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8 pessoas morrem de covid-19 no hospital de Afogados da Ingazeira em 24h

 

Oito pessoas, com idades entre 34 e 83 anos, morreram nas últimas 24h no Hospital Regional Emília Câmara em Afogados da Ingazeira, no Sertão de Pernambuco. Duas das vítimas eram de Flores, outras duas de Iguaracy, as demais vítimas eram de São José do Egito, Tuparetama, Brejinho e de Afogados da Ingazeira, uma vítima em cada um destas cidades.

Todas as cidades citadas estão localizadas na região do Pajeú, área pertencente a III macrorregião de Saúde e que entrou em um lockdown mais severo desde ontem, dia 14. Na semana passada cena semelhante a este já havia ocorrido na mesma unidade de saúde, quando 5 pessoas também morreram. O curioso é que as 5 vagas abertas devido aos óbitos foram imediatamente preenchidas por outras pessoas que aguardavam um vaga em leito de UTI.

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Governo de PE amplia fornecimento de oxigênio no hospital regional de Salgueiro – PE

 

A Secretaria Estadual de Saúde (SES) instalou um novo tanque de oxigênio no Hospital Regional Inácio de Sá, no município de Salgueiro (PE), Sertão Central. Dobrando a capacidade de armazenamento do gás medicinal, que passou de 3.960 metros cúbicos (m³) para os atuais 9.780 m³.

Com o importante investimento, passa a funcionar no hospital, até o próximo fim de semana, 10 novos leitos de UTI, sendo 7 delas neonatais e 3 pediátricos, para o atendimento de pacientes que apresentem a Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG), incluindo a Covid-19.

Além da melhoria no tanque de oxigênio, Hospital Inácio de Sá também recebeu reforço com 10 novos respiradores, 10 monitores multiparâmetro de sinais vitais, 40 bombas de infusão hospitalares e 7 incubadoras e 3 camas pediátricas. O suporte intensivo para crianças será o primeiro da VII Geres e serão definitivos para a região.

“Estamos muito felizes por viabilizar este novo tanque, com o dobro da capacidade de oxigênio para o Hospital Inácio de Sá. Isto vai permitir, nos próximos dias, a concretização de um projeto antigo para a Região: a abertura de 10 novos leitos de terapia intensiva na área pediátrica, o que vai qualificar muito a assistência no sertão do Estado”, comemorou o secretário estadual de Saúde, André Longo.

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Tchau querido! Rodrigo Maia é expulso do DEM

 

O ex-presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, foi expulso hoje do DEM em decisão unânime. Maia e o presidente da legenda, ACM Neto, protagonizaram um desgaste que teve início quando o DEM não apoiou Baleia Rossi (MDB-SP), candidato apoiado por Maia para sucede-lo na presidência da casa. Decisão importante para a eleição de Artur Lira (PP-AL).

De amigos e aliados, Maia e ACM Neto passaram a se ofender. Rodrigo disse que o colega era “malandro baiano” e que “esse baixinho não tem caráter”. ACM Neto disse, no começo deste ano, que o colega de partido demonstrou “surpreendente descontrole” ao acusar a diretoria do partido de traição.

Confira a íntegra da nota do partido:

“Em reunião realizada nesta segunda-feira (14), a Executiva Nacional do Democratas decidiu expulsar o deputado Rodrigo Maia (RJ) de seu quadro de filiados. Após garantir o amplo direito de defesa ao parlamentar, os membros da Executiva apreciaram o voto da relatora, deputada Prof. Dorinha. A comissão nacional, à unanimidade de votos, deliberou pelo cometimento de infração disciplinar, e consequente expulsão do deputado.

Executiva Nacional do Democratas”

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Devido as restrições mais rígidas, Zona Azul é desativada em Serra Talhada – PE

Por conta do provável baixo fluxo de pessoas durante estes dias, já que a medida afeta o municípios e outros que convergem para ela, a Superintendência de Transportes e Trânsito de – STTRANS – decidiu desativar o sistema rotativo de estacionamento, a Zona Azul.

