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Bolsonaro reduz imposto da indústria em 35% para estimular a economia

Informações do Diário do Poder

Decreto do presidente Jair Bolsonaro ampliou o corte linear nas alíquotas do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) de 25% para 35%, com o objetivo de estimular a economia.

Com o decreto, o governo deixará de arrecadar de R$15,2 bilhões em impostos, durante o ano de 2022, mas a equipe econômica avalia que, estão criadas as condições para maiores investimentos do setor produtivo e para geração de empregos.

Governos passados também optaram por renúncia fiscal, mas a redução no custo de produção não foi repassado ao consumidor.

A Secretaria-Geral da Presidência da República informou ainda na noite desta quinta (28) não dá mais detalhes, mas informa que a redução alcança “a maioria dos produtos”.

No decreto anterior, quando o decreto do presidente fixava a redução de IPI em 25%, foram beneficiados produtos como automóveis, celulares, televisores, geladeiras e outros produtos da linha branca. ​

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Aneel autoriza aumento médio de 18,8% na conta de luz em Pernambuco

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) aprovou, nesta terça-feira (26), um aumento na conta de luz em Pernambuco. Em média, o reajuste é de 18,98% e passa a vigorar a partir da sexta-feira (29).

A mudança afeta cerca de 3,8 milhões de clientes no estado, segundo a Neoenergia Pernambuco.

Para residências, o aumento é de 18,5%. No consumo de baixa tensão, que inclui a maioria dos clientes, com exceção das casas, o aumento é de 18,97%. O reajuste para os consumidores de alta tensão, como indústrias e comércio médio e de grande porte, é de 19,01%.

Com os novos valores, o quilowatt-hora (kWh) aumentou de R$ 0,619 para R$ 0,74. Com isso, um consumidor que gastava R$ 100 com a conta de luz da própria casa, por exemplo, vai ter que pagar R$ 118,50 pelo mesmo volume de energia elétrica.

De acordo com a Neoenergia Pernambuco, o valor solicitado de reajuste foi de 18,98%, em média, por causa da escassez hídrica registrada em 2021, com redução histórica do nível de água nos reservatórios das hidrelétricas, que elevaram os custos para geração de energia.

Além disso, por causa da crise hídrica, o Brasil acionou termelétricas de reserva, que têm custo mais elevado para geração de energia.

A concessionária afirmou que, do percentual total do reajuste, 4,53% são referentes à Neoenergia Pernambuco. O restante tem relação com os custos de produção.

No dia 16 de abril, o governo federal antecipou o fim da bandeira de escassez hídrica, a chamada “bandeira preta”, que estabelecia uma cobrança extra de R$ 14,20 a cada 100 kWh consumidos.

Com isso, mesmo com o aumento do preço da energia, deve haver uma redução média de 3,4% nas contas, segundo a Neoenergia.

Ainda de acordo com a Neoenergia, 39,5% do valor da conta são usados para pagar os custos com a compra e transmissão de energia.

Impostos correspondem a 37,7% e a parte do valor que fica com a concessionária é de 22,7%. Esses recursos são utilizados para custear operação, manutenção, administração do serviço e investimentos.

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Aneel aprova reajuste na conta de luz em quatro estados

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) aprovou nesta terça-feira (19) reajustes tarifários na conta de energia elétrica de distribuidoras que atendem consumidores em quatro estados: Ceará, Bahia, Sergipe e Rio Grande do Norte.

No Ceará, o reajuste tarifário anual da Enel Distribuição, empresa que atende cerca de 3,8 milhões de unidades consumidoras, foi de 24,85%, na média. O aumento entra em vigor no dia 22 deste mês.S

Segundo a Aneel, a combinação do reajuste tarifário aprovado com o término da cobrança da bandeira escassez hídrica resultará, porém, em um efeito tarifário para o consumidor B1 residencial convencional de 0,09%.

