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Câmara de Curitiba cassa mandato de vereador petista que invadiu igreja

A Câmara Municipal de Curitiba cassou, de maneira definitiva, o mandato do deputado Renato Freitas (PT), que interrompeu um culto em uma igreja da cidade para protestar contra a morte do congolês Moïse Kabagambe, em janeiro deste ano no Rio de Janeiro. O parlamentar agora fica inelegível por oito anos.

Nesta quarta-feira (22), em segunda votação, os vereadores decretaram a perda de mandato de Renato com 25 votos favoráveis e sete contrários, além de duas abstenções. O resultado foi o mesmo da sessão de ontem, em primeiro turno.

Em fevereiro, duas semanas após o caso Moïse, Renato esteve em uma igreja no Centro Histórico de Curitiba junto a manifestantes que gritavam “racistas” e “fascistas” aos presentes. O grupo ignorou os pedidos do padre, que queria continuar a cerimônia. O vereador fez um discurso dizendo que os católicos tinham apoiado “um policial que está no poder”.

As sessões foram marcadas após o Judiciário ordenar o Legislativo a votar se Renato quebrou o decoro parlamentar. O vereador disse que o processo que culminou em sua cassação é motivado por racismo.

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Orçamento atual para proteção a indígenas é o dobro do governo Lula

Ativistas e políticos de oposição têm criticado a atuação do governo na Amazônia, sobretudo após o crime no vale do Javari, mas o governo federal melhorou os instrumentos e fez do orçamento da Funai, em 2021, o maior dos últimos 14 anos, alcançando R$691 milhões.

A título de comparação, o orçamento atual da Funai equivale ao dobro do que o orçamento dedicado à proteção dos indígenas em 2008 pelo governo Lula (PT), que não passou dos R$381 milhões.

Outro diferencial é a execução orçamentária, que desde 2019 atinge a média de 97,7%%. Em 2021, foram executados quase 99,5% do orçamento do governo federal, efetivamente aplicados em políticas e ações de proteção aos indígenas.

Em 2008, governo Lula, a Funai executou 86% do seu orçamento. Em 2015, governo Dilma, 82,3% do orçamento foi executado.

Com maior grau de gerenciamento na aplicabilidade do gasto público, foi possível registrar números expressivos.

O investimento em proteção de índios isolados e de recente contato aumentou 335% nos últimos três anos em comparação com o período anterior (2016 a 2018). Foram mais de R$51 milhões empregados.

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Senado chama ministros do STF para explicar ativismo judicial

A Comissão de Fiscalização e Controle do Senado aprovou nesta terça-feira (21) a proposta do senador Eduardo Girão (Podemos-CE) de convocar ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) para explicar seu ativismo judicial e “invasão de competências” contra os outros Poderes.

Os depoimentos e discussões serão realizados mo âmbito de uma audiência pública, de acordo com Eduardo Girão. O autor do requerimento afirmou que o Poder Judiciário precisa dar satisfações dos seus atos à Nação.

“Isso não é saudável”, afirma Girão sobre o ativismo judicial e invasões de competência em outros poderes. “Segundo as últimas pesquisas, dois terços da população brasileira veem com maus olhos a nossa corte suprema”, disse ele, “e nós sabemos o quanto ela é importante para a nossa democracia.”

“Eu acho que vai ser um grande aprendizado para todos nós essa oitiva”, afirma Girão. Sabemos que os ministros só vão comparecer se quiserem, é um convite, mas estamos dando a oportunidade para que eles tenham a humildade e a elegância de virem ao Senado”, explica.

Nas redes sociais, Girão citou os atuais ministros Roberto Barroso e Alexandre de Moraes, do STF, entre os que devem comparecer ao Senado para explicar desvios de conduta à Nação.

O senador Styvenson Valentim (Podemos-RN) concordou com a proposta e criticou os ministros por “darem as costas ao Congresso Nacional” depois de terem suas indicações aprovadas pelos parlamentares.

— Quando os ministros entram na linha de sucessão e precisam do Senado, eles sabem o caminho de cada gabinete, vão lá pedir voto. No entanto, depois que ganham, não são diferentes da maioria dos políticos brasileiros. Não aparecem nem para dar um obrigado. Então, essa seria uma forma justa de trazê-los para concederem explicação ao povo brasileiro.

