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Pernambuco autoriza redução do intervalo de aplicação entre doses da Pfizer para 60 dias

 

O Governo de Pernambuco autorizou, nesta quinta-feira (09), a redução do intervalo de aplicação entre as duas doses da vacina contra Covid-19 da Pfizer/BioNTech de 90 para 60 dias. A informação foi divulgada pelo secretário estadual de Saúde, André Longo, durante coletiva de imprensa, que também contou com a presença do médico e representante da Sociedade Brasileira de Imunizações no Comitê Técnico Estadual para Acompanhamento da Vacinação contra a Covid-19, Eduardo Jorge da Fonseca.

O objetivo é ampliar o número de pessoas com o esquema vacinal completo, evitando adoecimentos graves e óbitos pela doença. A decisão de reduzir o intervalo foi pactuada pela Secretaria Estadual de Saúde (SES-PE) e o Conselho de Secretarias Municipais de Saúde de Pernambuco (Cosems). A nota técnica já foi encaminhada aos gestores municipais, que irão organizar sua rede e informar a sua população sobre quando será feita a alteração.

“Precisamos acelerar o processo de vacinação dos pernambucanos. A proteção da vacina é mais efetiva quando aplicadas as duas doses, por isso a importância dessa redução. Além disso, a população que está com a segunda dose em atraso também precisa finalizar seu esquema. Atualmente, são mais de 650 mil pernambucanos com a segunda aplicação em atraso. Os municípios precisam convocar esse público e fazer busca ativa para que possamos garantir a proteção ideal”, afirmou o secretário.

De acordo com o sistema de informação do Ministério da Saúde (MS), que é alimentado pelos municípios, atualmente, há 653.671 pessoas com segundas doses das vacinas contra a Covid-19 em atraso em Pernambuco. Desse total, 459.493 precisam finalizar o esquema vacinal com a Astrazeneca/Oxford/Fiocruz, 160.486 com a Coronavac/Butantan e 33.692 com a Pfizer/BioNTech.

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Presidente da Fundação Cultural de ST está internado

 

O escritor Anildomá Willians está internada no Hospital Santa Marta em Serra Talhada. A informação foi confirmada pela esposa dele, Cleonice Maria, que é Presidente do Partido dos Trabalhadores no município. Ela disse:

“Domá está realizando todos os exames necessários e os médicos estão investigando o seu caso. Não está sedado nem entubado. O quadro segue estável e ele está respondendo bem à toda medicação. A família agradece a preocupação e desejo de melhoras de todos”, conclui. A informação que circula é que ele teria se sentido mal e foi à unidade.

De acordo com informações do Blog do Nill Junior, a informação que circula é que o presidente da Fundação Cultural de Serra Talhada teria se sentido mal e, por precaução, decidiu ir ao hospital. Os resultados de exames são aguardados e devem apontar o que causou o mal-estar.

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Diretor da OMS faz elogios ao programa de vacinação contra covid no Brasil

 

O diretor-geral da Organização Mundial da Saúde (OMS), Tedros Adhanom, parabenizou o Ministério da Saúde pelos bons resultados do programa de vacinação contra a Covid-19 no Brasil.

Tedros Adhanom e o ministro Marcelo Queiroga reuniram-se na manhã de domingo (5), em Roma, após a abertura da reunião com os ministros da Saúde do G20.

A conversa foi bem diferente do que faz parecer o noticiário nacional, que costuma dar destaque às “informações” críticas da entidade mundial de Saúde, difundidas por sua assessoria.

O encontro entre os responsáveis mostrou que a aplicação de mais de 200 milhões de doses na população e a manutenção da média de mais de um milhão de doses diárias há meses impressionou positivamente.

Durante o encontro, o diretor da OMS também felicitou o Brasil pela perspectiva de transição de país importador de vacinas a país exportador de imunizantes em três plataformas tecnológicas. A de vírus inativado, a de vetor viral recombinante e a de RNA mensageiro (mRNA).

No país, duas instituições públicas já fabricam vacinas a partir de Ingrediente Farmacêutico Ativo (IFA) estrangeiro e, graças a um acordo de transferência de tecnologia, em breve a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), vinculada ao Ministério da Saúde, passará a produzir doses com o IFA próprio e 100% nacional.

