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Gasolina encerra agosto com queda de quase 11%

O preço médio da gasolina no Brasil está fechando o mês de agosto com uma queda de 10,93% em relação ao preço médio do mês de julho. As informações são de uma consultoria especializada na gestão de frotas, a Valecard.

Segundo essa consultoria, o preço médio no Brasil está em R$ 5,66, sendo o menor patamar desde fevereiro de 2021, quando estava em R$ 5,16. Essa queda tem muito a ver com a redução de impostos como o ICMS, PIS e COFINS. Os preços dependem de uma série de fatores e variáveis que mudam entre bairros, cidades e Estados.

Em São Paulo, segundo a consultoria, o preço médio estava em R$ 5,43 em agosto, enquanto no Rio de Janeiro, o preço ficou em R$ 5,63. A expectativa é de mais quedas nos preços nas próximas semanas.

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Brasil gerou 218.902 empregos formais em julho

O Brasil gerou 218.902 vagas de empregos com carteira assinada no mês de julho. No acumulado de 2022, foram gerados 1.560.896 empregos formais, conforme consta do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Novo Caged) divulgado hoje (29) pelo Ministério do Trabalho e Previdência.

Entre agosto de 2021 a julho de 2022 (últimos 12 meses), o saldo positivo ficou em 2.549.939 vagas geradas. Com isso, o estoque total de trabalhadores com carteira assinada está em 42.239.251. Ainda segundo o Caged, de julho de 2020 a julho de 2022 o saldo positivo está em 5.542.283 novos postos de trabalho “decorrentes de 43.141.648 admissões e 37.599.365 desligamentos no período”.

Os cinco segmentos analisados registraram saldos positivos em julho. O maior crescimento foi o de Serviços, que apresentou saldo positivo de 81.873 postos de trabalho formais. O grupamento Indústria registrou 50.503 novos postos; e o Comércio, gerou 38.574 vagas no mês.

No acumulado do ano, a construção civil foi o setor com melhor desempenho, ao registrar crescimento de 9,38% no estoque de empregos formais. O de serviços gerou 874.203 vagas, seguido pela indústria, com 266.824 novos empregos.

São Paulo foi o estado que registrou, no mês, maior número de empregos formais gerados: 67.009, o que representa uma alta de 0,51%. Minas Gerais agregou 19.060 novos postos (0,43%); e Paraná agregou mais 16.090 empregos formais (0,55%).

“Do ponto de vista regional o grande destaque foi a Região Norte, com um crescimento de 0,8% da força de trabalho, o maior crescimento relativo entre as cinco regiões brasileiras”, destacou o ministério.

Com relação aos salários, pelo segundo mês seguido observou-se aumento no salário médio real de admissão. Na média, o valor acertado ficou em R$ 1.926,54, o que representa uma alta de 0,80%. “Comparado ao mês anterior houve um acréscimo real de R$ 15,31, sendo o maior crescimento verificado no setor do comércio, R$ 1.685,67, variação de 1,95%”, detalhou o levantamento. (Agência Brasil)

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Inflação pode terminar 2022 abaixo de 6,5%, diz Campos Neto

Informações da CNN Brasil

O presidente do Banco Central (BC), Roberto Campos Neto, afirmou nesta terça-feira (23) que a inflação pode terminar o ano abaixo de 6,5%, mas que ainda não há motivos para celebração, pois a inflação continua persistente.

“Quando olhamos para o Brasil, vemos uma inflação persistente, mas que está em queda. Este ano, a inflação vai ficar em 6,5%, talvez um pouco menos, mas não vamos celebrar isso porque ainda temos um grande trabalho pela frente”, disse, durante apresentação no XVIII International Investment Seminar, promovido pelo Moneda Asset Management.

Campos Neto destacou os esforços monetários e as ações governamentais adotadas neste ano, como o corte de impostos federais, para tentar controlar a inflação no país. No entanto, ele afirmou ser “muito difícil” trazer o IPCA para dentro da meta do ano que vem, estipulada em 3,25%.

