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Petrobras anuncia nova redução de 4,8% da gasolina nas refinarias

Nesta segunda-feira (15), a Petrobras anunciou um nova redução de 4,8% no preço de venda da gasolina para as distribuidoras.

De acordo com a estatal, a partir de amanhã, terça-feira (16), o valor terá redução de R$ 0,18, e o litro do combustível passará a ser comercializado por R$ 3,53, ao sair das refinarias.

A Petrobras afirma que a redução “acompanha a evolução dos preços de referência e é coerente com a prática de preços da Petrobras, que busca o equilíbrio dos seus preços com o mercado global, mas sem o repasse para os preços internos da volatilidade conjuntural das cotações internacionais e da taxa de câmbio”.

Essa é a terceira redução em um pouco menos de um mês. A última redução no preço da gasolina foi anunciada no dia 28 de julho, quando a Estatal reduziu em R$ 0,15 centavos, e no dia 19 de julho reduziu R$ 0,20 centavos.

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Desemprego cai para 9,3% e população ocupada bate recorde: 98,3 milhões

A taxa de desemprego no Brasil recuou para 9,3% no trimestre encerrado em junho, segundo dados divulgados nesta sexta-feira (29) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Com isso, a população ocupada chegou a 98,3 milhões de pessoas, o maior nível da série histórica da pesquisa, em 2012.

É a primeira vez que o desemprego se mantém em um dígito desde o governo Dilma Roussff (PT), quando o número de desempregado superou os 15 milhões de trabalhadores.

A coordenadora de Pesquisas por Amostra de Domicílios do IBGE, Adriana Beringuy, afirmou em nota que “a queda mais acentuada dessa taxa foi provocada pelo avanço significativo da população ocupada em relação ao primeiro trimestre” .

Por outro lado, cresceu também o número de pessoas que resolveram trabalhar por conta própria: de acordo com o IBGE, são 1,1 milhão de pessoas a mais que no trimestre anterior.

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Petrobras anuncia redução de R$ 0,15 do preço da gasolina

A Petrobras anunciou nesta quinta-feira (28/7) que irá reduzir em 3,88% o preço da gasolina vendida às distribuidoras. O valor médio do litro do combustível passará de R$ 3,86 para R$ 3,71, uma redução de R$ 0,15.

“Considerando a mistura obrigatória de 73% de gasolina A e 27% de etanol anidro para a composição da gasolina comercializada nos postos, a parcela da Petrobras no preço ao consumidor passará de R$ 2,81, em média, para R$ 2,70 a cada litro vendido na bomba”, informou a companhia.

A redução, segundo a Petrobras, “acompanha a evolução dos preços de referência, que se estabilizaram em patamar inferior para a gasolina, e é coerente com a prática de preços da estatal, que busca o equilíbrio dos seus preços com o mercado global, mas sem o repasse para os preços internos da volatilidade conjuntural das cotações internacionais e da taxa de câmbio”.

Após uma série de altas, essa é a segunda redução sobre o valor médio da gasolina anunciada pela Petrobras em menos de duas semanas. O preço do combustível já havia sido reajustado para baixo em R$ 0,20 no último dia 20. Com a proximidade das eleições, a Petrobras tem sido pressionada para reduzir os preços dos combustíveis.

Diretriz de Formação de Preços no Mercado Interno aprovada nessa quarta-feira (27/7) pelo Conselho de Administração da Petrobras incorpora uma camada de supervisão da execução das políticas de preço, a partir do reporte trimestral da diretoria executiva.

Assim, o Conselho de Administração e o Conselho Fiscal passarão a decidir os valores dos combustíveis, além da diretoria executiva.

“Os procedimentos relacionados à execução da política de preço, tais como, a periodicidade dos ajustes dos preços dos produtos, os percentuais e valores de tais ajustes, a conveniência e oportunidade em relação a decisão dos ajustes dos preços permanecem sob a competência da Diretoria Executiva”, esclareceu a Petrobras, em nota.

“A referida aprovação não implica em mudança das atuais políticas de preço no mercado interno, alinhadas aos preços internacionais, e tampouco no Estatuto Social da Companhia”, acrescentou.

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FMI apresenta perspectivas sombrias para economia mundial; Brasil é exceção

Em seu novo relatório sobre a evolução econômica global, o Fundo Monetário Internacional (FMI) emitiu um aviso claro: as perspectivas de crescimento “estão inclinadas esmagadoramente para o lado negativo” e, se os riscos se concretizarem, poderão empurrar a economia mundial para uma das piores recessões em meio século. Entre as exceções estão o Brasil e o México.

