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Correios querem demitir 15 mil funcionários e buscam empréstimo para sair da crise

Os Correios anunciaram que pretendem fazer um plano de demissão voluntária para 15 mil funcionários. A ideia é que 10 mil saiam em 2026 e outros 5 mil, em 2027. Com isso, a estatal espera economizar R$ 1,4 bilhão. O plano faz parte de um projeto para ajudar a empresa a sair da crise. Ele também prevê mudanças no plano de saúde e melhorias no fundo de pensão dos trabalhadores até 2026.

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Correios tentam levantar R$ 10 bi e projetam demitir 10 mil funcionários em meio à crise

Os Correios correm para captar R$ 10 bilhões após fracassar na primeira rodada de negociações, marcada por juros acima de 120% do CDI. O recurso é necessário para equilibrar o caixa, pagar dívidas e sustentar o plano de reestruturação, que inclui um PDV para 10 mil funcionários e meta de reduzir R$ 2 bilhões por ano na folha.

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Crise leva Prefeitura de Afogados a adotar medidas de contenção

A Prefeitura de Afogados da Ingazeira anunciou um conjunto de medidas para enfrentar a forte queda nos repasses do Fundo de Participação dos Municípios (FPM), situação que tem afetado diversas cidades brasileiras. O decreto, publicado nesta segunda-feira (08), busca assegurar o equilíbrio fiscal e a manutenção dos compromissos com servidores e fornecedores até o fim do ano.

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Correios enfrentam desafio bilionário e aceleram busca por soluções

Os Correios encerraram o primeiro semestre de 2025 com um prejuízo histórico de R$ 4,37 bilhões, número que evidencia o tamanho do desafio da estatal em um cenário econômico desafiador. O resultado supera em mais de três vezes as perdas registradas no mesmo período de 2024, quando o déficit foi de R$ 1,35 bilhão, sinalizando a necessidade de ajustes estratégicos para reequilibrar as contas e garantir sustentabilidade.

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Sob gestão Lula, Correios mergulham em dívidas e suspendem pagamentos

A crise nos Correios se agrava sob o governo Lula, que não conseguiu conter o rombo financeiro da estatal. Com um passivo de R$ 2,75 bilhões, a empresa suspendeu pagamentos a fornecedores, tributos e até benefícios trabalhistas. A medida visa preservar o caixa, mas expõe a fragilidade de uma gestão que prometeu recuperação e, até agora, entregou prejuízos por 11 trimestres seguidos.

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UFPE cobra suplementação orçamentária, mas governo federal fecha as portas para novos repasses

A Universidade Federal de Pernambuco vive um cenário de alerta. Em coletiva no dia 8, o reitor Alfredo Gomes anunciou que, mesmo com cortes em bolsas e editais, será necessário um aporte de R$ 23,9 milhões para que a instituição chegue ao fim de 2025 sem paralisar suas atividades. Ele alertou para o impacto direto em serviços essenciais e contratos terceirizados, além de lembrar que o orçamento atual não acompanha sequer a inflação acumulada desde 2014.

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Eletrobras fecha trimestre no vermelho e acende alerta sobre gestão das estatais no governo Lula

A Eletrobras registrou um prejuízo de R$ 354 milhões no primeiro trimestre de 2025, segundo balanço divulgado esta semana. O rombo decorre, principalmente, de uma reavaliação contábil nos ativos da Companhia Hidro Elétrica do São Francisco (Chesf), que impactou negativamente em R$ 952 milhões. Embora tenha havido corte de despesas e avanço em projetos como o Linhão Manaus-Boa Vista, o resultado final evidencia fragilidades graves na gestão da empresa.

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Correios tentam reverter prejuízo bilionário com cortes em jornada e férias

Em meio a uma grave crise financeira, os Correios anunciaram nessa segunda-feira (12) um plano estratégico para conter o prejuízo de R$ 2,6 bilhões registrado em 2024. A proposta visa reestruturar a estatal e melhorar o fluxo de caixa já no próximo ano. O objetivo é economizar até R$ 1,5 bilhão em 2025 com uma série de medidas de contenção.

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Governo diz que pode faltar dinheiro para saúde e educação já em 2027

O governo federal avisou que, a partir de 2027, pode faltar dinheiro para bancar o que a Constituição manda gastar com saúde e educação. O alerta está em um documento oficial que planeja os gastos para os próximos anos. O motivo é que, em 2027, o governo será obrigado a voltar a pagar certas dívidas (chamadas precatórios) dentro do limite de gastos. Hoje, essas dívidas estão fora da conta, mas isso só vale até 2026.