, no centro de Serra Talhada, reivindicando o pagamento pontual de seus salários. Os funcionários que deveriam receber até o dia 10, têm recebido com atrasos frequentes, apenas por volta do dia 25 de cada mês e isso vem ocorrendo desde o ano passado.
Além do atraso salarial, os trabalhadores denunciam acúmulo de funções, atuando também como vigilantes e realizando horas extras sem pagamentos adicionais. A Rádio Cultura FM conversou com Adivânio, um dos protestantes sobre a situação, que falou sobre as condições de trabalho:
TCE aponta irregularidades e sugere ressarcimento de R$ 3 milhões por Carnaval no Recife
Uma auditoria especial do Tribunal de Contas do Estado de Pernambuco (TCE-PE) acordou irregularidades em contratos da Fundação de Cultura Cidade do Recife para os Carnavais de 2023 e 2024. O relatório, concluído em julho, sugere o ressarcimento de aproximadamente R$ 3 milhões ao erário. O processo teve início a partir da denúncia do vereador Alcides Cardoso (PL) junto ao Ministério Público de Contas e ainda aguarda julgamento dos conselheiros. Entre as irregularidades apontadas estão a falta de comprovação de despesas em 2023 e o desembolso de recursos sem os devidos demonstrativos assinados pelo fiscal do contrato em 2024.
O documento detalha sete irregularidades, incluindo a ausência de pesquisa de preços públicos na fase de licitação e o não atestado de conformidade dos serviços por parte dos gestores da Fundação. Carlton Moacy Santos da Silva, fiscal do contrato de 2023, não apresentou relatórios de execução, atas ou documentos que comprovassem os gastos, o que teria gerado prejuízo ao município. A Fundação de Cultura defendeu a regularidade dos contratos e afirmou ter esclarecido os pontos questionados pelo TCE, destacando a importância do evento, que movimentou R$ 2,4 bilhões e gerou 57 mil empregos em 2024.
