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PETROBRAS ANUNCIA ALTA DO PREÇO DA GASOLINA E DO DIESEL

A Petrobras anunciou que a partir da quarta-feira 16 vai reajustar o preço da gasolina e do óleo diesel para as distribuidoras. O aumento para a gasolina será de R$ 0,41 por litro, elevando o preço do produto para R$ 2,93. Para o diesel, o aumento será de R$ 0,78 por litro e o preço do combustível passa para R$ 3,80 para as distribuidoras.

O comunicado foi feito na manhã desta terça-feira, 15, depois de a companhia segurar o preço dos combustíveis por quase três meses. Revendedores já começaram a reclamar da falta de diesel em postos em pelo menos 14 Estados e no Distrito Federal. Com a defasagem do preço do diesel, os importadores deixaram de comprar o produto no exterior.

Combustíveis (Abicon) a defasagem no preço do diesel chegou a 30%, depois que a Petrobras acabou com a política de paridade de preços e passou a considerar apenas a demanda interna para dar preços aos combustíveis.

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‘PRÉVIA DO PIB’ MOSTRA DESACELERAÇÃO DO CRESCIMENTO

Informações da Revista Oeste

O Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br), considerado uma prévia do Produto Interno Bruto (PIB), mostrou crescimento de 0,43% da atividade econômica no segundo trimestre deste ano. O resultado, divulgado nesta segunda-feira, 14, pelo Banco Central reflete uma desaceleração da economia brasileira, já que o IBC- Br do primeiro trimestre foi de 2,21%.

O crescimento observado no segundo trimestre também é o pior resultado desde o quarto trimestre de 2022, quando houve uma retração de 1,49%. No segundo e terceiro trimestres de 2022, o IBC-Br mostrou expectativa de crescimento de 1,18% e 1,82%, respectivamente.

De acordo com o Banco Central, em junho deste ano, o IBC-Br registrou um crescimento de 0,63% na comparação com o mês anterior. Com isso, houve uma melhora na comparação com maio, quando o indicador teve retração de 2,05%.

Ainda segundo o BC, o IBC-Br apresentou crescimento de 3,42% na comparação com os seis primeiros meses de 2022. E, em doze meses até junho, a expansão foi de 3,35%.

DEPOIS DA PRÉVIA, AGUARDO PELOS DADOS OFICIAIS DA INFLAÇÃO

A próxima divulgação do PIB está marcada para 1o de setembro, quando o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) apresentará os números relativos ao segundo trimestre de 2023.

Em 1o de junho, o IBGE informou que o PIB brasileiro cresceu 1,9% no primeiro trimestre de 2023 na comparação com o trimestre imediatamente anterior e somou R$ 2,6 trilhões. Na comparação com o mesmo período de 2022 a alta foi de 4%.

No Boletim Focus desta segunda-feira, 14, os analistas de mercado fizeram projeção de crescimento do PIB em 2023, de 2,26% na semana anterior para 2,29% nesta. Para os três anos seguintes, porém, as projeções foram mantidas em 1,3%, 1,90% e 2%, respectivamente.

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EMPRESA AMPLIA ATUAÇÃO EM PE E ANUNCIA FÁBRICA PARA CANHOTINHO

A empresa de beneficiamento de aço e alumínio SSM Brasil, com atuação em São José dos Pinhais, no estado do Paraná, e em Jaboatão dos Guararapes, na Região Metropolitana do Recife, anunciou que ampliará sua atuação no estado, montando uma nova planta no município de Canhotinho, no Agreste pernambucano.

Segundo a SSM Brasil, a nova frente de negócio ocorre diante do início da operação de exportação de aço e alumínio para a Europa e América do Norte a partir do Porto de Suape. O anúncio foi feito durante reunião com a governadora Raquel Lyra (PSDB), no Palácio do Campo das Princesas, na tarde de terça-feira (8). Participaram da reunião o presidente da Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe), Álvaro Porto, a prefeita de Canhotinho, Sandra Paes, além de membros da diretoria da SSM Brasil.

“Estamos trabalhando para Pernambuco voltar a ser líder no Nordeste e essa retomada passa por mais investimentos e maior presença das empresas no Estado. Além disso, essa expansão corresponde a uma agenda muito importante não só para nosso estado, mas para todo o país, que é a energia limpa, renovável“, afirmou a governadora Raquel Lyra.

Através da extrusão do alumínio e transformação do aço, a SSM Brasil produz estrutura e moldura para fixar as placas solares fotovoltaicas. A estratégia é manter a fábrica de Jaboatão dos Guararapes até que a planta de Canhotinho esteja pronta para receber todo maquinário e a partir de então fazer a transferência da produção de alumínio e a produção da linha em aço.

A previsão é que a nova fábrica esteja pronta no segundo semestre de 2024. Lá, estima a empresa, sejam gerados de 800 a 1.200 empregos entre diretos e indiretos. Atualmente, a empresa gera 351 postos de trabalho diretos e cerca de 4 mil empregos indiretos no estado.

“Apresentamos nossas perspectivas para a governadora Raquel Lyra e fomos muito bem recebidos, ela acolheu nossa nova planta e comemorou a geração de emprego e renda. Agradecemos o apoio“, completou Carlos Bebiano, CEO da SSM Brasil.

