A candidatura de Luciano Duque (Podemos) à Assembleia Legislativa de Pernambuco entrou em uma zona de forte turbulência nesta quarta-feira (26).
A Procuradoria Regional Eleitoral de Pernambuco (PRE-PE) pediu a impugnação do registro de candidatura de Duque. O nome do ex-prefeito de Serra Talhada aparece entre as 10 candidaturas questionadas pelo Ministério Público Eleitoral nas eleições deste ano.

Pablo Marçal (PRTB) sofreu uma nova derrota na Justiça Eleitoral e continua inelegível até 2032. O TRE-SP rejeitou recurso apresentado pela defesa contra a condenação por uso indevido dos meios de comunicação na eleição para prefeito de São Paulo, em 2024.
O presidente do Tribunal Superior Eleitoral, ministro Kassio Nunes Marques, afirmou que o uso de inteligência artificial em campanhas eleitorais é permitido por lei. Para ele, a tecnologia só representa um problema quando empregada para prejudicar candidatos, políticos ou outras pessoas.
A movimentação política em Serra Talhada ganhou um novo capítulo nesta sexta-feira (8), após decisão da Justiça Eleitoral que marca para o próximo dia 18, às 10h, o recálculo das vagas na Câmara Municipal. A medida ocorre em decorrência da cassação da chapa do Solidariedade e consequente saída da vereadora Juliana Tenório. As informações são do portal a Farol de Notícias.
O Tribunal Regional Eleitoral de Pernambuco (TRE-PE) marcou para terça-feira (08) o julgamento do recurso que questiona a legalidade da chapa proporcional do Solidariedade em Serra Talhada. O processo envolve a pré-candidata Juliana Tenório e outros nomes ligados à comissão provisória do partido, todos acusados de fraude eleitoral por suposta candidatura fictícia. O conteúdo é do Blog do Júnior Campos.
O Tribunal Regional Eleitoral de Pernambuco (TRE-PE) rejeitou, por unanimidade, o recurso da coligação “Por Amor a Serra Talhada” contra a prefeita Márcia Conrado (PT), o vice-prefeito Faeca Melo e o vereador Gin Oliveira. A decisão mantém válida a sentença de primeira instância que já havia rejeitado a Ação de Investigação Judicial Eleitoral (AIJE).
A Justiça Eleitoral cassou os mandatos dos vereadores Luiz de Raimundo, Patrícia de Bacana e Tadeu do Hospital, todos do União Brasil, em São José do Egito. A decisão da juíza Tayná Lima Prado, publicada nesta segunda (17), aponta fraude na cota de gênero nas eleições de 2024, após denúncia do suplente Neném Palito (PT) e ação do Ministério Público.
A Justiça Eleitoral declarou a inelegibilidade por oito anos de Nicinha Melo e Djalma das Almofadas, ex-candidatos em Tabira, após ação movida pelo Ministério Público, Flávio Ferreira Marques e a coligação “A Mudança se Faz com Todas as Forças”. A decisão tem como base abuso de poder político com impacto econômico, durante as eleições de 2024. A informação é do blog do Nill Junior.
A Justiça Eleitoral cassou os mandatos do prefeito de Exu, José Pinto Saraiva Júnior (PSD), e do vice, Francisco Afonso de Oliveira (PP), por abuso de poder político nas eleições de 2024. A decisão é do juiz João Victor Rocha da Silva, que também declarou inelegível por oito anos o ex-prefeito Raimundo Pinto Saraiva Sobrinho (PSDB).
A juíza Vivian Maia Canen, da 65ª Zona Eleitoral de Custódia, cassou os mandatos do prefeito Manoel Messias de Souza (Messias do DNOCS) e da vice-prefeita Anne Lúcia Torres, além de torná-los inelegíveis por oito anos, junto ao ex-prefeito Emmanuel Fernandes de Freitas Gois. A decisão acolheu uma Ação de Investigação Judicial Eleitoral por abuso de poder político e econômico nas eleições de 2024.