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Apesar do IML de Salgueiro, prefeita de Serra Talhada vai pedir um

Os Sertões do Pajeú e Central, aonde se localizam Serra Talhada e Salgueiro respectivamente, não têm nenhuma unidade do Instituto de Medicina Legal, por isso mortos da região de Serra vão para Caruaru, no agreste do estado, e de Salgueiro são levados para Petrolina, no São Francisco.  O desgoverno de Paulo Câmara (PSB) iniciou, em meados de 2015, a construção de um IML em Salgueiro, mas a obra sofreu com atrasos e abandonos e ainda não foi concluída. É esperado que seja prioridade da gestão da atual Governadora, Raquel Lyra.

Apesar de ter esta obra em andamento no município que fica a cerca de 100 km, a prefeita de Serra Talhada, Márcia Conrado, revelou que colocou na pauta da reunião que terá junto com outros gestores do Sertão com a governadora Raquel Lyra, o pedido de um IML para Serra Talhada. “Precisamos contar com esse órgão. É inadmissível que as pessoas que necessitem desse atendimento tenham que ir a Caruaru, ou a Recife”, disse a gestora ao blogueiro Magno Martins.

Entendendo as dificuldades orçamentárias do Estado e reconhecendo que o IML de Salgueiro terá capacidade para atender ao município de Serra e outros do Pajeú e do Moxotó, não seria mais prudente e viável levar à reunião o pedido para que as obras em Salgueiro sejam concluídas? Fica a sugestão para a prefeita Márcia Conrado.

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Mendonça filho acusa PT de querer criar “polícia de opinião”

O Deputado Federal de Pernambuco, Mendonça Filho, acusou o Partido dos Trabalhadores de, sob o pretexto de supostamente combater as Fake News, pretender criar uma polícia opinião, com o propósito, na verdade, de “tirar a liberdade do cidadão nas redes sociais”. O ex-governador prometeu combater a proposta na Câmara Federal. Leia abaixo o que escreveu Mendonça no Instagram:

Sem arrodeio e indo direto ao ponto. O Governo do PT quer criar uma polícia de opinião. O “Pacote da Democracia”, que está sendo preparado para tirar a liberdade do cidadão nas redes sociais antes de decisões judiciais, nada mais

é do que oficializar a censura no Brasil.

Não vamos permitir que o PT use o combate à fake news para adotar medidas típicas de estado ditatorial. É inaceitável. Na Câmara dos Deputados vou combater com força a essa proposta autoritária e inconstitucional.

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Bruno Araújo deixa comando do PSDB

O presidente do PSDB, Bruno Araújo, anunciou nesta terça-feira, 24, o fim do seu mandato na executiva nacional do partido. A informação foi divulgada por meio de uma portaria, que antecipou o fim da gestão de Araújo e foi compartilhada nas redes sociais.

“O partido será entregue a novas e promissoras lideranças”, escreveu Araújo, em referência ao governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite, que vai assumir a presidência da legenda a partir de 2 de fevereiro.

Na carta direcionada à militância, Araújo ressaltou que é importante aprender com os erros cometidos, e afirma que a legenda manterá oposição ao governo.

“As divergências entre nós têm sido inúmeras, desde a fundação, em 1988. É o preço de sermos de um partido onde nunca houve um chefe, mas de iguais que debatem e lutam por cada ponto, cada vírgula, talvez até demais. Precisamos também aprender com nossos erros.”

Nova campanha do PSDB

Hoje, o partido começou a veicular uma campanha na tentativa de vender as “novas lideranças” do PSDB eleitas em 2022. A principal intenção é se posicionar como uma alternativa aos brasileiros. Atualmente, a sigla amarga um de seus piores momentos. Elegeu apenas 13 deputados federais em 2022.

Na peça publicitária, o partido coloca os três governadores eleitos para pregar que é “hora de diálogo” na política. “Não é arrastando para nenhum dos lados que os desafios do Brasil irão desaparecer. É preciso liderança, gestão e compromisso com a democracia”, afirmou o governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite.

Também aparecem na campanha a governadora de Pernambuco, Raquel Lyra, e o governador Eduardo Riedel, de Mato Grosso do Sul. “A hora é de diálogo, para resolver os problemas mais urgentes das famílias brasileiras”, observou Lyra.

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PL entra na justiça contra Teresa Leitão por abuso de poder econômico

O Partido Liberal não desistiu da vaga para o Senado em Pernambuco, o exemplo disso é que entrou com uma Ação de Investigação Judicial Eleitoral contra a senadora eleita Teresa Leitão (PT) e seus suplentes, a legenda alega que a petista cometeu abuso de poder econômico. Na ação o partido solicita a imediata suspensão da diplomação de Teresa.