O reajuste tarifário anual da Companhia de Eletricidade do Estado da Bahia (Neoenergia Coelba) entra em vigor também no dia 22, com aumento de 20,73% para o consumidor residencial. A empresa atende cerca de 6,3 milhões de unidades consumidoras no estado.

De acordo com a Aneel, por causa do fim da cobrança extra na conta de luz, com o fim da bandeira escassez hídrica, o efeito tarifário para o consumidor B1 residencial convencional deve ser -1,58%.

A Aneel também aprovou o reajuste tarifário anual da Companhia Energética do Rio Grande do Norte (Neoenergia Cosern). As novas tarifas da empresa, responsável pela distribuição de energia a 1,5 milhão de unidades consumidoras do estado, entram em vigora no dia 22, com reajuste de 19,87% para o consumidor residencial.Os itens que mais afetaram a correção foram os encargos setoriais, os custos de distribuição e a retirada de financeiros anteriores.

Apesar do reajuste, a combinação com o término da cobrança bandeira escassez hídrica resultou em um impacto tarifário para o consumidor B1 residencial convencional de -4,11%, diz a agência.

O estado de Sergipe também terá reajuste na conta de luz. A Aneel autorizou a Energisa Sergipe – Distribuidora de Energia S.A (ESE) a aplicar aumento de 16,46% na tarifa para o consumidor residencial, a partir do próximo dia 22. A empresa atende cerca de 825 mil unidades consumidoras no estado.

De acordo com a agência reguladora, da mesma forma, por causa do fim da cobrança da bandeira tarifária de escassez hídrica, o reajuste na conta será atenuado, com impacto tarifário para o consumidor B1 residencial convencional de -6,15%.

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Pernambuco: Mais Auxilio Brasil do que emprego formal

Dados do levantamento feito pelo portal Poder360 mostram que Pernambuco aparece entre os 12 estados brasileiros em que o número de beneficiários do programa Auxílio Brasil supera o de pessoas empregadas com carteira assinada. As informações são do Ministério da Cidadania e do Caged.

Pernambuco tem 1,2 milhão de pessoas ocupadas em trabalhos formais, enquanto se aproxima de 1,5 milhão de beneficiários do Auxílio Brasil, programa do Governo Federal. Os demais estados que aparecem na lista também são do Norte e Nordeste.

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Petrobras anuncia redução no preço do gás de botijão

A Petrobras anunciou nesta sexta-feira, 8, a redução no preço do gás liquefeito de petróleo (GLP), o gás de botijão, vendido a distribuidoras. O reajuste vale a partir de sábado.

Segundo a empresa, o preço médio de venda de GLP passará de R$ 4,48 para R$ 4,23 por quilo, equivalente a R$ 54,94 por 13 quilos, peso-padrão do gás residencial.

Dessa forma, o preço terá uma redução média de R$ 3,27 por 13 quilos, ou de 5,5%.

“A Petrobras reitera seu compromisso com a prática de preços competitivos e em equilíbrio com o mercado, ao mesmo tempo em que evita o repasse imediato para os preços internos, das volatilidades externas e da taxa de câmbio causadas por eventos conjunturais”, manifestou a empresa, em nota.

O último reajuste do gás havia acontecido em 11 de março, em movimento de mercado da Petrobras para se adequar às consequências causadas pela guerra entre Rússia e Ucrânia. Na oportunidade, o preço médio de venda do GLP às distribuidoras subiu 16%, passando de R$ 3,86 para R$ 4,48 por quilo, equivalente a R$ 58,21 por 13 quilos.

Atualmente o botijão de 13 quilos custa em média R$ 113, de acordo com pesquisa da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), divulgada no começo do mês — levantamento entre 27 de março e 2 de abril.

O preço do gás de botijão teve alta de 6,5% em março no Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), indicador de inflação divulgado nesta sexta-feira pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

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Governo anuncia medidas que reduzirão conta de luz em 20%

Depois de sucessivas introduções de bandeiras na conta de luz e reajustes dos valores para contingenciar o uso de energia devido a escassez hídrica, o governo federal anunciou bandeira verde para todos os consumidores de energia elétrica a partir de 16 de abril, o que vai resultar numa redução de 20% na conta de luz.  