Em seu novo relatório sobre a evolução econômica global, o Fundo Monetário Internacional (FMI) emitiu um aviso claro: as perspectivas de crescimento “estão inclinadas esmagadoramente para o lado negativo” e, se os riscos se concretizarem, poderão empurrar a economia mundial para uma das piores recessões em meio século. Entre as exceções estão o Brasil e o México.

O Fundo está mais preocupado com as conseqüências da guerra na Ucrânia, incluindo a possibilidade da Rússia cortar o fornecimento de gás natural para a Europa, bem como um novo aumento nos preços dos alimentos devido ao efeito da guerra no fornecimento de grãos, o que poderia desencadear a fome.

E, acrescenta o FMI, se esses “choques” forem muito fortes, “eles podem causar uma recessão acompanhada de alta inflação (estagflação)”. Isso estagnaria o crescimento global, reduzindo-o para 2% em 2023, uma taxa vista apenas cinco vezes desde 1970, adverte o FMI.

Perspectivas de crescimento em desvantagem

O aumento da inflação global e uma desaceleração nos Estados Unidos e na China levaram o FMI a diminuir suas perspectivas de crescimento para a economia global este ano e no próximo, advertindo que a situação pode piorar muito.

“O panorama ficou consideravelmente sombrio desde abril”, disse o economista chefe do FMI, Pierre-Olivier Gourinchas. “O mundo poderá em breve ficar à beira de uma recessão global, apenas dois anos após a última”, acrescentou.

“As três maiores economias do mundo, os Estados Unidos, a China e a zona do euro, estão empatando nessa estagnação com grandes conseqüências para o panorama global”, estimou ele.

A “tentativa de recuperação” da recessão pandêmica do ano passado foi seguida por “desenvolvimentos cada vez mais sombrios em 2022, à medida que os riscos começaram a se materializar”, diz o Fundo Monetário Internacional, que considera cada vez mais provável uma recessão.

“Vários choques atingiram uma economia global já fragilizada pela pandemia, incluindo a guerra na Ucrânia, que fez subir os preços de alimentos e energia, levando os bancos centrais a aumentar as taxas de juros”, disse Gourinchas em seu painel do World Economic Outlook (WEO).

O relatório WEO reduziu a estimativa de crescimento do PIB global em 2022 para 3,2%, 0,4 pontos percentuais abaixo da previsão de abril.

Os confinamentos causados pela Covid-19 e o agravamento da crise habitacional têm dificultado a atividade econômica na China, enquanto os aumentos agressivos das taxas de juros por parte do Federal Reserve, o Benco Central americano, estão desacelerando o crescimento dos Estados Unidos.

Brasil e México, as exceções

“A desaceleração na China tem conseqüências globais: os confinamentos aliados às interrupções da cadeia de fornecimento global e ao declínio dos gastos domésticos reduzem a demanda por bens e serviços dos parceiros comerciais da China”, adverte o relatório do FMI.

Houve algumas exceções neste panorama sombrio, incluindo melhorias na Itália, Brasil e México, bem como na Rússia, que está se beneficiando dos preços mais altos do petróleo devido às sanções ocidentais, observa o WEO.

Para o Brasil, a estimativa é de 1,7% (+0,9 pontos percentuais em relação a abril), enquanto o México deverá crescer 2,4% (+0,4 pontos percentuais).

Para a América Latina e o Caribe como um todo, o FMI elevou suas perspectivas de crescimento para este ano para 3%, uma revisão para cima de 0,5 pontos percentuais “como resultado de uma recuperação mais forte nas grandes economias”: Brasil, México, Colômbia e Chile.

O texto não fornece dados sobre os dois últimos países, mas deve detalhar suas previsões para a região no final da semana.

Prioridade: a inflação

“Controlar a inflação deveria ser a prioridade máxima” para os governos, argumenta o FMI, mesmo que isso inclua medidas dolorosas para os cidadãos, pois os danos causados por permitir que a inflação ficasse fora de controle seriam muito piores.

“Uma política monetária mais rígida terá inevitavelmente custos econômicos reais, mas os atrasos só os agravarão. O FMI espera que os preços ao consumidor aumentem 8,3% este ano e 9,5% nas economias de mercado emergentes.

Estados Unidos e China

A economia global reagiu melhor do que o esperado nos primeiros três meses do ano, mas parece ter “encolhido no segundo trimestre, a primeira contração desde 2020”, diz o FMI.

O Fundo rebaixou as previsões de crescimento para a maioria dos países, incluindo os Estados Unidos e a China, que perderam mais de um ponto percentual em relação às previsões anteriores.