O presidente da CTFC, senador Reguffe (Podemos-DF), avaliou que discutir o ativismo judicial está dentro das competências da comissão, e manifestou apoio ao requerimento.

Estão convidados para a audiência os ministros Luis Roberto Barroso e Alexandre de Moraes e os ex-ministros Marco Aurélio Mello e Francisco Rezek, todos do STF. Também foi incluído o nome do ministro João Otávio de Noronha, do Superior Tribunal de Justiça (STJ), além de vários juristas e advogados.

Jatinho

A comissão também aprovou um segundo pedido de audiência de Eduardo Girão relacionado ao Judiciário: o senador quer esclarecimentos do ministro Nunes Marques, do STF, sobre uma viagem a Paris feita pelo magistrado em maio. Segundo uma reportagem, Nunes Marques voou num jato particular de um advogado que tem processos no STF.

— Essa questão tomou conta da mídia brasileira. É importante que a verdade venha à tona. Vamos dar a oportunidade para o ministro vir aqui, de forma espontânea, para esclarecer sobre essa viagem — disse Girão.

 

Com informações da Agência Senado

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Miguel fará de Pernambuco a trincheira em defesa do nosso estado e do Brasil, diz Luciano Bivar em Petrolina

No primeiro evento da pré-campanha à presidência da República em Pernambuco, o deputado Luciano Bivar participou nesta terça-feira (21) de um ato político em Petrolina ao lado do ex-prefeito Miguel Coelho, que disputa o governo do estado pelo União Brasil. Para o presidenciável, Miguel Coelho transformou Petrolina em um oásis e, com a mesma ousadia, vai fazer de Pernambuco uma trincheira para o Brasil.

“Com a sua visão ampla, Miguel vê que o nosso estado está carente de saneamento, segurança, saúde e educação. Deposito em você, Miguel, e não só eu, mas todo o União Brasil, a esperança que faça de Pernambuco uma trincheira para defender o nosso estado e o nosso país”, declarou Bivar.

Miguel defendeu a postulação de Luciano Bivar à presidência e criticou a polarização das eleições nacionais. Para o pré-candidato ao governo de Pernambuco, Bivar possui as credenciais para a disputa. Além de liderar o maior partido do país, tem propostas para impactar a vida de quem mais precisa, como a isenção de impostos para as famílias de menor renda. O ex-prefeito de Petrolina lembrou ainda que, na política, há adversários e não inimigos. “E mesmo diante dos adversários o respeito é primordial para que a democracia possa se fortalecer.”

“Quando a gente olha para esse país dividido do jeito que está, que retrocedeu à década de 90 no aspecto da fome, que continua gerando uma grande massa de desempregados ano após ano e que não conseguiu superar pautas básicas e essenciais como saneamento e abastecimento de água, a gente não vê isso nessa polarização. A gente vê aquele discurso pequeno, mesquinho, de quem parece que se retroalimenta da maldade do outro. O povo brasileiro está cada vez mais sufocado, sem conseguir ver um cenário”, disse Miguel.

Participaram do ato político o vice-presidente nacional do União Brasil Antonio Rueda, o presidente do União Brasil em Pernambuco, Marcos Amaral, o senador Fernando Bezerra Coelho, o deputado federal Fernando Filho, o deputado estadual Antonio Coelho e o prefeito de Petrolina, Simão Durando. Também estiveram pré-candidatos a deputados e vereadores de várias regiões

A agenda de Luciano Bivar em Petrolina começou com uma visita à uma fazenda de frutas e um encontro com exportadores do Vale do São Francisco. O potencial econômico da fruticultura foi destacado por Bivar como exemplo para o Brasil. À noite, o pré-candidato à presidência conheceu o São João de Petrolina ao lado de Miguel e do prefeito Simão Durando.

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A inflação devasta a Argentina

O recente surto inflacionário observado em várias economias desenvolvidas e emergentes tem muitas causas comuns, como os choques nas cadeias produtivas causados pelos persistentes lockdowns chineses, o caos no mercado de commodities provocado pela agressão russa na Ucrânia, e o rescaldo da forte emissão de moeda com que muitos países responderam à devastação econômica da pandemia de Covid-19. Mas cada nação tem particularidades que podem potencializar ou mitigar a pressão altista sobre os preços. A Argentina é um caso peculiar de circunstâncias locais que agravam o efeito global; o país passa por um calvário que, na América do Sul, só é superado pela devastação econômica do “socialismo do século 21” bolivariano na Venezuela.