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Meirelles diz que BC está em boas mãos e desmente Lula: ‘inflação é sim de demanda’

Ex-presidente do Banco Central nos dois primeiros governos Lula (PT), o ex-ministro da Fazenda Henrique Meirelles afirmou nesta quarta-feira (8), que, ao contrário do ue afirmou o chefe de governo em mais um discurso colérico que a taxa Selic de 13,75% não faria sentido “porque a inflação no Brasil não é de demanda”.

Durante entrevista ao programa Jornal Gente, da Rádio Bandeirantes, Meirelles afirmou que, ao contrário do que disse o presidente da República “a inflação do Brasil é sim de demanda”.

Meirelles disse que o Banco Central apenas “faz o seu trabalho” e que “está em boas mãos”, sob a presidência de Roberto Campos Netto. Ele esclareceu, como ex-presidente do BC, que uma equipe especializada se utiliza de parâmetros rigorosamente técnicos em suas decisões.

A atitude do BC de não entrar no debate político, nem mesmo opara se defender dos ataques, foi considerada positiva por Meirelles.

O ex-ministro recomendou que o País abandone essa polêmica contra a autonomia do Banco Central, adotada nas maiores economias do mundo, e que o governo direcione seus esforços para promover o crescimento do Brasil, fazendo reformas e estimulando investimentos.

“O Brasil precisa se dedicar a crescer”, disse o ex-ministro, que foi entrevistado pelo jornalistas Thays Freitas, Sônia Blota, Pedro Campos e Cláudio Humberto.

 

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Governo vai acabar com saque-aniversário do FGTS

O ministro do Trabalho, Luiz Marinho, afirmou que o Conselho Curador do FGTS não vai mais permitir o saque-aniversário do benefício, modalidade criada durante o governo de Jair Bolsonaro. A previsão é que o veto de novos pedidos de saque sejam feitos a partir de março. A declaração foi dada em entrevista à GloboNews nesta terça-feira, 24.

A reunião do conselho deverá ocorrer em 21 de março. “Devermos acabar com esse formato de saque-aniversário. Os contratos que existem, não vamos criar distorção”, declarou o ministro.

De acordo com Marinho, há reclamação por parte dos trabalhadores de que a adesão do saque-aniversário faz com que os valores fiquem retidos por dois anos em caso de demissão do emprego.

O ministro acredita que a modalidade, além de prejudicar diretamente o trabalhador, enfraquece o fundo de investimentos para gerar emprego. O FGTS serve para garantir empréstimos para projetos de infraestrutura, como a construção da casa própria.

Em 5 de janeiro deste ano, o ministro havia se pronunciado sobre o saque-aniversário, afirmando que a modalidade seria objeto de ampla discussão com o Conselho Curador do FGTS e as centrais sindicais. “A nossa preocupação é com a proteção dos trabalhadores em caso de demissão e com a preservação da sua poupança”, afirmou em publicação nas redes sociais.

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Custo de vida cai para quase todas as classes sociais

Conteúdo da Revista Oeste

De acordo com o levantamento do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), o custo de vida em setembro ficou menor em quase todas as classes sociais, comparando com o mês anterior. Apenas para a população de renda mais alta houve inflação. Os dados foram divulgados na quinta-feira 13.

A maior queda do custo de vida ocorreu para as famílias de renda média: -0,35%. Além disso, a inflação desacelerou para todas as faixas de renda, comparando com 12 meses antes. Em agosto, a alta dos preços fechou entre 8,2% e 9,2%. No mês passado, esse número oscilou de 6,9% a 8,2%.

No acumulado em 12 meses, até setembro, todas as classes de renda registraram desaceleração inflacionária, na comparação com o mês imediatamente anterior”, informa o Ipea, em nota. “Em termos absolutos, a faixa de renda média-baixa aponta a menor inflação acumulada em 12 meses (6,9%) e a faixa de renda alta registra a maior taxa no período (8,0%).”

Segundo o comunicado do Ipea as deflações dos grupos transportes, comunicação e alimentos e bebidas se constituíram nos principais pontos de alívio da inflação para todos os segmentos de renda pesquisados. “No caso dos transportes, as quedas de 8,3% da gasolina e de 12,4% do etanol explicam grande parte do recuo dos preços em setembro”, informa.

“Nota-se, no entanto, que, para as famílias de renda alta, parte desse alívio vindo das deflações dos combustíveis foi anulada pelos reajustes das passagens aéreas (8,2%) e do transporte por aplicativo (6,1%)”, complementa. “O peso desses itens em suas cestas de consumo é relativamente maior que o observado nas demais faixas de renda.”

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Caem os preços do arroz, do feijão e da carne

Conteúdo da Revista Oeste

Pelo quarto mês seguido, caíram os preços do arroz, do feijão e das carnes no Brasil em setembro, incluindo bovinos, suínos e carneiros. O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou os dados nesta terça-feira, 11.