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Marido mata a mulher e depois se entrega a polícia em Araripina – PE

 

Na manhã desse domingo (13) uma mulher foi assassinada na Vila Jurema em Araripina, Sertão de Pernambuco. A tarde, o assassino, marido da vítima, foi até a sede da 9ª Companhia Independente de Polícia Militar (CIPM) e confessou que matou a esposa por questões passionais.  O local do crime foi isolado e preservado até a chegada do Instituto de Criminalística.

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Fiocruz prevê 90 dias para produção e controle de qualidade do IFA da AstraZeneca

 

Desde a chegada dos bancos de células e vírus na semana passada, cientistas do Instituto de Tecnologia em Imunobiológicos (Bio-Manguinhos) deram início a uma maratona de cerca de três meses para produzir o primeiro lote nacional do ingrediente farmacêutico ativo (IFA) da vacina Oxford/AstraZeneca contra a covid-19. Em ritmo de urgência, o trabalho requer alta precisão para evitar desperdício da matéria-prima, já que apenas 1 mililitro (ml) das células recebidas é o ponto de partida para a produção de 7 milhões de doses de vacinas.

O vice-presidente de Produção e Inovação em Saúde da Fiocruz, Marco Krieger, explicou cada passo dessa jornada, que considera revolucionária para enfrentar novos e antigos desafios da saúde pública. O “coração” do processo produtivo, explica Krieger, é a utilização do mesmo banco de células e da mesma semente de vírus que os desenvolvedores da vacina usaram, para garantir que se chegue aos mesmos resultados dos testes clínicos que confirmaram a eficácia e a segurança do imunizante.

“Em todo o processo de transferência de tecnologia, a parte mais importante, e que normalmente fica até para o final do processo, é o recebimento desse banco de células e banco de vírus, porque agora a gente tem as condições de iniciar todo o processo de produção a partir de células que já foram analisadas, classificadas, e com que a gente já tem garantias de que terá o produto esperado”, diz Krieger. “Já temos aqui todo o coração da tecnologia, o que normalmente aconteceria em 10 anos”.

Os bancos de células e vírus que chegaram à Fiocruz na semana passada garantem a produção de IFA por mais de um ano, segundo o vice-presidente da fundação. O contrato de transferência de tecnologia com a AstraZeneca prevê que outros carregamentos vão chegar para alimentar a produção por quatro anos. Essas novas remessas poderão trazer aprimoramentos da vacina que, futuramente, deverão surgir a partir de novos estudos ou mutações do vírus. Bio-Manguinhos também se tornará autossuficiente na produção desses bancos de células ao final desse período, o que vai permitir a produção da vacina contra covid-19 por cerca de 30 anos.

De 1 ml a mil litros

Antes de trabalhar com as células recebidas, os técnicos de Bio-Manguinhos passaram por um treinamento com células semelhantes para ganhar experiência no descongelamento do banco de células, que chegou dos Estados Unidos a uma temperatura de -150 graus Celsius. “Esse material é tão precioso que não podemos correr o risco de ser desperdiçado”, explica Krieger, acrescentando que neste momento a fábrica de vacinas da Fiocruz já iniciou o trabalho com as células que produzirão o IFA.

Apesar de essas células poderem ser multiplicadas em laboratório, Krieger explica que elas são preciosas porque a produção de um lote de IFA deve sempre partir de 1 ml de células que sejam geneticamente próximas do banco inicial. Como as células acumulam modificações de geração em geração ao serem replicadas, esse controle garante que o resultado final se mantenha dentro do esperado.

Esse 1 ml inicial começa a ser cultivado em pequenos frascos, que são trocados por outros de maior capacidade conforme seu volume aumenta, até que chegue a um biorreator de mil litros. Nesse biorreator, também chamado de fermentador, as células são alimentadas com nutrientes e oxigênio para que se multipliquem ainda mais e aumentem a densidade desses mil litros. Esse processo do 1 ml aos mil litros é chamado de expansão celular e precisa ser cuidadosamente conduzido por cerca de 40 dias.

É nesse biorreator que as células começam a interagir com os adenovírus de chimpanzé não replicantes, que são usados na vacina. A partir dessa interação, o adenovírus é preparado para atuar como vetor viral, que leva as informações genéticas do SARS-CoV-2 para que nossas células repliquem a proteína S, usada pelo novo coronavírus na invasão celular.

