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Fato ou fake? Circulam imagens com a prefeita de Serra Talhada usando marcas de grife

Já enviamos para assessoria de imprensa da prefeita Márcia Conrado as imagens que circulam nas redes sociais com ela usando produtos de luxo que custam alguns milhares de reais, para saber se são autênticas ou não. O conteúdo é apócrifo, não se sabe sua origem e autoria, mas é óbvio que foi pinçado e organizado por adversário da prefeita que é natural pré-candidata a reeleição. Resta saber se são imagens verdadeiras que expõem o gosto, diria, extravagante para quem governa uma cidade no interior de Pernambuco.

Não se questiona o gosto, nem a capacidade financeira de a prefeita poder adquirir ou não estes bens, mas, caso sejam autênticas as imagens, se evidencia o contraste da vida levada por ela com a dura realidade da maioria dos cidadãos desta cidade. Tem a hipótese de as imagens serem autênticas e as peças meras réplicas, ou seja, a prefeita poderia estar por aí dando uma de “dublê de rico”, mas aí ainda estaria implicada em crime contra registro de marca ou contrabando.

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Duque reconhece cenário e admite lançar outro nome para enfrentar Márcia

Quem acompanhou a ralação entre Marília Arraes e Luciano Duque nos tempos em que ela fazia parte dos quadros do PT, jamais poderia imaginar a coisa ficasse tão azeda quanto agora. Aliás, na entrevista de hoje a Rádio Folha Duque comparou o tratamento recebido ao mesmo que Marilia recebeu do PT, que culminaria mais tarde com a saída de ambos da legenda.

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Surpresa zero: Marília vem à Serra sábado para provável anúncio de apoio a Márcia

Não era tão difícil assim decifrar o silêncio de Marília Arraes sobre o apoio a Luciano Duque no seu projeto de concorrer ao cargo de prefeito nas eleições deste ano. No programa O XIS DA QUESTÃO da Rádio Líder FM, eu disse várias vezes que a decisão de apoiar o projeto de reeleição de Márcia já estava tomada por Marília e que, na minha humilde opinião, pesou para isso as ideias megalomaníacas de Duque de que não devia satisfações a neta de Miguel Arraes quando jurou que poderia sozinho conduzir aproximação com o governo de Raquel.

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Duquinho assume que pode entrar na disputa pela vice de Márcia

Como diz o poeta: “amanhã pode acontecer tudo, inclusive nada!” Muita coisa ainda pode caminhar por outras veredas na disputa pela vice da prefeita Márcia Conrado no seu projeto de reeleição em Serra Talhada – PE. Em meio a uma disputa estimulada pelo Deputado Sebastião Oliveira (Avante), quatro pessoas da sua base: Dr. Leirson Magalhães, Dr. Allan Pereira, Roberta Menezes e Faeca Melo iniciaram há menos de 60 adias uma disputa entre eles pela vaga de vice na chapa de reeleição.

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Marília não quer ser contatada sobre a situação do Solidariedade em Serra Talhada – PE

O silêncio proposital da direção estadual do partido Solidariedade quanto a situação em Serra Talhada acentua ainda mais os contornos dramáticos da tentativa do ex-prefeito Luciano Duque de disputar a eleição deste ano. Para alguns, o silencio seria porque Marília estaria “emparedada” pelo deputado, mas para nós quem ficou na sinuca de bico foi Duque. Todos perceberam a tentativa de aproximação dele com a governadora, mas ninguém poderia imaginar que a movimentação tivesse azedado de vez a relação com a chefe do seu partido.

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O PT nunca pediu desculpa por ter roubado

J. R. Guzzo/Revista Oeste

O ex-presidente Lula acaba de revelar para o Brasil e para o resto do mundo um fenômeno extraordinário e até hoje mantido em sigilo para toda a humanidade. Disse, numa entrevista, que “o PT está cansado de pedir desculpas”. Coitado do PT. Deve estar sofrendo em silêncio o seu cansaço, pois, se existe uma coisa realmente indiscutível na política brasileira, é que ninguém neste país ou fora dele, em nenhum momento, jamais ouviu o PT pedir desculpas por absolutamente nada. Teria a obrigação de fazer isso pelo menos uma vez por ano, no Dia da Confissão Geral dos Pecados — em nenhuma época, em todos os 500 anos de história do Brasil, roubou-se tanto dinheiro público como nos dois governos de Lula. Nunca fez, nem uma vez que fosse. Fez o contrário, isso sim: há anos, desde que se descobriu e se provou a roubalheira desesperada de sua passagem pelo governo, enche a paciência de todos com sua choradeira diária, hipócrita e arrogante sobre o que chama de “perseguição”. Roubou, nunca pediu desculpa por ter roubado, ganhou de presente do STF a anulação dos seus processos penais e ainda reclama. É puro Lula.