Com uma inflação de 5,1% em maio, o acumulado dos últimos 12 meses na Argentina chegou a 60,7%, o pior índice dos últimos 30 anos, superando os 58% do acumulado registrado em abril. E, apesar da desaceleração – a inflação tinha sido de 6% em abril e 6,7% em março –, as perspectivas para o ano são ainda piores: a previsão para o índice fechado de 2022 é de 72,6%. Os números já estão muito distantes da projeção inicial do governo argentino para o ano, que era de 33%, e também da faixa de 38% a 48% prevista no acordo de refinanciamento de parte da dívida argentina com o FMI, assinado em março. No mesmo dia em que o Indec, o órgão oficial de estatísticas argentino, divulgava a inflação de maio, o dólar batia novos recordes no mercado informal argentino – 224 pesos, contra 127,50 pesos na cotação oficial, em que há limites à quantidade de moeda americana que os argentinos podem adquirir.

Uma vez reinstalada na Casa Rosada, a esquerda voltou a dar a única resposta que conhece para o problema da inflação: intervencionismo total e controle de preços, com os resultados de sempre

A Argentina tem sido vítima de décadas de populismo que fizeram explodir o gasto público – resumindo, é como se a Nova Matriz Econômica que o petismo aplicou no Brasil tivesse sido muito mais intensa e duradoura –, e mesmo governos não esquerdistas relutaram muito em atacar o problema de fundo. O caso mais recente foi o de Maurício Macri, eleito em 2015 na esteira do desastre da gestão Cristina Kirchner, mas que não teve a coragem necessária para promover o choque de que o setor público argentino necessitava, com privatizações e reforma administrativa forte. Macri optou por um caminho de concessões ao funcionalismo e reformas lentas e graduais; sua escolha foi um enorme fracasso, a ponto de o presidente “liberal” encerrar seu mandato congelando preços para conter a inflação. Populismo por populismo, os argentinos escolheram quem mais entendia do assunto, negando a reeleição a Macri em 2019 e trazendo de volta os esquerdistas, incluindo a própria Cristina Kirchner, agora no papel de vice-presidente na chapa de Alberto Fernández.

E, uma vez reinstalada na Casa Rosada, a esquerda voltou a dar a única resposta que conhece para o problema da inflação: intervencionismo total e controle de preços, com os resultados de sempre – não apenas a inflação não retrocedeu, como agora o país volta a conviver com o fantasma do desabastecimento, como na crise do diesel. A bem da verdade, e comprovando o estado de verdadeira prisão mental em que vive a classe política argentina, a oposição não parece oferecer nenhuma resposta eficaz: o máximo que conseguiu até agora foi propor o corte de dois zeros no peso, como resposta a outro factoide de Fernández, a emissão de uma nova família de cédulas de peso, com figuras da história argentina, substituindo as notas criadas em 2016 e que exibem a fauna local.

Nessas circunstâncias, a possibilidade de a Argentina crescer 3,3% este ano e 2% em 2023, depois de avançar 10,3% em 2021, não chega a ser um grande alento, até porque no ano que vem a inflação deve se manter na casa dos 60%. O crescimento atual se dá sobre uma base bastante deprimida, pois o PIB vinha de três anos seguidos de queda: 2,6% em 2018, 2% em 2019 e 9,9% em 2020, o primeiro ano da pandemia. Desde o biênio 2010-2011 a Argentina não consegue emendar dois anos consecutivos de crescimento na economia, mas a gangorra já vem de muito mais tempo, sendo raros os períodos mais longos de avanço, como ocorrera em 1991-94 e 2003-07 (este último sucedendo quatro anos seguidos de recessão, incluindo o tombo de 10,9% em 2002).