O conteúdo do biorreator precisa passar por uma série de processos após essa interação, como a clarificação e a purificação, já que ocorre um rompimento das células e a produção de partículas que não são necessárias na vacina. Depois de 45 dias, aquele 1 ml que inicia a expansão celular se torna mil litros do concentrado viral, que é conhecido como IFA.

Controle de qualidade

Toda a caminhada para chegar até o IFA é apenas a metade do trajeto, já que o controle de qualidade a que ele é submetido exige mais 45 dias. Os testes realizados nesse momento precisam garantir, entre outros critérios, que não houve contaminação de outros micro-organismos. A verificação mais importante, porém, é a que garante que o adenovírus não é capaz de se replicar, o que é essencial para a segurança da vacina.

“Temos que provar que ali dentro não tem nenhum adenovírus competente para replicação, porque ele poderia ter uma recombinação com o genoma da célula e voltar a ser replicante. Pode acontecer, mas é muito raro”, diz Krieger. “Por isso que demora tanto tempo, porque temos que garantir que não tem nenhuma partícula viral, em bilhões de partículas, que seja replicante”.

Essa questão é tão importante que foi o principal motivo dos questionamentos da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) em relação à vacina Sputnik V, que também tem a plataforma tecnológica de vetor viral. Após nova análise, a Anvisa autorizou a importação da vacina russa com restrições.

Garantidas a não replicação do adenovírus e a pureza do IFA, o insumo está pronto para o processamento final, que é a formulação das doses e seu envase em frascos estéreis, que são lacrados e rotulados. Essa é a parte da produção que a Fiocruz já tem realizado com o IFA importado da China e, entre a fabricação e mais testes de qualidade, ela demora entre 20 dias e um mês.

Bio-Manguinhos estima que mil litros do concentrado viral produzem cerca de 7 milhões de doses da vacina contra a covid-19. Como o instituto tem dois biorreatores, cada ciclo produz IFA para cerca de 15 milhões de doses.

Devido à urgência da pandemia, Bio-Manguinhos já vai trabalhar na capacidade máxima nos lotes de pré-validação e validação, nos quais a linha de produção é testada e certificada. “O padrão é fazer [os lotes de pré-validação e validação] com um terço do lote comercial, ou entre um terço e 50%. No nosso caso, pela urgência da vacina, pelo conhecimento que a gente já tem e o suporte que estamos recebendo dos nossos parceiros, vamos fazer no tamanho do lote comercial”, explica Krieger.

Certificação

As 15 milhões de doses produzidas a partir dos dois primeiros lotes de IFA só devem chegar ao Programa Nacional de Imunizações em outubro, daqui a quatro meses. O insumo está no início da expansão celular, e deve levar cerca de 45 dias para ficar pronto, mais 45 dias para ser testado e até um mês para ser formulado e envasado em doses com eficácia e segurança também asseguradas. Conforme a produção avançar, novos ciclos produtivos vão ser iniciados a partir da expansão celular, para que os resultados sejam entregas mensais ininterruptas de cerca de 15 milhões de doses a partir de outubro.

Além da assimilação dos processos produtivos e de controle de qualidade, a nacionalização do IFA ainda requer trâmites regulatórios. Conforme avança na produção, Bio-Manguinhos iniciará uma nova submissão contínua de documentos para que a Anvisa reconheça que a fábrica da Fiocruz garante a mesma qualidade que o Wuxi Biologics, de onde o IFA é importado. O laboratório chinês é registrado atualmente na Anvisa como o fornecedor do IFA da vacina Oxford/AstraZeneca, e o acréscimo de um novo fornecedor requer nova aprovação da agência, o que só deve ser concluído em outubro.

A qualidade do IFA de Bio-Manguinhos também será posta à prova em testes comparativos que serão feitos em laboratórios qualificados pela AstraZeneca no exterior. Dois lotes de pré-validação e três de validação passarão por esses testes, que vão garantir que o IFA nacional produziu doses equivalentes àquelas que foram desenvolvidas pelos cientistas da Universidade Oxford.