“Eu acho que vamos ter dois processos agora, um deles é fazer a energia ficar mais barata e o outro é de controlar a inflação. Mas para trazer inflação de 5% para a casa dos 3% ou 2% é muito difícil, porque ela já está muito generalizada. O processo é diferente do que o de variar o preço de energia”, pontuou.

O presidente do BC também declarou que “muito do trabalho que o BC faz ainda não está sendo observado pelo mercado”, e que essas ações vão contribuir a partir dos próximos meses para uma inflação menor.

“Fomos um dos únicos países a achar que a inflação seria mais persistente, porque achamos que era um problema de demanda também, não somente de oferta”, disse.

Por fim, Campos Neto destacou que a inflação atual é diferente da que ocorreu em 2014 e 2015, durante o governo Dilma.

Ele também celebrou a recuperação da economia brasileira em meio à pandemia e à guerra na Ucrânia, salientando o queda no desemprego e o aumento nas projeções do PIB para 2022.

“Quando olhamos para o PIB, vemos que fomos de 0% para 2,12%, nossa última projeção. Vemos vários dados apontando para revisões, de crescimento maior e inflação menor. Isso é consequência de várias reformas que fizemos no passado, nos últimos 4 anos fizemos várias reformas no Brasil, e isso contribuiu para impulsionar a economia”, ressaltou.

“O mercado de trabalho é a maior surpresa para nós. Vocês não verão nenhum país que reduziu o desemprego em 5% durante a crise como o Brasil”, concluiu.

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Inflação cairá ainda mais: mercado financeiro reduz estimativa 6,8% neste ano

A projeção do mercado financeiro para a inflação de 2022 caiu pela oitava semana seguida. Segundo o Boletim Focus, divulgado hoje (22) pelo Banco Central, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), considerado a inflação oficial do país, caiu de 7,02% para 6,82%, em uma semana. Há quatro semanas, as expectativas do mercado eram de um IPCA em 7,3%, neste ano.

O Boletim Focus é uma publicação semanal que reúne a projeção de cerca de 100 instituições do mercado financeiro para os principais indicadores econômicos do país.

A expectativa de inflação para 2023 também caiu: de 5,38% projetados há uma semana para 5,33%, nesta segunda-feira. Para 2024 e 2025, as projeções de inflação mantêm-se em 3,41% e 3%, respectivamente.

Selic e dólar

Também mantêm-se estáveis as projeções para a taxa básica de juros, a Selic, tanto para 2022 (13,75% ao ano) como para os anos seguintes: 11% ao ano, em 2023; 8% ao ano, em 2024; e 7,5% ao ano, em 2025.

A cotação do real na comparação com o dólar também apresenta estabilidade nas projeções para este e para os próximos anos. A expectativa do mercado financeiro é de que a cotação da moeda norte-americana chegue a R$ 5,20 tanto ao final de 2022 como de 2023; e que 2024 e 2025 fechem com o dólar custando R$ 5,10 e R$ 5,17, respectivamente.

PIB

A expectativa para o Produto Interno Bruto (PIB), soma de todos os bens serviços produzidos no país, está em 2,02% para de 2022. Há uma semana, a projeção do mercado financeiro era de que o ano fecharia com um PIB em 2%; e há quatro semanas era de 1,93%.

Para 2023, a expectativa é de que o PIB suba 0,39%. Há uma semana, a previsão era de que o ano fecharia com crescimento de 0,41%; e há quatro semanas, a expectativa de expansão de 0,49%.

Para 2024 e 2025, as projeções do mercado financeiro para o crescimento do PIB estão estáveis, em 1,8% e 2%, respectivamente. (Agência Brasil)

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Inflação deve ficar abaixo da média mundial

Informações do Diário do Poder

O anúncio do presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, que reduziu para 7,02% a estimativa oficial da inflação para 2022, coloca o Brasil quase meio ponto percentual abaixo da média mundial, que deve ficar em 7,5%, segundo dados do GlobalData, que acompanha os resultados mundiais em tempo real. Os resultados da economia brasileira devem ser melhores até mesmo que dos Estados Unidos.