O FMI está apostando num crescimento norte-americano de apenas 2,3% em 2022, à medida que os consumidores gastam menos e as taxas de juros sobem. O relatório não exclui que uma recessão, definida por dois trimestres de crescimento negativo, já tenha começado.

Espera-se que a economia da China desacelere acentuadamente em 2022, para 3,3%, a expansão mais lenta em mais de quatro décadas, excluindo o período de crise pandêmica em 2020.

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Petrobras anuncia mudança na diretriz que compõe preços dos combustíveis

Agência Brasil

Nesta quarta-feira (27), após reunião do Conselho de Administração, a Petrobras anunciou a alteração da composição dos preços dos combustíveis. Chamada de “Diretriz de Formação de Preços no Mercado Interno”, o documento informa que os Conselhos de Administração e o Fiscal irão “supervisionar” as decisões a sobre os novos reajustes do diesel, gasolina e outros combustíveis.

Até a reunião, quem determinava as alterações nos preços dos insumos era exclusivamente a direção. A diretriz “incorpora uma camada adicional de supervisão da execução das políticas de preço pelo Conselho de Administração e Conselho Fiscal, a partir do reporte trimestral da diretoria executiva, formalizando prática já existente”, informou a Petrobras.

O comunicado explica ainda que procedimentos que afetam diretamente a política de preços (periodicidade dos reajustes, percentuais, conveniência e oportunidade das decisões) permanecerão sob competência da Diretoria Executiva.

A Petrobras ressalta que a atual política de preços deverá acompanhar “o mercado brasileiro de derivados de petróleo (considerando, por exemplo, o efeito da venda de ativos de refino), dos produtos substitutos e a atuação dos importadores” de modo a equilibrar os “preços por ela praticados com os mercados nacional e internacional”.

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FMI melhora projeção para crescimento do PIB do Brasil em 2022

O Fundo Monetário Internacional (FMI) elevou de forma expressiva a estimativa para o crescimento da atividade brasileira, neste ano, apesar das dificuldades enfrentadas pela economia global. Entretanto, passou a ver desempenho mais fraco em 2023.

Na revisão das estimativas em seu relatório Perspectiva Econômica Global, divulgado hoje (26), o FMI passou a estimar o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil neste ano em 1,7%, bem acima da taxa de 0,8% calculada em abril.

Para 2023, o relatório do FMI indica que a expansão da atividade será de 1,1%, 0,3 ponto percentual a menos do que o previsto em abril.

A estimativa do FMI, no entanto, ainda está um pouco abaixo da do governo, que calcula que o PIB brasileiro deve crescer 2%, neste ano. A previsão do Ministério da Economia para 2023 é de 2,5%.

A melhora do cenário para o Brasil ajudou a impulsionar a projeção para o crescimento da América Latina e Caribe, com o FMI vendo agora aumento do PIB da região de 3% este ano, 0,5 ponto a mais do que no relatório anterior.

Mas da mesma forma, a estimativa para a América Latina e Caribe no ano que vem piorou em 0,5 ponto, para 2%.

 Economia mundial

De acordo com as previsões do FMI, o crescimento do PIB global desacelerará para 3,2% em 2022, ante uma previsão de 3,6%, divulgada em abril.

O crescimento mundial se recuperou em 2021 para 6,1% depois que a pandemia da covid-19 esmagou a produção global em 2020 com contração de 3,1%.

“A perspectiva piorou significativamente desde abril. O mundo poderá em breve estar à beira de uma recessão global, apenas dois anos após a última”, disse o economista-chefe do FMI, Pierre-Olivier Gourinchas, em comunicado.

Entre os motivos que levaram o FMI a reduzir a projeção para o PIB mundial em 2022 em 0,4 ponto estão a inflação mais elevada em todo o mundo, desaceleração mais forte do que o esperado na China devido a novos surtos de covid-19 e repercussões negativas da guerra na Ucrânia.

Para a China, o fundo cortou as perspectivas de crescimento em 1,1 ponto para 2022 e em 0,5 ponto para 2023, indo respectivamente a 3,3% e 4,6%.

“Os riscos para o cenário são predominantemente negativos. A guerra na Ucrânia pode levar a uma interrupção repentina das importações de gás da Rússia pela Europa; pode ser mais difícil reduzir a inflação do que o esperado se os mercados de trabalhos estiverem mais apertados ou se as expectativas de inflação desancorarem”, destacou o FMI. (ABr)

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Governo Federal prepara novo decreto para redução de IPI de 4 mil produtos

Com iniciativa do Governo Federal, o decreto que reduzirá o Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) em quatro mil produtos está sendo produzido pelo Ministério da Economia e deve ser concluído na próxima semana. Técnicos da pasta informam que o decreto cortará em 35% o IPI para itens como televisores, refrigeradores, motos e xarope de refrigerante e entre outros produtos.