“Esse estudo é muito importante, nos dá bastante confiança, mas tem que ser feito por terceiros, até para não termos nenhum conflito de interesse em ser o produtor e atestar que o produto está adequado”, diz Krieger, que explica que tanto o IFA quanto as doses produzidas a partir dele serão comparados em diversos aspectos, que vão desde os processos produtivos até o resultado final.

Segundo o vice-presidente da Fiocruz, a fundação ainda negocia, com intermédio da AstraZeneca, para definir qual laboratório estará disponível para realizar o teste de comparabilidade o mais rápido possível.

Vacinas terapêuticas

A assimilação da plataforma tecnológica de vetor viral na Fiocruz abre caminho para outras pesquisas, que poderão modernizar vacinas existentes ou criar novas vacinas e tratamentos para doenças que desafiam a medicina.

Entre os pontos mais promissores da nova tecnologia, Krieger destaca a maior velocidade de fabricação e a eficácia mais alta na proteção contra as doenças que a vacina busca prevenir. No segundo caso, o vice-presidente de Inovação da Fiocruz sublinha que tanto as vacinas de vetor viral quanto as de RNA mensageiro municiam o corpo com o que é chamado de imunidade celular, que vai além da produção de anticorpos.

Essa defesa adicional, acrescenta, é importante porque, além de os anticorpos destruírem os invasores que tentam infectar as células, o corpo aprende a destruir as células que já foram infectadas, freando a replicação dos vírus no organismo.

“Essas vacinas permitem que você não ataque só o patógeno, mas ataque, por exemplo, a célula infectada. Fazendo uma analogia, isso seria muito desejado para o câncer. Poder usar uma vacina terapêutica [que trata a doença], em vez de uma vacina profilática [que previne a doença]”.

Krieger acrescenta que vacinas genéticas como as que têm sido usadas contra a covid-19 também podem ter potencial para atender a doenças causadas por protozoários, como é o caso da malária e da doença de Chagas, além de proporcionar respostas mais rápidas a futuras doenças que possam surgir.

“A pandemia foi uma catástrofe, mas acelerou a transferência para a sociedade de conhecimentos muito importantes que estavam sendo gerados na imunoterapia nos últimos anos. Não tenho dúvidas de que isso vai mudar a maneira como a gente vê a utilização das vacinas. Elas serão não só profiláticas, mas cada vez mais terapêuticas.

 

Com informações da Agência Brasil

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Anvisa deve aprovar extensão da validade de vacinas da Janssen

 

 

A agência decide ainda nesta semana se estende o prazo de validade das vacinas da Janssen que chegarem ao Brasil. Segundo o Gerente-geral de medicamentos da Anvisa, Gustavo Mendes, a aprovação da medida é provável. O pedido enviado pelo fabricante inclui estudos para provar a segurança e eficácia da vacina por um prazo mais longo.

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Covid-19: PE registra mais 2.877 casos e 79 mortes

 

Nesse sábado (12) a Secretaria Estadual de Saúde (SES) confirmou mais 2.877 casos do novo coronavírus (Covid-19). Entre os diagnosticados, 232 (8%) são casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) e 2.645 (92%) leves. Agora, Pernambuco totaliza 518.421 infectados pela doença, sendo 47.333 graves e 471.088 leves.

Também foram confirmadas 79 mortes, ocorridas entre 7 de julho de 2020 e a última sexta-feira (11). Agora Pernambuco totaliza 16.780 mortes pela Covid-19.

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Milhares de motociclistas apoiam Bolsonaro

 

Nesse sábado (12) o Presidente da República, Jair Bolsonaro, participou de um passeio de moto organizado por apoiadores em São Paulo. No grupo estavam os ilustres ministros do Meio Ambiente, Ricardo Salles e da Infraestrutura, Tarcísio de Freitas. Foram milhares de motociclistas.

Esta é a terceira e a ais impressionante manifestação de motociclistas em apoio a Bolsanaro nas últimas semanas, desde o início do ano. Primeiro foi em Brasília, na véspera do Dia das Mães, depois foi no Rio de Janeiro, num ato ainda maior, e agora na capital paulista.

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Morre, aos 80 anos, o ex-vice-presidente da República, Marco Maciel