O Presidente Jair Bolsonaro disse, por meio de suas redes sociais, que devido a seca no ano passado, foi preciso tomar medidas excepcionais para enfrentar seus reflexos, mas que agora o cenário é diferente com os reservatórios muito mais cheios do que em 2021 e com o risco de falta de energia foi totalmente afastado, com tendência é dispensar o uso de termelétricas.

O Boletim Mensal de Monitoramento do Sistema Elétrico Nacional, do Ministério de Minas e Energia, mostra que, as chuvas de fevereiro elevaram o nível dos reservatórios das hidrelétricas das regiões Norte, Nordeste, Sudeste e Centro-Oeste.

 

Somente os reservatórios do Sul fecharam fevereiro com 28% da capacidade, por causa da estiagem.

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ExpoSerra volta a ser realizada no modo presencial

A Feira da Indústria, Comércio e Serviços de Serra Talhada, ExpoSerra, chega a sua 22ª edição em 2022. Depois de realizada em modo remoto nos últimos anos devido a pandemia do novo coronavírus, a feira voltará ao seu formato original, presencial, isso graças a situação sanitário do País. O anúncio foi feito pelas entidades CDL e SINDICOM, nessa sexta-feira (26) na sede da Câmara de Dirigentes Lojistas de Serra Talhada, no Sertão do Pajeú.  

A ExpoSerra será realizada nos dias 14, 15 e 16 de julho com o tema “Conectada com o Desenvolvimento” e tem novidade: este ano os stands da feira serão montados no Armazém Social do Sesc Serra Talhada, uma estrutura multiuso com banheiros e melhor acessibilidade, oferecendo mais conforto para expositores e visitantes.

Durante o lançamento o Presidente da CDL, Maurício Melo, não conteve o entusiasmo: “Este ano temos a expectativa de realizarmos a maior feira de todos os tempos… Este é o ano da retomada”, disse.

No próximo evento, ainda sem data definida, a organização da feira deverá apresentar mais detalhes, como programação, parcerias, shows e novas oportunidades de negócios.

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Desemprego cai para o menor índice desde 2016

A taxa de desemprego no país ficou em 11,2% no trimestre encerrado em janeiro deste ano. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o resultado é o menor para o período, desde 2016 (9,6%).

Os dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua) foram divulgados nesta sexta-feira (18).

No trimestre encerrado em janeiro de 2021, a taxa era de 14,5%. Ainda de acordo com o IBGE, a taxa observada no trimestre encerrado em janeiro deste ano ficou abaixo da observada no trimestre finalizado em outubro de 2021 (12,1%).

A população desocupada ficou em 12 milhões de pessoas, 6,6% abaixo do trimestre anterior (menos 858 mil pessoas) e 18,3% abaixo do trimestre encerrado em janeiro de 2021 (menos 2,7 milhões de pessoas).

A população ocupada no país chegou a 95,4 milhões, altas de 1,6% em relação a outubro (mais 1,5 milhão de pessoas) e de 9,4% ante janeiro de 2021 (mais 8,2 milhões).

O nível da ocupação, que é o percentual de pessoas ocupadas na população com idade para trabalhar, ficou estimado em 55,3%. O resultado é 0,7 ponto percentual acima do registrado no trimestre anterior (54,6%) e 4,3 pontos percentuais acima que no mesmo período de 2021 (51,1%). (Agência Brasil)

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Produção industrial de PE entre as piores do País

A indústria pernambucana registrou um dos piores desempenhos entre os estados do País no mês de janeiro deste ano, ficando na 10ª posição entre as 14 federações pesquisadas. De acordo com dados do IBGE compilados pela FIEPE, o setor recuou 5% na passagem de dezembro para janeiro, abaixo dos resultados nacional e da Região Nordeste, que decresceram, respectivamente, 2,4% e 1,6%.