Melhor em décadas

O Brasil registrou, em julho, o melhor resultado para inflação em mais de 40 anos: deflação de 0,68%. Ou seja, inflação negativa.

Já era bom

Até a semana passada, a previsão do BC para a inflação brasileira era de 7,5% para o ano, que empatava com a média mundial.

 Bateu os gringos

No acumulado de 2022, o Brasil já registra inflação inferior até que os Estados Unidos, cuja economia vive uma crise histórica sob Joe Biden.

Outros casos

A Argentina registrou inflação de 7,5% na economia apenas no mês de julho. A França, por exemplo, registrou inflação de 0,3% mês passado.

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Petrobras anuncia nova redução de 4,8% da gasolina nas refinarias

Nesta segunda-feira (15), a Petrobras anunciou um nova redução de 4,8% no preço de venda da gasolina para as distribuidoras.

De acordo com a estatal, a partir de amanhã, terça-feira (16), o valor terá redução de R$ 0,18, e o litro do combustível passará a ser comercializado por R$ 3,53, ao sair das refinarias.

A Petrobras afirma que a redução “acompanha a evolução dos preços de referência e é coerente com a prática de preços da Petrobras, que busca o equilíbrio dos seus preços com o mercado global, mas sem o repasse para os preços internos da volatilidade conjuntural das cotações internacionais e da taxa de câmbio”.

Essa é a terceira redução em um pouco menos de um mês. A última redução no preço da gasolina foi anunciada no dia 28 de julho, quando a Estatal reduziu em R$ 0,15 centavos, e no dia 19 de julho reduziu R$ 0,20 centavos.

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Desemprego cai para 9,3% e população ocupada bate recorde: 98,3 milhões

A taxa de desemprego no Brasil recuou para 9,3% no trimestre encerrado em junho, segundo dados divulgados nesta sexta-feira (29) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Com isso, a população ocupada chegou a 98,3 milhões de pessoas, o maior nível da série histórica da pesquisa, em 2012.

É a primeira vez que o desemprego se mantém em um dígito desde o governo Dilma Roussff (PT), quando o número de desempregado superou os 15 milhões de trabalhadores.

A coordenadora de Pesquisas por Amostra de Domicílios do IBGE, Adriana Beringuy, afirmou em nota que “a queda mais acentuada dessa taxa foi provocada pelo avanço significativo da população ocupada em relação ao primeiro trimestre” .

Por outro lado, cresceu também o número de pessoas que resolveram trabalhar por conta própria: de acordo com o IBGE, são 1,1 milhão de pessoas a mais que no trimestre anterior.

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Petrobras anuncia redução de R$ 0,15 do preço da gasolina

A Petrobras anunciou nesta quinta-feira (28/7) que irá reduzir em 3,88% o preço da gasolina vendida às distribuidoras. O valor médio do litro do combustível passará de R$ 3,86 para R$ 3,71, uma redução de R$ 0,15.

“Considerando a mistura obrigatória de 73% de gasolina A e 27% de etanol anidro para a composição da gasolina comercializada nos postos, a parcela da Petrobras no preço ao consumidor passará de R$ 2,81, em média, para R$ 2,70 a cada litro vendido na bomba”, informou a companhia.

A redução, segundo a Petrobras, “acompanha a evolução dos preços de referência, que se estabilizaram em patamar inferior para a gasolina, e é coerente com a prática de preços da estatal, que busca o equilíbrio dos seus preços com o mercado global, mas sem o repasse para os preços internos da volatilidade conjuntural das cotações internacionais e da taxa de câmbio”.