Quem diz que o ex-presidente é ladrão não é a imprensa, nem os seus adversários na campanha: é a Justiça brasileira, que o condenou pelos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro, em três instâncias e por nove magistrados diferentes. Como atravessar uma eleição inteira para a Presidência sem tocar nesse assunto, como Lula exige desde o começo? É um problema que nem ele, nem ninguém, consegue resolver. Estão aí as confissões públicas dos corruptos, nos processos de Curitiba. Está aí a devolução de milhões em dinheiro roubado — alguém, por acaso, devolve dinheiro que não roubou? Está aí a delação do seu principal ministro, Antonio Palocci, até hoje não respondida. É disso, na verdade, que Lula e o PT estão cansados — de serem chamados de ladrões, e não terem nada para responder.

Da mesma forma como querem esconder o passado, querem também, neste momento, esconder o futuro — acabam de anunciar que não vão revelar aos eleitores o programa de governo que pretendem aplicar caso sejam eleitos. Isso mesmo: pedem que o cidadão vote em Lula para presidente, mas não querem dizer por que, nem o que vão fazer com o seu voto. Não querem dizer se vão apoiar o aborto. Se vão implantar a censura, com seu “controle social dos meios de comunicação”. Se vão romper o teto legal dos gastos públicos, ressuscitar o imposto sindical ou acabar com a reforma da Previdência. É o desrespeito declarado ao eleitor — o vício mais antigo da indecência política brasileira.

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Análise: Anderson Ferreira virou centro das atenções

O jornalista Magno Martins avalia que, gostem ou não os adversários, o pré-candidato a Governador de Pernambuco, Anderson Ferreira (PL), tem sido o centro das atenções nesta fase de campanha não oficial.  Segundo observadores da cena política, consegue ser crítico, propositivo e bolsonarista com muita harmonia e disposição.

Magno defende que a gestão de Anderson a frente de Jaboatão é amais reconhecida, inclusive pela ONU e, recentemente, pela mais respeitada agência de Rating do Brasil, justamente num município tão difícil de administrar como Jaboatão. Fontes ligadas ao blog confidenciaram que Anderson e Gilson ainda têm mantido conversas e não descartam que a vaga de vice possa ser ocupada por um dos postulantes no campo da oposição.

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Duque e Sebá selam aliança e deixam desavenças para trás

Rompidos desde a disputa eleitoral de 2012 quando se enfrentaram, o ex-prefeito de Serra Talhada, Luciano Duque, e o deputado federal e pré-candidato a vice-governador na chapa de Marilia Arraes, Sebastião Oliveira, trocaram “soquinhos” e enterraram o passado de provocações e embates [principalmente via imprensa]. A paz foi selada, pelo menos momentaneamente, pelo interesse comum entre os antigos desafetos, se é que podemos assim dizer. Eles declararam apoio a Marília Arraes na disputa pelo Governo de Pernambuco.

Derrotado por Duque em 2012, Sebastião Oliveira é responsável pela descoberta do “Escândalo do peixe e do bode” no município, que ocorreu anteriormente àquele ano eleitoral e que tinha Luciano como o operador. O esquema envolvia as compras feitas pelo município com recursos do PAA (Programa de Aquisição de Alimentos). Os recursos deveriam fomentar a piscicultura e a ovinocultura, mas consta que de fato não existiam e foram introduzidos e adquiridos como se a produção fosse do município, burlando assim as regras e desvirtuando o objetivo do programa.

Entre os denunciantes, quase todos já se aliaram a Duque, agora chega o chefe das denúncias, que, ao vislumbrar a possibilidade de poder, deixa para trás e encontra abrigo no peito do seu traidor, como diz a música de Cazuza. O pragmatismo voraz, faz Sebastião abandonar o barco furado do PSB, apostar suas fichas em Marília, uma provável continuidade piorada da gestão da Frente Popular.