O economista e Prêmio Nobel de 1971 Simon Kuznets afirmou, certa vez, que havia quatro tipos de países: os desenvolvidos, os subdesenvolvidos, o Japão e a Argentina – em um caso, um país destruído que se reergueu para se tornar uma potência em pouco tempo; em outro, uma nação que já esteve entre as mais ricas do mundo e que submergiu a ponto de os bons tempos pertencerem agora aos livros de História. O destino da Argentina demonstra de forma emblemática que o populismo e a gastança ilimitada são capazes de causar a ruína até mesmo dos países mais prósperos.

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Luciano Bivar visita Petrolina a convite de Miguel Coelho nesta terça

Pré-candidato a presidente da República, Luciano Bivar, cumprirá uma extensa agenda em Petrolina, no Sertão do estado, nesta terça-feira (21). A agenda foi articulada pelo pré-candidato a governador Miguel Coelho. Será o primeiro compromisso oficial de pré-campanha de Bivar como presidenciável em Pernambuco.

A agenda dos pré-candidatos do União Brasil começa pela manhã com uma visita a uma fazenda de uva e manga, duas das principais culturas produzidas em Petrolina. Em seguida, haverá um encontro com produtores e exportadores da região. Depois, eles seguem para um almoço na companhia de lideranças e correligionários políticos de Petrolina e região.

À tarde, Miguel e Luciano Bivar participam de um ato político na Fundação Nilo Coelho. À noite, os pré-candidatos acompanham o São João de Petrolina, onde concederão uma coletiva de imprensa com o prefeito de Petrolina, Simão Durando.

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Duque e Sebá selam aliança e deixam desavenças para trás

Rompidos desde a disputa eleitoral de 2012 quando se enfrentaram, o ex-prefeito de Serra Talhada, Luciano Duque, e o deputado federal e pré-candidato a vice-governador na chapa de Marilia Arraes, Sebastião Oliveira, trocaram “soquinhos” e enterraram o passado de provocações e embates [principalmente via imprensa]. A paz foi selada, pelo menos momentaneamente, pelo interesse comum entre os antigos desafetos, se é que podemos assim dizer. Eles declararam apoio a Marília Arraes na disputa pelo Governo de Pernambuco.

Derrotado por Duque em 2012, Sebastião Oliveira é responsável pela descoberta do “Escândalo do peixe e do bode” no município, que ocorreu anteriormente àquele ano eleitoral e que tinha Luciano como o operador. O esquema envolvia as compras feitas pelo município com recursos do PAA (Programa de Aquisição de Alimentos). Os recursos deveriam fomentar a piscicultura e a ovinocultura, mas consta que de fato não existiam e foram introduzidos e adquiridos como se a produção fosse do município, burlando assim as regras e desvirtuando o objetivo do programa.

Entre os denunciantes, quase todos já se aliaram a Duque, agora chega o chefe das denúncias, que, ao vislumbrar a possibilidade de poder, deixa para trás e encontra abrigo no peito do seu traidor, como diz a música de Cazuza. O pragmatismo voraz, faz Sebastião abandonar o barco furado do PSB, apostar suas fichas em Marília, uma provável continuidade piorada da gestão da Frente Popular.

Sebá, que ficou conhecido como o homem que não desce do muro, provou que desce, sempre para onde a vantagem é grande e a vitória quase certa. Ele, que colou adesivo do “Lula livre” em seu gabinete, quando o ex-presidiário estava preso em Curitiba, depois bandeou-se para o governo Bolsonaro, “soltou seus leões” em cargos federais, agora volta a fazer o L, de Lula ou, quem sabe, de Lulu (apelido de Luciano Duque) a quem chamou de quebra-quebra na disputa de 2012.

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Sem surpresas, Sebá oficializa candidatura a vice de Marília

Em evento no Hotel São Cristóvão em Serra Talhada, realizado no começo da noite deste domingo (19), com presenças de Marília Arraes, Sebastião Oliveira, Luciano Duque, Carlos Evandro, André de Paula e outras lideranças de Serra Talhada e de Pernambuco, foi realizado o anúncio oficial de Sebastião como vice na chapa da neta de Miguel Arraes. A confirmação vem depois de muita especulação sobre a chapa.