Recentemente, a empresa farmacêutica brasileira Eurofarma e a americana Pfizer firmaram um acordo para que o imunizante de mRNA possa ser produzido em solo brasileiro, trazendo investimento para o país e inserindo o Brasil como o foco dos negócios da empresa na América do Sul.

“O complexo econômico-industrial de saúde do Brasil tem capacidade produtiva, competência técnica, ambiente regulatório seguro e ampla experiência para servir como hub regional na produção de insumos para a América Latina e Caribe”, pontuou Queiroga.

O ministro Marcelo Queiroga também ressaltou a adaptação e uso dos parques industriais veterinários para a fabricação de imunobiológicos para humanos, o que pode ampliar a capacidade nacional, atrair investimentos e ajudar os países que estão em dificuldade quanto à aquisição de doses a imunizar suas populações.

Pandemia

Tedros Adhanom apresentou ao ministro o panorama de discussões a respeito de eventual instrumento internacional sobre pandemias e pediu o apoio brasileiro ao projeto. Queiroga reconheceu a importância da iniciativa e do fortalecimento dos sistemas de saúde nacionais como medida para melhor prevenção, prontidão e resposta para qualquer emergência sanitária.

“Gostaríamos de sugerir a criação de um Grupo de Trabalho no âmbito da OMS para auxiliar os Estados na preparação dos sistemas nacionais de saúde ao cenário pós-Covid. A OMS poderia contribuir por meio de sugestão protocolos de tratamento e diagnóstico para pacientes e por meio do compartilhamento de experiências de centros de referência de reabilitação”, sugeriu o ministro.

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Embargo da China à carne brasileira pode derrubar preço

 

A China suspendeu a importação de carne bovina brasileira devido a confirmação de dois casos da doença conhecida como “Vaca Louca”, o resultado disso, avalia o governo federal, é que o produto pode sofrer um curto choque, de um ou dois meses, em que a ampliação da oferta no mercado interno pode fazer os preços caírem para o consumidor.

Os casos de Vaca Louca foram confirmados pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), no sábado dia 4, em frigoríficos de Belo Horizonte (MG) e de Nova Canaã do Norte (MT), por isso, em cumprimento a um protocolo sanitário, as exportações de carne bovina brasileira para a China estão suspensas.

O blog da Ana Flor apurou que em reunião de ministros na sexta-feira (3), a avaliação foi de que as ações sanitária tomadas foram rápidas e que se trataram de dois casos atípicos, que costumam acometer o gado de idade mais avançada, sem maiores riscos. Nos próximos um a dois meses a apuração sobre os dois casos deve ser concluída e o Brasil segue com status de risco insignificante para a doença.

Os ministros também debateram na reunião que a suspensão de importação da carne brasileira pela China – que passou a valer no sábado – vai impactar as exportações brasileiras, mas no curto prazo. No mesmo dia, já era possível ver os preços da arroba do boi gordo caindo. A informação é de que os frigoríficos brasileiros seguirão com a produção, mesmo com a proibição da entrada de carne brasileira na China.

O país asiático é o principal destino da carne bovina do Brasil, respondendo por mais de 50% do total exportado. Em agosto, houve recorde na venda, segundo a Associação Brasileira de Frigoríficos (Abrafrigo), com receitas de mais de US$ 1,1 bilhão.

O professor sênior de Agronegócio do Insper, Marcos Jank, coordenador do centro Insper Agro Global, afirmou que pode haver queda temporária nos preços da carne no Brasil, pela maior oferta, caso o embargo da China dure mais do que alguns dias.

Sergio Vale, economista-chefe da MB Associados, afirmou que o impacto na exportação brasileira pode ser preocupante apenas no curto prazo, já que se tratam de relatos de casos atípicos da doença.

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Membro da delegação argentina falsificou declarações sanitárias

 

O documento oficial da Anvisa sobre a confusão do jogo entre Brasil e Argentina mostra que um membro da delegação argentina, Fernando Ariel Batista, falsificou informações de quatro jogadores argentinos. Eles tinham passado pelo Reino Unido, o que exigiria cumprimento de quarentena no Brasil, mas não há essa informação nas declarações sanitárias preenchidas por Batista.

