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Sob o manto da “democracia”, a Igreja embarca de novo no jogo político em Serra Talhada

Serra Talhada será palco, entre os dias 31 de julho e 2 de agosto, da chamada “Caravana da Democracia”, que terá como nome de peso a presença do padre Júlio Lancellotti. E aqui já vale um parênteses: não é novidade para ninguém que o padre é uma figura umbilicalmente associada à esquerda brasileira e ao entorno do governo Lula. Não é opinião minha, é histórico público.

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Editorial do Estadão critica Lula e acusa governo de romantizar o crime

O editorial do jornal O Estado de S. Paulo, publicado em 2 de outubro, fez duras críticas ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva por afirmar que “traficantes são vítimas dos usuários”. Para o texto, a fala não foi um deslize, mas a expressão de uma visão ideológica que relativiza o crime e exime o criminoso de responsabilidade individual.

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Estadão critica inchaço do Pé-de-Meia e alerta para uso eleitoreiro do programa

O jornal O Estado de S. Paulo publicou, em seu editorial desta segunda-feira, uma análise crítica sobre a expansão do programa Pé-de-Meia, iniciativa do governo federal destinada a reduzir a evasão escolar no ensino médio. Originalmente projetado para atender 2,4 milhões de estudantes com um orçamento de R$ 7,1 bilhões, o programa foi ampliado para alcançar 4 milhões de alunos, elevando seu custo para R$ 12,5 bilhões anuais. Essa expansão ocorreu por meio de uma portaria do Ministério da Educação (MEC), sem uma avaliação prévia de sua efetividade ou garantia de recursos orçamentários adequados.​

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J.R. Guzzo acusa STF de abandonar a justiça e agir como poder político

Em seu artigo intitulado “O STF matou a lei”, publicado no jornal O Estado de S. Paulo em 26 de março de 2025, o jornalista J.R. Guzzo critica veementemente a atuação do Supremo Tribunal Federal (STF), argumentando que a Corte tem se desviado de sua função primordial de aplicar a justiça de forma imparcial. Guzzo aponta que o STF tem assumido um papel político, interferindo em questões que, segundo ele, deveriam ser resolvidas pelo Poder Legislativo.​

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O mito do encarceramento em massa e a falência do sistema prisional brasileiro

O editorial do Estadão deste domingo (09/03) traz uma análise contundente sobre o sistema penitenciário no Brasil, rebatendo a tese do “encarceramento em massa”. Segundo o jornal, os presídios nacionais, em vez de cumprirem suas funções de punir, reabilitar e proteger a sociedade, tornaram-se “usinas do crime”, onde a superlotação, a ociosidade e a convivência entre criminosos perigosos e presos de menor potencial ofensivo contribuem para a deterioração do sistema.

O texto critica a visão progressista que trata criminosos como vítimas do sistema e defende o desencarceramento como solução. Para o Estadão, esse pensamento ignora a realidade de que o Brasil não prende excessivamente, mas sim esclarece poucos crimes e pune menos do que deveria. Apesar da grande população carcerária, o país ocupa apenas a 31ª posição global em taxa de presos per capita, um número incompatível com a elevada taxa de homicídios nacional.

A solução proposta pelo editorial não é apenas prender mais ou menos, mas sim “prender bem”. O jornal defende a construção de mais unidades prisionais e colônias penais que garantam progressão de pena justa e efetiva. Segundo o texto, enquanto o sistema penitenciário continuar falido, a população seguirá refém de criminosos reincidentes e a descrença na Justiça aumentará, aprofundando a crise de segurança pública no país.

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Bandidobras: Roberto Motta critica políticas de segurança e suavização de penas no Brasil

Em sua coluna na Revista Oeste, Roberto Motta critica o Estado brasileiro por, segundo ele, priorizar a defesa de criminosos através da “Bandidos do Brasil S.A.” — a “Bandidobras”. Ele destaca o lançamento do programa “pena justa”, que visa melhorar as condições dos presídios, suavizar o cumprimento das penas e até criar cotas obrigatórias de recrutamento de criminosos por empresas que prestam serviço ao governo.

Motta argumenta que, enquanto o governo deveria melhorar as condições das favelas, onde vive boa parte do povo, as favelas brasileiras foram entregues ao controle das facções do narcotráfico. O Estado também teria entregado às mesmas facções o controle dos presídios, levantando a questão sobre quem realmente controla o Estado.