No processo o PL defende que, ao ter suas contas de campanha rejeitadas pelo Tribunal Regional Eleitoral (TRE) na quais foi condenada a devolver R$ 450 mil, Teresa perdeu o direito de assumir o mandato no próximo dia 1° de fevereiro.

O PL acusa Teresa ainda de ter agida de má-fé ao contratar uma empresa de fachada para desviar recursos durante a campanha. Se a ação for julgada procedente, o TRE pode declarar a inelegibilidade da senadora e anular o seu diploma. Se isso ocorrer, novas eleições serão realizadas para o Senado, conforme o Código Eleitoral (§§ 3º e 4º do art. 224), mas após transitar em julgado.

Com informações do Blog do Magno

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Ministro de Lula premia a si mesmo com cargo que paga mais de R$ 20 mil

O ministro da Previdência Social, Carlos Lupi, nomeou a si mesmo como titular do conselho fiscal do Serviço Social do Comércio. A “autoindicação” consta no Diário Oficial da União, publicada no início de janeiro.

Formado por sete pessoas, cada uma recebe conforme participa de reuniões ordinárias. A cada encontro, recebe-se R$ 3,5 mil. No total, seis encontros ocorrem a cada mês. Portanto, um membro ganha pouco mais de R$ 20 mil.

Como ministro de Lula, Lupi recebe cerca de R$ 40 mil todo mês. Dessa forma, a remuneração dele pode chegar a R$ 60 mil.

Na mesma publicação, Lupi nomeou o tesoureiro do PDT, Marcelo Panella, para o conselho fiscal do Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial.

Ao portal UOL, a assessoria do ministro de Lula informou que as nomeações aos conselhos são atribuições dos ministérios e que as vagas antes eram ocupadas também por ministros: Onyx Lorenzoni, do Trabalho e Previdência, da qual o ministério atual foi desmembrado, e Ciro Nogueira, da Casa Civil.

Os conselhos fiscais de Sesc e Senac têm membros do governo federal, representantes de centrais sindicais e da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo.

O passado de Lupi

Ele foi demitido do cargo de Ministro do Trabalho do Governo Dilma no dia 4 de dezembro de 2011 por suspeita de corrupção. Quatro dias antes, o jornal Folha de S. Paulo publicou reportagem em que afirma que Lupi teve cargos-fantasma na Câmara dos Deputados por quase seis anos. A nova denúncia apontou que ele foi lotado na liderança do PDT de dezembro de 2000 a junho de 2006, mas no período exercia atividades partidárias como vice-presidente da sigla.

Funcionários do partido em Brasília confirmaram que Lupi não aparecia no gabinete da Câmara e se dedicava exclusivamente a tarefas partidárias. Parlamentares afirmaram que nunca tinham ouvido falar que o ministro havia sido contratado pela Câmara nesse período. As normas dizem que ocupantes desses cargos devem exercer funções técnicas e precisam trabalhar nos gabinetes.

Lupi foi acusado de usar avião particular do empresário Adair Meira, o que é proibido pelo Código de Conduta da Alta Administração Federal, que estabelece normas éticas para autoridades, onde é explícito ao proibir, por exemplo, ministros de Estado de “receber transporte, hospedagem ou quaisquer favores de particulares de forma a permitir situação que possa gerar dúvida sobre a sua probidade ou honorabilidade”. Ele também foi acusado de receber propina.

 

 

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CNBB responde a flexibilizações do governo Lula ao aborto

Reportagem da Revista Oeste

A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) divulgou, na manhã desta quarta-feira, 18, uma nota em que reprova a tentativa do governo Luiz Inácio Lula da Silva de flexibilizar o aborto.

Na segunda-feira 16, o Ministério da Saúde revogou seis portarias assinadas pelo ex-presidente Jair Bolsonaro. Entre elas, uma que previa a necessidade de que o médico avisasse a polícia em caso de aborto por estupro.

A CNBB pede esclarecimento ao governo federal, visto que “a defesa do nascituro foi compromisso assumido em campanha”. A instituição considera que “a hora pede sensatez e equilíbrio” e lembra que “qualquer atentado contra a vida é também uma agressão ao Estado Democrático de Direito”.

Na terça-feira 17, o governo retirou o Brasil de uma declaração internacional contra o aborto. A informação foi confirmada pelo ministro dos Direitos Humanos e da Cidadania, Silvio Almeida, ao jornal O Globo. Durante a campanha eleitoral, o presidente disse que, pessoalmente, era contra o aborto.

