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Custo de vida cai para quase todas as classes sociais

Conteúdo da Revista Oeste

De acordo com o levantamento do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), o custo de vida em setembro ficou menor em quase todas as classes sociais, comparando com o mês anterior. Apenas para a população de renda mais alta houve inflação. Os dados foram divulgados na quinta-feira 13.

A maior queda do custo de vida ocorreu para as famílias de renda média: -0,35%. Além disso, a inflação desacelerou para todas as faixas de renda, comparando com 12 meses antes. Em agosto, a alta dos preços fechou entre 8,2% e 9,2%. No mês passado, esse número oscilou de 6,9% a 8,2%.

No acumulado em 12 meses, até setembro, todas as classes de renda registraram desaceleração inflacionária, na comparação com o mês imediatamente anterior”, informa o Ipea, em nota. “Em termos absolutos, a faixa de renda média-baixa aponta a menor inflação acumulada em 12 meses (6,9%) e a faixa de renda alta registra a maior taxa no período (8,0%).”

Segundo o comunicado do Ipea as deflações dos grupos transportes, comunicação e alimentos e bebidas se constituíram nos principais pontos de alívio da inflação para todos os segmentos de renda pesquisados. “No caso dos transportes, as quedas de 8,3% da gasolina e de 12,4% do etanol explicam grande parte do recuo dos preços em setembro”, informa.

“Nota-se, no entanto, que, para as famílias de renda alta, parte desse alívio vindo das deflações dos combustíveis foi anulada pelos reajustes das passagens aéreas (8,2%) e do transporte por aplicativo (6,1%)”, complementa. “O peso desses itens em suas cestas de consumo é relativamente maior que o observado nas demais faixas de renda.”

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Caem os preços do arroz, do feijão e da carne

Conteúdo da Revista Oeste

Pelo quarto mês seguido, caíram os preços do arroz, do feijão e das carnes no Brasil em setembro, incluindo bovinos, suínos e carneiros. O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou os dados nesta terça-feira, 11.

A mistura é uma das bases alimentares do país. De acordo com o IBGE, em setembro, os preços do arroz caíram 0,64%. Para o feijão, a redução variou de 1,67% a 4,78%, a depender do tipo do grão. No caso das carnes, incluindo bovinos, suínos e carneiros, a queda média foi de 0,72%.

Os resultados fazem parte do levantamento para calcular o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). Conforme os dados publicados hoje, o indicador entrou no terceiro mês seguido de queda em setembro.

No mês de setembro, o preços dos alimentos caíram 0,51%. Na lista, queda como a dos preços do leite longa vida (-13,71%) e óleo de soja (-6,27%).

Na cesta que compõe o cálculo do IPCA, os alimentos tiveram 22% de peso no mês passado. O indicador fechou em queda de 0,29% em setembro, mantendo a sequência de redução de agosto (-0,36%) e de julho (-0,68%). No acumulado do ano, o índice caiu de 4,39% para 4,09%.

“Os alimentos vinham apresentando crescimento desde o começo do ano, inclusive altas fortes em março [2,42%]  e abril (2,06%)”, afirma Pedro Kislanov, gerente da pesquisa do IPCA. “Essa queda de setembro é a primeira desde novembro de 2021 (-0,04%).”

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Petrobras anuncia redução de 6% no preço do gás de cozinha

A Petrobras anunciou nesta quinta-feira (22) a redução em 6% do preço do gás de cozinha vendido em botijão. Com isso, o preço médio pela estatal cobrado das distribuidoras passa de R$ 4,0265 por quilo para R$ 3,7842/kg a partir de amanhã, o que equivale a R$ 49,19 por 13 quilos. Essa é a segunda queda no preço do gás em agosto.

A última mudança no preço do GLP havia sido feita no dia 13, quando o quilo passou de R$ 4,23 para R$ 4,03, equivalendo a R$ 52,34 por 13 kg. O gás de cozinha, porém, acumulava consecutivas altas: em março, de 16,1%; em outubro do ano passado, 7,2% e julho do mesmo ano, 6%.