Sebá, que ficou conhecido como o homem que não desce do muro, provou que desce, sempre para onde a vantagem é grande e a vitória quase certa. Ele, que colou adesivo do “Lula livre” em seu gabinete, quando o ex-presidiário estava preso em Curitiba, depois bandeou-se para o governo Bolsonaro, “soltou seus leões” em cargos federais, agora volta a fazer o L, de Lula ou, quem sabe, de Lulu (apelido de Luciano Duque) a quem chamou de quebra-quebra na disputa de 2012.

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Boato é que Márcia chamou Vandinho na chincha

 

Atualizado as 17h38

Muito além das questões ideológicas, por vezes exploradas pela mídia devido ao vereador Vandinho se travestir de patriota e conservador, a rusga entre ele e a prefeita Márcia evidencia muito mais a influencia que tem o Poder Executivo sobre sua bancada na Câmara de Vereadores. Como tem ampla maioria, a máquina influencia  no resultado daquilo que é decidido na casa, e, diga-se de passagem, atendendo quase sempre aos anseios da gestão.

Vandinho muitas vezes sobe o tom, encena o papel do vereador corajoso que tudo fiscaliza, porém  sua metralhadora está sempre apontada para o Governo do Estado [muitas vezes merecidamente], e raramente para aquilo que acontece no âmbito municipal. É , por exemplo, fazer duras críticas sobre o HOSPAM, Hospital Professor Agamenon Magalhães, mas ignorar que postos de saúde da rede municipal estejam sem médicos e medicamentos.

Eleito com a alcunha de “Vandinho Saúde”, ele não é médico, nem tem carreira na área de saúde. Na verdade a sua esposa, Karla Lima, é coordena do PNI (Programa Nacional de Imunizações) de Serra Talhada, por isso, acreditamos, tenha usado a estratégia de pegar carona usando a proximidade com a área.  Foi, assim como a grande maioria da base ligada ao governo, um atravessador contumaz do serviço de saúde, distribuindo exames e outros “favores” . É bom que se diga que esta prática criminosa é realizada desde o começo do mundo [isso é força de expressão, é claro].

Pois bem, como é que alguém ligadíssimo ao governo, integrante da tropa de choque do zap, ao lado de tantos outros serviçais, eleito com o direcionamento criminoso de recursos da saúde [assim como foi para outros eleitos, só para frisar] vai poder dar soco na mesa e exigir mais transparência e investimentos na saúde?

Talvez por este contexto que expusemos, as bem colocadas e merecidas criticas de Vandinho a secretaria de saúde do município não tenha sido bem digeridas pela prefeita Márcia Conrado que, não apenas defendendo os próprios interesses, uma vez que a Secretária de Saúde, Lisbeth Lima, é sua sogra, bem como abrindo os olhos do vereador para lembrá-lo quem é que “manda no pedaço”.

Este debate só expõe o que tenho dito, aqui e nos programas de rádio: como é que um vereador, seja Vandinho ou outro de uma dezena naquela Casa, poderá se contrapor aos interesses do gestor, se seus mandatos não são legitimamente seus, foram conquistas pelo uso da máquina? A prova disso foi a aprovação de projeto, ainda na gestão Duque, que aprovou uma nova taxação de 14% nos benefícios dos aposentados no município. A pauta era muito ruim para o legislativo, mas como atendia aos interesses do gestor na época, foi aprovado.

Meus amigos, falta ao povo deixar de ser o grande incentivador das práticas criminosas nas administrações públicas. Para acabar com isso, bastaria que o povo tivesse espírito público e exigisse o que está na lei: isonomia [tratamento igual para todos]. Se o cidadão não escolhesse o representante na câmara pelos benefícios criminosos que recebe, quem sabe pessoas sérias e impendentes se candidatassem e, chegando lá, pudesse cobrar sem ser achincalhado em público, sem ser chamado atenção como menino de recados ou como um criado qualquer.

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Danilo x Marilia: é sair do tacho e cair no fogo

O povo brasileiro amadureceu no tocante a analise da política, isso talvez deva-se ao endurecimento nos embates, acentuados de 2018 para cá, o que trouxe [e continua a trazer] luz para muitas situações que antes eram inquestionáveis. Qual o verdadeiro papel das instituições? A imprensa faz o seu dever neste choque, colocando os fatos em pratos limpos? A resposta é que há muita coisa fora do lugar, esquecendo suas prerrogativas e atribuições constitucionais.