O documento ficou conhecido como Declaração do Consenso de Genebra sobre Saúde da Mulher e Fortalecimento da Mulher. O texto afirma que “não há direito internacional ao aborto nem nenhuma obrigação internacional por parte dos Estados de financiar ou facilitar o aborto”.

A saída do Brasil da declaração internacional ocorre um dia depois de o Ministério da Saúde revogar as portarias contra o aborto. A iniciativa marca mais uma mudança de postura do governo Lula.

No Twitter, o arcebispo dom Odilo Scherer, nomeado em 2017 pelo papa Bento XVI, ressaltou o posicionamento da Igreja sobre o tema. “A Igreja Católica não é a favor do aborto”, salientou. “Não é, nunca foi e nunca será a favor do aborto.”

Leia na íntegra a nota da CNBB

“A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) não concorda e manifesta sua reprovação a toda e qualquer iniciativa que sinalize para a flexibilização do aborto. Assim, as últimas medidas, a exemplo da desvinculação do Brasil com a Convenção de Genebra e a revogação da portaria que determina a comunicação do aborto por estupro às autoridades policiais, precisam ser esclarecidas pelo governo federal considerando que a defesa do nascituro foi compromisso assumido em campanha.

 A hora pede sensatez e equilíbrio para a efetiva busca da paz. É preciso lembrar que qualquer atentado contra a vida é também uma agressão ao Estado Democrático de Direito e configura ataques à dignidade e ao bem-estar social.

 A Igreja, sem vínculo com partido ou ideologia, fiel ao seu Mestre, clama para que todos se unam na defesa e na proteção da vida em todas as suas etapas — missão que exige compromisso com os pobres, com as gestantes e suas famílias, especialmente com a vida indefesa em gestação.

 Não, contundente, ao aborto!

 Possamos estar unidos na promoção da dignidade de todo ser humano.

 Brasília-DF, 18 de janeiro de 2023 

 Dom Walmor Oliveira de Azevedo

 Arcebispo de Belo Horizonte (MG)

 Presidente da CNBB

 Dom Jaime Spengler

 Arcebispo de Porto Alegre (RS)

 Primeiro Vice-Presidente da CNBB

 Dom Mário Antônio da Silva

 Arcebispo de Cuiabá (MT)

 Segundo Vice-Presidente da CNBB

 Dom Joel Portella Amado

 Bispo auxiliar da arquidiocese de São Sebastião do Rio de Janeiro (RJ)

 Secretário-geral da CNBB.”

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Filho de ex-prefeito pode ser vice de Márcia em 2024

Mal acabou o processo eleitoral geral, já está em campo a disputa municipal. Em Serra Talhada algumas movimentações já ocorreram: Carlos Evandro abandonou o grupo de Sebastião Oliveira e anunciou apoio à Márcia no seu projeto de reeleição em 2024. Em menos de 15 dias de aproximação, ele teve dois encontros com a prefeita, um durante assinatura de ordem de serviço para construção de escola no Distrito de Bernardo Vieira, outro em sua residência quando recebeu a gestora, seu marido e outros parentes.

Pois bem, a coisa parece que está bem adiantada, na última terça-feira (17) o filho do ex-prefeito, Cacá Menezes, foi lançando como o candidato a vice ideal da petista. O nome dele foi defendido em evento realizado na recepção da M2 Shows e Eventos, no bairro Ipsep, evento este, garantem, promovido por “amigos”. Presente ao evento, o vereador Zé Raimundo, da base governista e que também tem o nome especulado para a vice, fez elogios a Cacá e garantiu apoio.

Mas nem tudo são flores, o que é natural. O ex-presidente da Câmara de Vereadores do município, Ronaldo de Deja, de olho também na vaga, defende que seja realizada uma pesquisa para a escolha do companheiro de Márcia, numa chapa futura. O nome de Ronaldo também é especulado numa possível chapa com Luciano Duque, caso este rompa com Márcia e se lance candidato.

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Simão Durando inicia ano com obras de pavimentação em Petrolina – PE

No primeiro dia útil do ano, a Prefeitura de Petrolina já inicia o trabalho com obras do programa de pavimentação da cidade. Nesta segunda-feira (2), o prefeito Simão Durando acompanhou o começo do asfaltamento da Rua Padre Manoel de Nóbrega, no bairro Vila Débora, zona norte da cidade.