Após uma série de altas, essa é a segunda redução sobre o valor médio da gasolina anunciada pela Petrobras em menos de duas semanas. O preço do combustível já havia sido reajustado para baixo em R$ 0,20 no último dia 20. Com a proximidade das eleições, a Petrobras tem sido pressionada para reduzir os preços dos combustíveis.

Diretriz de Formação de Preços no Mercado Interno aprovada nessa quarta-feira (27/7) pelo Conselho de Administração da Petrobras incorpora uma camada de supervisão da execução das políticas de preço, a partir do reporte trimestral da diretoria executiva.

Assim, o Conselho de Administração e o Conselho Fiscal passarão a decidir os valores dos combustíveis, além da diretoria executiva.

“Os procedimentos relacionados à execução da política de preço, tais como, a periodicidade dos ajustes dos preços dos produtos, os percentuais e valores de tais ajustes, a conveniência e oportunidade em relação a decisão dos ajustes dos preços permanecem sob a competência da Diretoria Executiva”, esclareceu a Petrobras, em nota.

“A referida aprovação não implica em mudança das atuais políticas de preço no mercado interno, alinhadas aos preços internacionais, e tampouco no Estatuto Social da Companhia”, acrescentou.

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FMI apresenta perspectivas sombrias para economia mundial; Brasil é exceção

Em seu novo relatório sobre a evolução econômica global, o Fundo Monetário Internacional (FMI) emitiu um aviso claro: as perspectivas de crescimento “estão inclinadas esmagadoramente para o lado negativo” e, se os riscos se concretizarem, poderão empurrar a economia mundial para uma das piores recessões em meio século. Entre as exceções estão o Brasil e o México.

Em seu novo relatório sobre a evolução econômica global, o Fundo Monetário Internacional (FMI) emitiu um aviso claro: as perspectivas de crescimento “estão inclinadas esmagadoramente para o lado negativo” e, se os riscos se concretizarem, poderão empurrar a economia mundial para uma das piores recessões em meio século. Entre as exceções estão o Brasil e o México.

O Fundo está mais preocupado com as conseqüências da guerra na Ucrânia, incluindo a possibilidade da Rússia cortar o fornecimento de gás natural para a Europa, bem como um novo aumento nos preços dos alimentos devido ao efeito da guerra no fornecimento de grãos, o que poderia desencadear a fome.

E, acrescenta o FMI, se esses “choques” forem muito fortes, “eles podem causar uma recessão acompanhada de alta inflação (estagflação)”. Isso estagnaria o crescimento global, reduzindo-o para 2% em 2023, uma taxa vista apenas cinco vezes desde 1970, adverte o FMI.

Perspectivas de crescimento em desvantagem

O aumento da inflação global e uma desaceleração nos Estados Unidos e na China levaram o FMI a diminuir suas perspectivas de crescimento para a economia global este ano e no próximo, advertindo que a situação pode piorar muito.

“O panorama ficou consideravelmente sombrio desde abril”, disse o economista chefe do FMI, Pierre-Olivier Gourinchas. “O mundo poderá em breve ficar à beira de uma recessão global, apenas dois anos após a última”, acrescentou.

“As três maiores economias do mundo, os Estados Unidos, a China e a zona do euro, estão empatando nessa estagnação com grandes conseqüências para o panorama global”, estimou ele.

A “tentativa de recuperação” da recessão pandêmica do ano passado foi seguida por “desenvolvimentos cada vez mais sombrios em 2022, à medida que os riscos começaram a se materializar”, diz o Fundo Monetário Internacional, que considera cada vez mais provável uma recessão.

“Vários choques atingiram uma economia global já fragilizada pela pandemia, incluindo a guerra na Ucrânia, que fez subir os preços de alimentos e energia, levando os bancos centrais a aumentar as taxas de juros”, disse Gourinchas em seu painel do World Economic Outlook (WEO).

O relatório WEO reduziu a estimativa de crescimento do PIB global em 2022 para 3,2%, 0,4 pontos percentuais abaixo da previsão de abril.