Segundo dados da Agência Nacional do Petróleo (ANP), na semana encerrada em 17 de setembro, o botijão foi vendido, em média, a R$ 113,25 no país.

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Petrobras reduz preço do gás de cozinha em R$ 2,60 por botijão

A Petrobras anunciou, nesta 2ª feira (12.set.2022), redução de 4,7% no preço do botijão. O gás de cozinha sairá de R$ 4,23 para R$ 4,03 por quilograma a partir de 3ª (13.set) nas refinarias da estatal. A redução será de R$ 2,60 por botijão de 13 quilogramas, vendido para as distribuidoras por em média R$ 52,34.

É a 1ª redução no ano para o combustível. Segundo a Petrobras, o corte está de acordo com sua política de preços, “que busca o equilíbrio dos seus preços com o mercado, mas sem o repasse para os preços internos da volatilidade conjuntural das cotações e da taxa de câmbio”.

Hoje, o botijão de gás custa em média R$ 111,57, segundo dados da ANP (Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis). Equivale a 9,2% do salário mínimo. Em 2022, o gás já aumentou 9,1% no preço ao consumidor, depois de alta de 35,8% no ano anterior.

A alta é explicada pelo aumento do preço do barril de petróleo no mercado internacional e pela taxa de câmbio desfavorável. Desde 2016, a Petrobras adota a política de preço de paridade de importação, o chamado PPI, que equipara os valores no mercado interno ao preço dos combustíveis importados, repassando as oscilações ao consumidor.

Com a queda no preço do barril de petróleo, a Petrobras tem sido mais rápida para repassar reduções nos preços. Desde a posse de Caio Mario Paes de Andrade como presidente da estatal, os preços da gasolina foram reajustados 4 vezes no intervalo de 44 dias. Somam R$ 0,74 a menos por litro.

Já o diesel foi reajustado duas vezes, com redução total de R$ 0,42 por litro. O corte desta 2ª feira (12.set) é o 1º para o gás de cozinha.

Como mostrou o Poder360, o teto de ICMS (Imposto sobre a Circulação de Mercadorias e Serviços) reverteu a alta no preço da gasolina em 2022, mas não teve o mesmo efeito sobre o gás e o diesel.

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Petrobras reduz em 7% preço de venda de gasolina para distribuidoras

A Petrobras anunciou redução no preço médio de venda de gasolina A para as distribuidoras. O valor passará de R$ 3,53 para R$ 3,28 por litro, uma redução de R$ 0,25 por litro, a partir desta sexta-feira (2), o que representa queda de 7,08%.

A redução desta quinta-feira é a quarta anunciada pela companhia em menos dois meses.

“Essa redução acompanha a evolução dos preços de referência e é coerente com a prática de preços da Petrobras, que busca o equilíbrio dos seus preços com o mercado, mas sem o repasse para os preços internos da volatilidade conjuntural das cotações internacionais e da taxa de câmbio”, disse a estatal em nota.

A petroleira diz ainda que, considerando a mistura obrigatória de 73% de gasolina A e 27% de etanol anidro para a composição da gasolina comercializada nos postos, a parcela da companhia no preço ao consumidor passará de R$ 2,57, em média, para R$ 2,39 a cada litro vendido na bomba.

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Gasolina encerra agosto com queda de quase 11%

O preço médio da gasolina no Brasil está fechando o mês de agosto com uma queda de 10,93% em relação ao preço médio do mês de julho. As informações são de uma consultoria especializada na gestão de frotas, a Valecard.

Segundo essa consultoria, o preço médio no Brasil está em R$ 5,66, sendo o menor patamar desde fevereiro de 2021, quando estava em R$ 5,16. Essa queda tem muito a ver com a redução de impostos como o ICMS, PIS e COFINS. Os preços dependem de uma série de fatores e variáveis que mudam entre bairros, cidades e Estados.