Ao todo, serão investidos R$ 340 mil, fruto de emenda do deputado federal Gonzaga Patriota. Esta, contudo, é apenas uma de 54 vias que estão sendo pavimentadas na cidade em janeiro. No último ano, o prefeito Simão autorizou a pavimentação de 140 ruas em 42 bairros da cidade.

De 2017 até agora, Petrolina ganhou 1.200 ruas asfaltadas com um investimento de R$ 227 milhões. Com esses recursos, o programa de pavimentação atual representa o maior já realizado na capital do Sertão do São Francisco.

“Todos os dias estamos em um bairro diferente autorizando obras. Fiz questão de vir aqui na Vila Débora verificar essa grande transformação que começa hoje, primeiro dia útil do ano. Os moradores estão felizes por sair da poeira e da lama. Isso é mais qualidade de vida para o nosso povo, mostrando o cuidado da gestão com a população. Essas obras também asseguram mais infraestrutura e geram milhares empregos no setor da construção civil. 2023 será um ano de muito trabalho nos quatro cantos da cidade”, concluiu o prefeito Simão Durando.

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Moraes dá 24h para PL apresentar relatório das urnas eletrônicas

Conteúdo da Revista Oeste

O ministro Alexandre de Moraes, presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), determinou nesta terça-feira, 21, que o Partido Liberal (PL) apresente, em 24 horas, o relatório que pede a anulação dos votos destas eleições em modelos de urnas de 2009, 2010, 2011, 2013 e 2015.

O PL protocolou o documento na segunda-feira 21 e o divulgou nesta terça-feira. Os modelos de urnas em questão somam pouco mais de 350 mil equipamentos.

A Coligação Pelo Bem do Brasil, do presidente Jair Bolsonaro, cita uma auditoria realizada pelo Instituto Voto Legal (IVL). “Foram constatadas evidências contundentes do mau funcionamento das urnas eletrônicas através de eventos registrados nos arquivos logs de urna”, informou o grupo.

O documento mostra que “apenas as urnas eletrônicas modelo UE2020 geraram arquivos log com o número correto do respectivo código de identificação”. Esse modelo corresponde a quase 225 mil urnas, representando 40% do total.

Em pronunciamento do presidente nacional do PL, Valdemar Costa Neto, o engenheiro Carlos Rocha, do IVL, explicou que o log da urna é parecido com um “diário” e que cada linha presente no log registra uma atividade de cada equipamento. O profissional participou da elaboração do relatório mencionado pelo PL.

“Em algumas urnas, apareciam números inválidos”, afirmou Rocha. “Constatamos que existem dois comportamentos diferentes nas urnas novas. Nelas, o código de identificação das urnas é correto, mas o das urnas antigas, de 2009 até 2015, encontramos um número inválido na quarta coluna do log.”

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Bolsonaro entra com ação para invalidar votos de 5 modelos de urnas

O presidente Jair Bolsonaro (PL) entrou com uma representação no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) pedindo que os votos de cinco modelos de urnas sejam invalidados. São estes os modelos: 2009, 2010, 2011, 2013 e 2015.

Protocolado na segunda-feira 21, o documento só foi divulgado nesta terça-feira, 22. Os modelos em questão somam pouco mais de 350 mil equipamentos.

Na ação, a coligação de Bolsonaro cita uma auditoria realizada pelo Instituto Voto Legal (IVL). “Foram constatadas evidências contundentes do mau funcionamento das urnas eletrônicas através de eventos registrados nos arquivos logs de urna”, informou o grupo.

“Apenas as urnas eletrônicas modelo UE2020 geraram arquivos log com o número correto do respectivo código de identificação”, mostrou o documento. O modelo de 2020 corresponde a quase 225 mil urnas, representando 40% do total.

Durante uma coletiva de imprensa do PL, o engenheiro Carlos Rocha, do IVL, que participou da elaboração do relatório, explicou que o log da urna é parecido com um “diário” e que cada linha presente no log registra uma atividade de cada equipamento.

“O programa que constrói o log lê dois dados e duas informações do hardware”, disse Rocha. O engenheiro buscou uma plataforma de dados com todos os arquivos do log para montar uma tabela, a fim de analisar cada equipamento.

“Em algumas urnas apareciam um número inválido”, afirmou o engenheiro. “Constatamos que exitem dois comportamentos diferentes nas urnas novas [modelo 2020]”, declarou. “Nela, o código de identificação da urna é correto, mas o das urnas antigas, de 2009 até 2015, encontramos um número invalido na quarta coluna do log. É difícil assimilar o código ao hadware.”