 Amadureceu também a percepção das políticas públicas fajutas, propostas ou implementadas por partidos progressistas, com objetivos imediatistas e carregadas de concepções de reparação e não de estruturação. Este tipo de modelo, no estilo Lula, Arraes e tantos outros, gasta os recursos do contribuinte bancando um Estado fracassado e ineficiente.

Desde a redemocratização,  vivemos a falsa dicotomia apresentada à nação como opções distintas, me refiro a PSDB e PT. Irmãos siameses, nascidos das mesmas ideologias e que bebem na mesma fonte, mas protagonizaram um teatro de baixa qualidade, induzindo o povo a acreditar que eram antagônicos, quando na verdade, fosse qual fosse a escolha do eleitor, o País trilharia um caminho previsível de faz de conta.

Depois que Bolsonaro atirou toda a “mercadoria” no ventilador,  fez as pessoas pensarem sobre não apenas as disputas nacionais, mais também em seus estados e municípios. Mesmo com o Establishment trabalhando duro para manutenção conveniente do modelo atrasado, isso pode ser visto na postura agressiva da imprensa, no juízo inconstitucional de ministros do STF, na apresentação de números escandalosos por institutos de pesquisa.

Em Pernambuco nestas eleições, PT e Solidariedade, de modo combinado ou não, oferecem a população a opção do tacho e do fogo. Depois de 16 anos de PSB, com denuncias de crimes contra administração pública envolvendo especialmente Eduardo Campos [morto em acidente aéreo em 2014], passando pelo inegável desastre de Paulo Câmara que deu sequencia ao modelo de Campos e, assim como fez Miguel Arraes de Alencar no passado, leva Pernambuco para os piores índices na economia, segurança pública, previdência e etc.

Votar em Danilo Cabral ou Marília Arraes é continuar com o modelo desastroso, de um Estado grande, inchado de apadrinhados e apaniguados ocupando todas as esferas, esparramados em todas as estatais, custando caro e devolvendo um serviço ruim, como ocorre com o abastecimento d’água [onde só 52% dos pernambucanos tem água com frequência nas torneiras] e com as estradas, feitas de material duvidoso, com durabilidades curta e suscetível ao “esburacamento” [também estamos entre as piores do Brasil].

Na ordem de aproximação com o jeitinho PSB de desgovernar, seguem Raquel Lyra, que é incapaz de esconder a influencia de Eduardo Campos na sua maneira de fazer política. Com discurso feminista e com linguagem muito voltada a lacração. Depois vem Miguel Coelho, que esconde Bolsonaro dos feitos de sua gestão em Petrolina [embora todo mundo saiba], mas que, apesar de pertencer a uma oligarquia, como todos os outros, parece ter uma visão profissional de governar, o que pode ser muito bom para o nosso estado.

Por último vem Anderson Ferreira, presidente do PL, e que topou defender o legado do governo Bolsonaro, mesmo sabendo do aleijamento da visão dos pernambucanos pela ótica fantasiosa do lulismo, pois o governo e praticamente todo os aparelhos do estado tentam vender o governo Lula pela ótica distorcida de que foi um governo de conquistas [na verdade há muita manipulação de dados paras e chegar a isso].

Apesar de certas proximidades e notórias inspirações dos modelos fantasiosos de Eduardo, Arraes e Lula sobre Raquel, Miguel e Anderson, onde políticas de governo agradam o eleitorado no curto prazo [ e conta-se com a memória curta a longo prazo] é possível dizer que existem ganhos em Caruaru, Jaboatão e Petrolina, respectivamente, que também apresentam DNA’s próprios e interessantes para serem implantados a nível de Pernambuco.

Uma coisa é certa: Danilo e Marília, além das questões já exploradas 6º parágrafo, são inexperientes como gestores. A neta de Arraes tem dois mandatos no legislativo [vereadora do Recife e deputada federal], já o pré-candidato dos Campos teve uma passagem pelo secretariado de Paulo Câmara com resultados ruins e premiados com reprovações de contas pelo TCE. Enquanto isso, Raquel, Miguel e Anderson têm cada um 2 mandatos [não concluídos devido a desincompatibilização do cargo para concorrerem] anos a frente de municípios populosos e com problemas semelhantes aos de Pernambuco.  

 

Maciel Rodrigues