Neste domingo (5), agentes da Polícia Federal e da Anvisa entraram no campo da Neo Química Arena, em São Paulo, para retirar os quatro jogadores que descumpriram a quarentena contra a disseminação do coronavírus: Emiliano Martínez, Buendía, Cristian Romero e Giovani Lo Celso.

Depois, a Confederação Sul-Americana de Futebol (Conmebol) suspendeu o jogo pelas eliminatórias da Copa do Mundo, organizadas pela Fifa. Os atletas foram notificados a deixar o Brasil, mas não serão investigados.

Veja seis pontos que chamam atenção no documento da Anvisa:

1 – A investigação começou com o que a agência classifica de rumor. Diz a agência que o “rumor” foi comunicado à Coordenação de Vigilância Epidemiológica de Portos, Aeroportos e Fronteiras na sexta-feira (3). Dá conta que quatro atletas, cujo nomes não eram identificados, entraram no Brasil sem cumprir as restrições sanitárias.

2 – Confirmado o rumor, a agência aponta o nome do responsável pela falsificação. “Informamos ainda que todas as declarações foram preenchidas por uma única pessoa – Senhor Fernando Ariel Batista – Associação de Futebol Argentina – AFA”.

3 – A Anvisa entrou em contato com as autoridades sanitárias do estado de São Paulo. Depois delas, a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) foi informada do problema. “Às 10 horas do dia 4 de setembro (sábado), a equipe da vigilância epidemiológica e a Coordenadoria de Controle de Doenças do Estado de São Paulo reuniram-se com a equipe da CBF para informar o ocorrido e realizar a devida articulação com os responsáveis pela partida, a Conmebol.”

4 – Ainda de acordo com a Anvisa, a CBF repassou a informação à Confederação Sul-Americana de Futebol (Conmebol) e à delegação argentina. “O chefe de equipe da seleção argentina, assim como membros da Conmebol e CBF foram notificados sobre a ocorrência, tendo recebido a orientação de que os 4 jogares em questão deveriam permanecer nos seus referidos quartos, não podendo participar do treino na Arena Neo Química, previsto para as 18h30 de sábado.”

5 – Sem solução para o problema, a vigilância em saúde do estado de São Paulo solicitou reunião para as 17h de sábado. Não foi por falta de aviso. Nesta reunião, representantes da Conmebol, CBF e Delegação da Argentina participaram como ouvintes. Estavam presentes ainda autoridades, a equipe técnica do Ministério da Saúde, o Ministro da Saúde em exercício, além da equipe técnica da Vigilância Epidemiológica e Sanitária e a Coordenadora de Controle de Doenças da Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo.

6 – Na reunião, a Conmebol e a delegação da Argentina foram orientadas a formalizar o pedido de excepcionalidade para que os jogadores pudessem treinar no sábado e jogar no domingo. A Anvisa pediu a máxima urgência pra o argentinos, para que a análise da documentação fosse viável antes da realização do jogo. E deu o caminho das pedras: o pedido teria que ser analisado pelo Ministério da Saúde, além de um posicionamento final da Casa Civil. Mas esse pedido não foi feito.

CategoriasCulturaSaúde

ASTUR não acredita em carnaval de rua em 2022

 

Em entrevista à Rádio Pajeú na manhã desta segunda-feira (06) o Presidente da ASTUR (Associação das Secretarias de Turismo de Pernambuco) Edygar Santos, avaliou que os sinais das Secretarias de  Saúde e de Desenvolvimento Econômico do Estado indicam preocupação com os riscos para a realização do carnaval em 2022 em Pernambuco:

Podem acontecer alguns eventos em ambientes fechados, mas ainda não acredito em festa aberta”, disse Edygar, que mostrou receio de que as festas de momo sejam vetores para a proliferação da variante Delta.

Recentemente a secretária executiva de Desenvolvimento Econômico, Ana Paula Vilaça, avisou que o  “Carnaval de 2022 ainda não foi liberado e que os eventos-teste precisam acontecer primeiro para que seja feita a análise sobre novas flexibilizações e avanços”.

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Araripina em PE comemora seu 93º aniversário dia 11

 

Presente entre as cidades que mais se desenvolvem em Pernambuco, Araripina distante 680 km de Recife, completa 93 anos de emancipação política neste sábado (11.09). O município tem sido o destino de grandes investimentos públicos e privados e referência na geração de emprego e renda. Em virtude das restrições sanitárias, o tradicional desfile cívico não será realizado.