A fumaça era tanta [de que Sebastião seria o vice] que muitas vezes, afim de ganhar tempo, o próprio Sebastião negou de maneira veemente, sempre jogando a responsabilidade pela mudança de palanque à oitiva que faria às suas “bases”. Para surpresa de ninguém, no dia em que promove um evento festivo na cidade, como já também tinha sido especulado, o deputado federal fez o comunicado de que abre mão da provável reeleição a Câmara Federal [lançará o irmão Waldemar Oliveira] para abraçar o projeto de Marília.

Tamo eu, Luciano e Carlos Evandro juntos nessa caminhada. Não viemos pra dividir palanque, nós viemos para construir pontes para o estado de Pernambuco. Esse palanque quer unir, para oferecer mais oportunidade aos pernambucanos”, disse Oliveira, que repetiu velhos discursos da Frente Popular: “Vamos botar a maquina pra moer para quem mais precisa”. Eduardo prometia azeitar a tal máquina, assim como Danilo Cabral, pré-candidato do PSB [adversário de Marília] fez referencia a esta mesma máquina.

Marília lembrou que sua caminhada teve início em 2017 em Serra Talhada, ao lado de Luciano Duque e de outras lideranças, e foi a mais enfática nas críticas a gestão de Paulo Câmara, diferente dos recém-chegados da Frente Popular, André de Paula e Sebastião, que criticaram sem endereçar diretamente, deixando ficar subentendido.  Ela lembrou das obras ainda inacabadas do Hospital Eduardo Campos em Serra Talhada e como as pessoas da região precisam do TFD (Tratamento Fora de Domicílio) na saúde.

Hoje é um dia muito emblemático na vida de nós três, pode ter certeza de que a gente vai continuar a nossa melhor aliança, que é a aliança com o povo de Pernambuco. Pernambuco não tem dono”, disse Marília.

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RR, RN e PE são os piores Estados em desigualdade de renda, diz o IBGE

Os Estados de Roraima, Rio Grande do Norte e Pernambuco foram os Estados que apresentaram os piores indicadores brasileiros de desigualdade de renda no ano de 2021, diz IBGE

De acordo com Anderson Ferreira (PL), ex-prefeito de Jaboatão e pré-candidato a governador, “Pernambuco chegou ao fundo do poço“.

Governado pelo PSB há 16 anos, Pernambuco é o terceiro pior do país e o segundo no Nordeste, de acordo com essa pesquisa do IBGE concluída no último diz 10 de junho.

O Rio Grande do Norte, segundo pior do País, é governado pelo PT e o governo de Roraima é exercido pelo PP.

O índice de Gini do rendimento domiciliar por pessoa – que é a medida de desigualdade usada na pesquisa – foi de 0,579 em Pernambuco, só menos pior que o de Rio Grande do Norte, 0,587, e Roraima, 0,596.

Neste indicador, quanto mais próximo do número 1, maior a desigualdade.

Veja o ranking:

 

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Miguel Coelho participa do São João de Petrolina, Arcoverde e Santa Cruz

O pré-candidato ao governo de Pernambuco, Miguel Coelho, cumpre agenda neste fim de semana no Agreste e no Sertão. No roteiro, encontros com lideranças políticas e participação nos festejos de São João. A agenda incicia na noite desta sexta-feira (17), quando Miguel vai acompanhar a abertura oficial do São João de Petrolina.

No sábado (18), o pré-candidato começa o dia em Buíque, onde visita a feira e participa de eventos com vereadores aliados. Em seguida, almoça com lideranças em Capoeiras. A agenda ainda inclui encontro com o presidente da Câmara de Altinho, Leomar, e outros vereadores.

O sábado termina com a participação de Miguel no São João de Arcoverde, Sertão do Moxotó, ao lado do pré-candidato a deputado estadual Zeca Cavalcanti. O evento será realizado no Pátio de Eventos instalado na Praça Bandeirantes.

No domingo (19), Miguel vai a Agrestina e depois a Cupira, para almoço com o prefeito José Maria e lideranças, além do São João dos Funcionários. Em Lajedo, participa do lançamento da pré-candidatura do empresário Renê a deputado federal.

A agenda do fim de semana se encerra em Santa Cruz do Capibaribe ao lado do ex-prefeito Edson Vieira e da deputada estadual Alessandra Vieira. Juntos, eles acompanham o São João da Moda, no Pátio de Eventos do município.