Na análise do economista da Federação das Indústrias do Estado de Pernambuco (FIEPE), Cézar Andrade, esse comportamento se deve a alguns fatores. “O primeiro deles ainda está relacionado à pandemia da Covid-19, que, no início do ano, nos surpreendeu com o avanço da nova variante ômicron, que, mesmo com o avanço da vacinação, acabou afetando a dinâmica da economia, com o afastamento de colaboradores das suas atividades laborais e redução da capacidade produtiva das empresas”, disse.

Aliado a isso, relembra Andrade, houve um segundo impacto que foi a chegada da influenza H3N2, que acabou gerando uma atenção extra ao segmento pelos efeitos já sentidos com a Covid. A gripe também acabou afastando os colaboradores para evitar uma contaminação em massa.

Um outro ponto abordado pelo economista da FIEPE foi a não realização do Carnaval – situação que demandou menos das indústrias, sobretudo as dos setores de bebidas e as têxteis. “Para atender ao Carnaval, as indústrias já começam a se movimentar no primeiro mês do ano e isso não aconteceu. Além disso, fatores como a inflação, a falta ou alto custo das matérias-primas também prejudicaram o volume da produção industrial no mês em questão”, frisou Andrade.

Vale acrescentar também que, na comparação com janeiro do ano passado, a queda foi ainda maior, de 12,3%, impulsionada principalmente pelo resultado do setor têxtil, que caiu 41,4%, em que a inflação elevada somada à ausência das festas populares justifica essa redução das ofertas; seguida pelos comportamentos dos setores de metalurgia, que caiu 26%; e pelo de fabricação de máquinas, aparelhos e materiais elétricos, que decresceu 25,8%, explicados pelos sucessivos aumentos nos custos de produção.

Sistema FIEPE – Mantido pelo setor industrial, atua no desenvolvimento de soluções para trazer ainda mais competitividade ao segmento. Além da FIEPE – que realiza a defesa de interesse do setor produtivo – conta ainda com o SESI, o SENAI e o IEL. Pelo SESI-PE, são oferecidos serviços de saúde e educação básica para os industriários, familiares e comunidade geral. O SENAI-PE, além de formação profissional, atua em metrologia e ensaios, consultorias e inovação. O IEL-PE foca na carreira profissional dos trabalhadores, desde a seleção de estagiários e profissionais, até a capacitação deles realizada pela sua Escola de Negócios.

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Conta de luz terá nova taxa extra para consumidor pagar rombo bilionário

Uma operação de crédito para as distribuidoras de energia elétrica, a ser financiada por um grupo de bancos públicos e privados, vai resultar em uma nova taxa extra para o consumidor.

A manobra foi aprovada nesta terça-feira (15) pela Diretoria Colegiada da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) e havia sido determinada por  medida provisória e um decreto presidencial.

A operação visa reduzir os impactos financeiros – e o posterior repasse deles à tarifa dos consumidores – dos custos referentes à compra de energia elétrica no período de escassez hídrica de 2021.

O novo empréstimo ao setor elétrico será de até R$ 10,5 bilhões, dividido em duas partes. O financiamento, com cobrança de juros, será pago pelos consumidores de energia por meio de um novo encargo aplicado à conta de luz a partir de 2023.

A primeira parte do empréstimo será de até R$ 5,3 bilhões, à vista. Segundo a Aneel, o valor deverá cobrir o saldo negativo das bandeiras tarifárias que não arrecadaram o suficiente (R$ 540 milhões); o custo do bônus pago aos consumidores que economizaram energia no fim do ano passado (R$ 1,68 bilhão); a postergação de cobranças pelas distribuidoras (R$ 2,33 bilhões); e a importação de energia, entre julho e agosto do ano passado (R$ 790 milhões).

Já a segunda parte – estimada, até o momento, em outros R$ 5,2 bilhões – será para cobrir parte do custo da contratação emergencial de energia, realizada em leilão simplificado no ano passado e com período de fornecimento a partir de 1º de maio deste ano.