Em São Paulo, segundo a consultoria, o preço médio estava em R$ 5,43 em agosto, enquanto no Rio de Janeiro, o preço ficou em R$ 5,63. A expectativa é de mais quedas nos preços nas próximas semanas.

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Brasil gerou 218.902 empregos formais em julho

O Brasil gerou 218.902 vagas de empregos com carteira assinada no mês de julho. No acumulado de 2022, foram gerados 1.560.896 empregos formais, conforme consta do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Novo Caged) divulgado hoje (29) pelo Ministério do Trabalho e Previdência.

Entre agosto de 2021 a julho de 2022 (últimos 12 meses), o saldo positivo ficou em 2.549.939 vagas geradas. Com isso, o estoque total de trabalhadores com carteira assinada está em 42.239.251. Ainda segundo o Caged, de julho de 2020 a julho de 2022 o saldo positivo está em 5.542.283 novos postos de trabalho “decorrentes de 43.141.648 admissões e 37.599.365 desligamentos no período”.

Os cinco segmentos analisados registraram saldos positivos em julho. O maior crescimento foi o de Serviços, que apresentou saldo positivo de 81.873 postos de trabalho formais. O grupamento Indústria registrou 50.503 novos postos; e o Comércio, gerou 38.574 vagas no mês.

No acumulado do ano, a construção civil foi o setor com melhor desempenho, ao registrar crescimento de 9,38% no estoque de empregos formais. O de serviços gerou 874.203 vagas, seguido pela indústria, com 266.824 novos empregos.

São Paulo foi o estado que registrou, no mês, maior número de empregos formais gerados: 67.009, o que representa uma alta de 0,51%. Minas Gerais agregou 19.060 novos postos (0,43%); e Paraná agregou mais 16.090 empregos formais (0,55%).

“Do ponto de vista regional o grande destaque foi a Região Norte, com um crescimento de 0,8% da força de trabalho, o maior crescimento relativo entre as cinco regiões brasileiras”, destacou o ministério.

Com relação aos salários, pelo segundo mês seguido observou-se aumento no salário médio real de admissão. Na média, o valor acertado ficou em R$ 1.926,54, o que representa uma alta de 0,80%. “Comparado ao mês anterior houve um acréscimo real de R$ 15,31, sendo o maior crescimento verificado no setor do comércio, R$ 1.685,67, variação de 1,95%”, detalhou o levantamento. (Agência Brasil)

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Inflação pode terminar 2022 abaixo de 6,5%, diz Campos Neto

Informações da CNN Brasil

O presidente do Banco Central (BC), Roberto Campos Neto, afirmou nesta terça-feira (23) que a inflação pode terminar o ano abaixo de 6,5%, mas que ainda não há motivos para celebração, pois a inflação continua persistente.

“Quando olhamos para o Brasil, vemos uma inflação persistente, mas que está em queda. Este ano, a inflação vai ficar em 6,5%, talvez um pouco menos, mas não vamos celebrar isso porque ainda temos um grande trabalho pela frente”, disse, durante apresentação no XVIII International Investment Seminar, promovido pelo Moneda Asset Management.

Campos Neto destacou os esforços monetários e as ações governamentais adotadas neste ano, como o corte de impostos federais, para tentar controlar a inflação no país. No entanto, ele afirmou ser “muito difícil” trazer o IPCA para dentro da meta do ano que vem, estipulada em 3,25%.

“Eu acho que vamos ter dois processos agora, um deles é fazer a energia ficar mais barata e o outro é de controlar a inflação. Mas para trazer inflação de 5% para a casa dos 3% ou 2% é muito difícil, porque ela já está muito generalizada. O processo é diferente do que o de variar o preço de energia”, pontuou.

O presidente do BC também declarou que “muito do trabalho que o BC faz ainda não está sendo observado pelo mercado”, e que essas ações vão contribuir a partir dos próximos meses para uma inflação menor.

“Fomos um dos únicos países a achar que a inflação seria mais persistente, porque achamos que era um problema de demanda também, não somente de oferta”, disse.

Por fim, Campos Neto destacou que a inflação atual é diferente da que ocorreu em 2014 e 2015, durante o governo Dilma.