O novo decreto que substituirá o último feito em abril, mas que levantou questionamentos do Supremo Tribunal Federal (STF).

O IPI é um tributo federal que incide sobre produtos nacionais e importados, aplicado sempre que uma mercadoria sai da fábrica. No entanto, nem todos os produtos sofrem a cobrança.

Em abril deste ano, o governo federal reduziu o imposto em 25%, depois voltou a diminuir em mais 10%, excluindo a Zona Franca de Manaus.

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Número de usuários do Pix chega a 51 milhões em março

Em funcionamento desde novembro de 2020, o Pix (sistema de transferências instantâneas do Banco Central) continua a atrair cada vez mais correntistas. Em março deste ano, o número de usuários com chaves Pix cadastradas somou 51 milhões, com alta de 72% em relação ao mesmo mês de 2021.

Os dados foram divulgados no terceiro volume da Pesquisa de Tecnologia Bancária, realizada pela Federação Brasileira de Bancos (Febraban) e pela empresa de consultoria e auditoria Deloitte. A pesquisa difere das estatísticas oficiais porque o Banco Central divulga apenas o número total de chaves Pix e de usuários cadastrados no Diretório de Identificadores de Contas Transacionais (DICT).

Como cada pessoa física pode ter até cinco chaves para cada conta e cada pessoa jurídica pode ter até 20, a contagem do Banco Central vem com duplicidade de informações. O DICT também não fornece o número de usuários efetivos do Pix, mas os correntistas aptos a cadastrarem as chaves.

Segundo a pesquisa, não apenas o número de usuários está crescendo, mas também a utilização individual do Pix. Em março de 2021, apenas 2% dos correntistas tinham recebido mais de 30 Pix. No mesmo mês deste ano, a proporção subiu para 6%.

De acordo com o levantamento, o crescimento do Pix concentrou-se nas pessoas físicas, cujo número de usuários subiu mais que o das pessoas jurídicas. No entanto, o número de empresas que vão aderir ao serviço de transferência instantânea deverá subir mais a partir de 2023, porque as companhias terão terminado de adaptar os sistemas financeiros ao Pix.(ABr)

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Pagamento do Auxílio Brasil de Julho começa a ser pago a partir desta segunda-feira (18)

Tem início nesta segunda-feira (18), o pagamento das parcelas do mês de julho do Auxílio Brasil. O benefício é liberado conforme a numeração final do número do NIS dos cadastrados no programa.

Na segunda-feira (18), beneficiários com NIS terminado em 1 recebem o benefício. Na terça-feira (19), recebem aqueles com NIS final 2, e na quarta (20), os com NIS, final 3, seguindo até o dia 29 de julho. O valor do benefício sofreu um reajuste através da PEC Kamikaze e passou a ser ofertado R$600, válido até dezembro de 2022.

Os beneficiários do programa podem fazer consultas sobre o pagamento dos benefícios através do aplicativo do programa Auxílio Brasil, além do telefone 121, que é um serviço gratuito e a ligação pode ser realizada por meio de um telefone fixo ou celular.

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Etanol: SP e MG anunciam redução do ICMS

Informações da Revista Oeste

Os governos de São Paulo e de Minas Gerais anunciaram nesta segunda-feira, 18, reduções do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) cobrado sobre o etanol.

No Estado de São Paulo, maior mercado consumidor e produtor de etanol do Brasil, a cobrança do imposto estadual caiu de 13,3% para 9,57%. A estimativa do governo é de que o corte leve a uma queda de R$ 0,17 no litro do etanol nas bombas. A medida terá um impacto de R$ 563 milhões na arrecadação estadual até o final do ano, com uma renúncia de receita mensal estimada em R$ 125 milhões.

“Fiquem de olho e acionem o Procon se o valor do combustível não cair”, disse o governador de São Paulo, Rodrigo Garcia (PSDB), em nota.

Já em Minas Gerais, o ICMS para o biocombustível foi reduzido de 16% para 9%.

“Além de seguir aliviando o bolso dos mineiros, a redução do imposto manterá a competitividade do biocombustível, importante gerador de empregos em nosso Estado”, escreveu no Twitter o governador mineiro Romeu Zema (Novo).

No mês passado, os dois Estados haviam anunciado cortes do imposto estadual sobre a gasolina e outros serviços, após a sanção da lei, pelo presidente Jair Bolsonaro (PL), que limitou a cobrança do ICMS sobre combustíveis, energia elétrica, comunicações e transporte coletivo.