A programação de comemoração da data, por parte da prefeitura, prevê a inauguração de obras nas áreas da educação e infraestrutura urbana, das reformas de escolas e quadras poliesportivas, pavimentação de diversas ruas de dois grandes bairros, aquisição de novos veículos, entrega de carteira de identificação das crianças com autismo, exames de mamografia, premiação do concurso cultural e do desafio de triatlo, além da tradicional cavalgada.

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Multidão acompanha motociata Bolsonarista em PE

 

A rápida passagem de Bolsonaro, natural pré-candidato a reeleição, pela região nordeste, contrasta com a visita de Lula há alguns dias. Em Pernambuco o petista se reuniu apenas com lideranças politicas e visitou somente aliados do MST. Para banho de mar no Ceará, ao lado da namorada Janja, o pré-candidato do Partido dos Trabalhadores necessitou da colaboração do governo local que interditou um trecho de 500 metros para que pudesse tomar banho tranquilamente.

Os dois cenários nos obrigam a refletir sobre aquilo que dizem os levantamentos sobre intenção de votos de diversos institutos de pesquisa: Lula, que não mostrou ter o poio das pessoas durante passagem pela região onde é mais popular, aparece liderando a maioria destes cenários contra um pré-candidato que dizem é impopular no Nordeste, mais que no entanto, como mostram vídeos do evento realizado em Santa Cruz, consegue atrair o povo para prestigiar sua passagem pela cidade.

CategoriasSaúde

PE já recebeu mais de 10 milhões de imunizantes contra a Covid-19

 

A campanha de vacinação contra a Covid-19 no Brasil começou no final de janeiro e, de lá para cá, o estado de Pernambuco já recebeu 10.422.650 doses. Mais de meio milhão deste total chegou apenas nessa quarta-feira (01). Os imunizantes da Coronavac/Butantan desceram no Aeroporto Internacional do Recife/Guararapes em três voos entre os turnos da manhã e tarde.

Foram 76 volumes com as doses, que conforme os protocolos de praxe, seguiram para a sede do PNI-PE (Programa Estadual de Imunização), onde todas as doses, de todos os carregamentos que chegam, são checadas e depois distribuídas. Os imunizantes chegaram aos municípios por meio das 12 Gerências Regionais de Saúde (Geres), o que já ocorreu na manhã de hoje.

Estes mais de meio milhão de doses devem ser utilizadas na primeira e segunda aplicação de todos os públicos alvos da campanha.

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PE registra a pior taxa de desemprego de todo o Brasil

 

Pernambuco registrou a maior taxa de desemprego em todo o Brasil, no segundo trimestre de 2021. No estado, o índice de desocupação no período ficou em 21.6%, enquanto no Brasil ela chegou a 14,1%.

É o que apontou a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua) divulgada, nesta terça (31), pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

O IBGE disse que o segundo trimestre de 2021 em Pernambuco registrou um aumento de desocupação de 0,2%, em relação ao primeiro trimestre de 2021, que teve taxa de 21,3%.

Houve também um aumento de 6,5% frente aos números do mesmo trimestre de 2020, com desemprego de 15,5%.

Segundo a pesquisa, no país, no segundo trimestre de 2021, houve queda de 0,6 %, em relação ao primeiro trimestre deste ano e alta de 0,8% diante dos dados do segundo trimestre de 2020

Gerente de Planejamento de Gestão do IBGE em Pernambuco, Fernanda Estelita Lima afirmou que os números têm relação com reflexos da pandemia.

Segundo ela, Pernambuco agiu rapidamente para evitar a disseminação do novo coronavírus, suspendendo a maioria das atividades, no período avaliado.

“Em abril, estava quase tudo fechado mesmo. E isso refletiu nos setores, principalmente, em serviços’, comentou.

Ainda de acordo com Fernanda, além disso, quando começou a reabertura gradual, as pessoas que tinham deixado de procurar emprego voltaram ao mercado em busca de uma ocupação. “Isso pressionou os números, a partir de maio”, afirmou.

Os números da pesquisa mostram, ainda, que a taxa de participação na força de trabalho foi 52,4%. Isso representa, em Pernambuco, um aumento de 0,4%, em relação ao trimestre anterior, e de 7,1% maior na comparação com o mesmo trimestre de 2020, que teve taxa de 45,3%.