Ele também celebrou a recuperação da economia brasileira em meio à pandemia e à guerra na Ucrânia, salientando o queda no desemprego e o aumento nas projeções do PIB para 2022.

“Quando olhamos para o PIB, vemos que fomos de 0% para 2,12%, nossa última projeção. Vemos vários dados apontando para revisões, de crescimento maior e inflação menor. Isso é consequência de várias reformas que fizemos no passado, nos últimos 4 anos fizemos várias reformas no Brasil, e isso contribuiu para impulsionar a economia”, ressaltou.

“O mercado de trabalho é a maior surpresa para nós. Vocês não verão nenhum país que reduziu o desemprego em 5% durante a crise como o Brasil”, concluiu.

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Inflação cairá ainda mais: mercado financeiro reduz estimativa 6,8% neste ano

A projeção do mercado financeiro para a inflação de 2022 caiu pela oitava semana seguida. Segundo o Boletim Focus, divulgado hoje (22) pelo Banco Central, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), considerado a inflação oficial do país, caiu de 7,02% para 6,82%, em uma semana. Há quatro semanas, as expectativas do mercado eram de um IPCA em 7,3%, neste ano.

O Boletim Focus é uma publicação semanal que reúne a projeção de cerca de 100 instituições do mercado financeiro para os principais indicadores econômicos do país.

A expectativa de inflação para 2023 também caiu: de 5,38% projetados há uma semana para 5,33%, nesta segunda-feira. Para 2024 e 2025, as projeções de inflação mantêm-se em 3,41% e 3%, respectivamente.

Selic e dólar

Também mantêm-se estáveis as projeções para a taxa básica de juros, a Selic, tanto para 2022 (13,75% ao ano) como para os anos seguintes: 11% ao ano, em 2023; 8% ao ano, em 2024; e 7,5% ao ano, em 2025.

A cotação do real na comparação com o dólar também apresenta estabilidade nas projeções para este e para os próximos anos. A expectativa do mercado financeiro é de que a cotação da moeda norte-americana chegue a R$ 5,20 tanto ao final de 2022 como de 2023; e que 2024 e 2025 fechem com o dólar custando R$ 5,10 e R$ 5,17, respectivamente.

PIB

A expectativa para o Produto Interno Bruto (PIB), soma de todos os bens serviços produzidos no país, está em 2,02% para de 2022. Há uma semana, a projeção do mercado financeiro era de que o ano fecharia com um PIB em 2%; e há quatro semanas era de 1,93%.

Para 2023, a expectativa é de que o PIB suba 0,39%. Há uma semana, a previsão era de que o ano fecharia com crescimento de 0,41%; e há quatro semanas, a expectativa de expansão de 0,49%.

Para 2024 e 2025, as projeções do mercado financeiro para o crescimento do PIB estão estáveis, em 1,8% e 2%, respectivamente. (Agência Brasil)

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Inflação deve ficar abaixo da média mundial

Informações do Diário do Poder

O anúncio do presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, que reduziu para 7,02% a estimativa oficial da inflação para 2022, coloca o Brasil quase meio ponto percentual abaixo da média mundial, que deve ficar em 7,5%, segundo dados do GlobalData, que acompanha os resultados mundiais em tempo real. Os resultados da economia brasileira devem ser melhores até mesmo que dos Estados Unidos.

Melhor em décadas

O Brasil registrou, em julho, o melhor resultado para inflação em mais de 40 anos: deflação de 0,68%. Ou seja, inflação negativa.

Já era bom

Até a semana passada, a previsão do BC para a inflação brasileira era de 7,5% para o ano, que empatava com a média mundial.

 Bateu os gringos

No acumulado de 2022, o Brasil já registra inflação inferior até que os Estados Unidos, cuja economia vive uma crise histórica sob Joe Biden.

Outros casos

A Argentina registrou inflação de 7,5% na economia apenas no mês de julho. A França, por exemplo, registrou inflação de 0,3% mês passado.