A mistura é uma das bases alimentares do país. De acordo com o IBGE, em setembro, os preços do arroz caíram 0,64%. Para o feijão, a redução variou de 1,67% a 4,78%, a depender do tipo do grão. No caso das carnes, incluindo bovinos, suínos e carneiros, a queda média foi de 0,72%.

Os resultados fazem parte do levantamento para calcular o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). Conforme os dados publicados hoje, o indicador entrou no terceiro mês seguido de queda em setembro.

No mês de setembro, o preços dos alimentos caíram 0,51%. Na lista, queda como a dos preços do leite longa vida (-13,71%) e óleo de soja (-6,27%).

Na cesta que compõe o cálculo do IPCA, os alimentos tiveram 22% de peso no mês passado. O indicador fechou em queda de 0,29% em setembro, mantendo a sequência de redução de agosto (-0,36%) e de julho (-0,68%). No acumulado do ano, o índice caiu de 4,39% para 4,09%.

“Os alimentos vinham apresentando crescimento desde o começo do ano, inclusive altas fortes em março [2,42%]  e abril (2,06%)”, afirma Pedro Kislanov, gerente da pesquisa do IPCA. “Essa queda de setembro é a primeira desde novembro de 2021 (-0,04%).”

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Petrobras anuncia redução de 6% no preço do gás de cozinha

A Petrobras anunciou nesta quinta-feira (22) a redução em 6% do preço do gás de cozinha vendido em botijão. Com isso, o preço médio pela estatal cobrado das distribuidoras passa de R$ 4,0265 por quilo para R$ 3,7842/kg a partir de amanhã, o que equivale a R$ 49,19 por 13 quilos. Essa é a segunda queda no preço do gás em agosto.

A última mudança no preço do GLP havia sido feita no dia 13, quando o quilo passou de R$ 4,23 para R$ 4,03, equivalendo a R$ 52,34 por 13 kg. O gás de cozinha, porém, acumulava consecutivas altas: em março, de 16,1%; em outubro do ano passado, 7,2% e julho do mesmo ano, 6%.

Segundo dados da Agência Nacional do Petróleo (ANP), na semana encerrada em 17 de setembro, o botijão foi vendido, em média, a R$ 113,25 no país.

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Petrobras reduz preço do gás de cozinha em R$ 2,60 por botijão

A Petrobras anunciou, nesta 2ª feira (12.set.2022), redução de 4,7% no preço do botijão. O gás de cozinha sairá de R$ 4,23 para R$ 4,03 por quilograma a partir de 3ª (13.set) nas refinarias da estatal. A redução será de R$ 2,60 por botijão de 13 quilogramas, vendido para as distribuidoras por em média R$ 52,34.

É a 1ª redução no ano para o combustível. Segundo a Petrobras, o corte está de acordo com sua política de preços, “que busca o equilíbrio dos seus preços com o mercado, mas sem o repasse para os preços internos da volatilidade conjuntural das cotações e da taxa de câmbio”.

Hoje, o botijão de gás custa em média R$ 111,57, segundo dados da ANP (Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis). Equivale a 9,2% do salário mínimo. Em 2022, o gás já aumentou 9,1% no preço ao consumidor, depois de alta de 35,8% no ano anterior.

A alta é explicada pelo aumento do preço do barril de petróleo no mercado internacional e pela taxa de câmbio desfavorável. Desde 2016, a Petrobras adota a política de preço de paridade de importação, o chamado PPI, que equipara os valores no mercado interno ao preço dos combustíveis importados, repassando as oscilações ao consumidor.

Com a queda no preço do barril de petróleo, a Petrobras tem sido mais rápida para repassar reduções nos preços. Desde a posse de Caio Mario Paes de Andrade como presidente da estatal, os preços da gasolina foram reajustados 4 vezes no intervalo de 44 dias. Somam R$ 0,74 a menos por litro.

Já o diesel foi reajustado duas vezes, com redução total de R$ 0,42 por litro. O corte desta 2ª feira (12.set) é o 1º para o gás de cozinha.

Como mostrou o Poder360, o teto de ICMS (Imposto sobre a Circulação de Mercadorias e Serviços) reverteu a alta no preço da gasolina em 2022, mas não teve o mesmo efeito sobre o gás e o diesel.

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Petrobras reduz em 7% preço de venda de gasolina para distribuidoras

A Petrobras anunciou redução no preço médio de venda de gasolina A para as distribuidoras. O valor passará de R$ 3,53 para R$ 3,28 por litro, uma redução de R$ 0,25 por litro, a partir desta sexta-feira (2), o que representa queda de 7,08%.

A redução desta quinta-feira é a quarta anunciada pela companhia em menos dois meses.

“Essa redução acompanha a evolução dos preços de referência e é coerente com a prática de preços da Petrobras, que busca o equilíbrio dos seus preços com o mercado, mas sem o repasse para os preços internos da volatilidade conjuntural das cotações internacionais e da taxa de câmbio”, disse a estatal em nota.

A petroleira diz ainda que, considerando a mistura obrigatória de 73% de gasolina A e 27% de etanol anidro para a composição da gasolina comercializada nos postos, a parcela da companhia no preço ao consumidor passará de R$ 2,57, em média, para R$ 2,39 a cada litro vendido na bomba.