Em relação a essa força de trabalho, disse o IBGE, 3.218.000 pessoas estavam ocupadas no período avaliado, 885.000, encontravam-se desocupadas.

“São números que demonstram estabilidade se comparados ao trimestre anterior, com 3.202.000 ocupados e 868.000 desocupados”, afirmou o IBGE.

A pesquisa apontou também a situação legal das pessoas que conseguiram emprego. Ao todo, 871 mil tinha carteira assinada, 464 mil estavam sem o documento.

Os trabalhadores domésticos com carteira de trabalho assinada eram 36 mil. Nessa mesma categoria, sem o documento, o IBGE registrou 111 mil.

No setor público, eram 41 mil com carteira de trabalho assinada e 126 mil sem carteira o documento. Militares e funcionários públicos estatutários totalizaram 351 mil. Os trabalhadores por conta própria somaram 1,09 milhão.

Comércio, reparação de veículos automotores e motocicletas empregaram 636 mil pessoas. A administração pública, defesa, seguridade social, educação, saúde humana e serviços sociais totalizaram 590 mil empregos.

A Indústria em geral ficou com 361 mil empregados e agricultura, pecuária, produção florestal, pesca e aquicultura somaram 338.000 mil.

“Os números demonstram estabilidade em relação ao trimestre exatamente anterior”, observou o IBGE.

Rendimento e subocupação

O rendimento médio real de todos os trabalhos das pessoas ocupadas foi R$ 1.881. Isso representa uma redução de R$ 1, em relação ao trimestre anterior.

Em comparação ao mesmo trimestre de 2020, o rendimento médio ficou em R$ 1.931. Esse número foi 2,6% menor.

Por fim, o IGBE informou que os indicadores de subutilização mostram que das pessoas ocupadas 294 mil estavam subocupadas por insuficiência de horas trabalhadas. O número de desalentados no 2° trimestre de 2021 foi de 391 mil pessoas.

Sobre as perspectivas para o futuro, Fernanda Estelita, do IBGE em Pernambuco, acredita que a situação deve melhorar.

Segundo ela, os índices de ocupação vão aumentar, à medida que a economia seja reaberta, diante dos avanços da vacinação contra a Covid.

“Acredito que em Pernambuco, se os números da pandemia ficarem realmente menores, até o fim do ano, deveremos ter mais pessoas empregadas no turismo e nos serviços”, comentou.

Nacional

O IBGE mostrou também a situação do desemprego no resto do Brasil. As maiores taxas de desocupação, além de Pernambuco, foram registradas no seguinte estados: Bahia (19,7%), Sergipe (19,1%) e Alagoas (18,8%).

As menores taxas foram as de Santa Catarina (5,8%), Rio Grande do Sul (8,8%), Mato Grosso (9,0%), Paraná (9,1%) e Mato Grosso do Sul (9,9%) que ficaram abaixo de 10,0%.

Foi registrada redução na desocupação nos seguintes estados: Amazonas (-1,9%.), Espírito Santo (-1,5%), Rio de Janeiro (-1,5%) e Minas Gerais (-1,3%.).

A taxa de desocupação foi de 11,7% para homens e 17,1% para mulheres, e ficou abaixo da média para brancos (11,7%) e acima para pretos (16,6%) e pardos (16,1%).

A taxa para pessoas com nível superior incompleto (16,5%) foi considerada “muito superior” ao número de brasileiros com o nível superior completo (7,5%).

Subutilização

A taxa composta de subutilização da força de trabalho (percentual de pessoas desocupadas, subocupadas por insuficiência de horas trabalhadas e na força de trabalho potencial em relação à força de trabalho ampliada) foi de 28,6%.

As maiores taxas foram do Piauí (46,6%), Maranhão (46,3%) e Sergipe (44,1%). As menores foram de Santa Catarina (10,6%), Mato Grosso (15,0%) e Rio Grande do Sul (17,7%).

O número de desalentados foi de 5,6 milhões de pessoas. A maior parte delas estava na Bahia (715 mil desalentados, ou 12,8% do contingente nacional).

O percentual de desalentados na força de trabalho ou desalentada foi de 5,2%. Maranhão (19,7%) e Alagoas (16,5%) tinham os maiores percentuais.