Os confinamentos causados pela Covid-19 e o agravamento da crise habitacional têm dificultado a atividade econômica na China, enquanto os aumentos agressivos das taxas de juros por parte do Federal Reserve, o Benco Central americano, estão desacelerando o crescimento dos Estados Unidos.

Brasil e México, as exceções

“A desaceleração na China tem conseqüências globais: os confinamentos aliados às interrupções da cadeia de fornecimento global e ao declínio dos gastos domésticos reduzem a demanda por bens e serviços dos parceiros comerciais da China”, adverte o relatório do FMI.

Houve algumas exceções neste panorama sombrio, incluindo melhorias na Itália, Brasil e México, bem como na Rússia, que está se beneficiando dos preços mais altos do petróleo devido às sanções ocidentais, observa o WEO.

Para o Brasil, a estimativa é de 1,7% (+0,9 pontos percentuais em relação a abril), enquanto o México deverá crescer 2,4% (+0,4 pontos percentuais).

Para a América Latina e o Caribe como um todo, o FMI elevou suas perspectivas de crescimento para este ano para 3%, uma revisão para cima de 0,5 pontos percentuais “como resultado de uma recuperação mais forte nas grandes economias”: Brasil, México, Colômbia e Chile.

O texto não fornece dados sobre os dois últimos países, mas deve detalhar suas previsões para a região no final da semana.

Prioridade: a inflação

“Controlar a inflação deveria ser a prioridade máxima” para os governos, argumenta o FMI, mesmo que isso inclua medidas dolorosas para os cidadãos, pois os danos causados por permitir que a inflação ficasse fora de controle seriam muito piores.

“Uma política monetária mais rígida terá inevitavelmente custos econômicos reais, mas os atrasos só os agravarão. O FMI espera que os preços ao consumidor aumentem 8,3% este ano e 9,5% nas economias de mercado emergentes.

Estados Unidos e China

A economia global reagiu melhor do que o esperado nos primeiros três meses do ano, mas parece ter “encolhido no segundo trimestre, a primeira contração desde 2020”, diz o FMI.

O Fundo rebaixou as previsões de crescimento para a maioria dos países, incluindo os Estados Unidos e a China, que perderam mais de um ponto percentual em relação às previsões anteriores.

O FMI está apostando num crescimento norte-americano de apenas 2,3% em 2022, à medida que os consumidores gastam menos e as taxas de juros sobem. O relatório não exclui que uma recessão, definida por dois trimestres de crescimento negativo, já tenha começado.

Espera-se que a economia da China desacelere acentuadamente em 2022, para 3,3%, a expansão mais lenta em mais de quatro décadas, excluindo o período de crise pandêmica em 2020.

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Petrobras anuncia mudança na diretriz que compõe preços dos combustíveis

Agência Brasil

Nesta quarta-feira (27), após reunião do Conselho de Administração, a Petrobras anunciou a alteração da composição dos preços dos combustíveis. Chamada de “Diretriz de Formação de Preços no Mercado Interno”, o documento informa que os Conselhos de Administração e o Fiscal irão “supervisionar” as decisões a sobre os novos reajustes do diesel, gasolina e outros combustíveis.

Até a reunião, quem determinava as alterações nos preços dos insumos era exclusivamente a direção. A diretriz “incorpora uma camada adicional de supervisão da execução das políticas de preço pelo Conselho de Administração e Conselho Fiscal, a partir do reporte trimestral da diretoria executiva, formalizando prática já existente”, informou a Petrobras.

O comunicado explica ainda que procedimentos que afetam diretamente a política de preços (periodicidade dos reajustes, percentuais, conveniência e oportunidade das decisões) permanecerão sob competência da Diretoria Executiva.

A Petrobras ressalta que a atual política de preços deverá acompanhar “o mercado brasileiro de derivados de petróleo (considerando, por exemplo, o efeito da venda de ativos de refino), dos produtos substitutos e a atuação dos importadores” de modo a equilibrar os “preços por ela praticados com os mercados nacional e internacional”.