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Outra farra petista que somos obrigados a pagar

Por Ricardo Kertzman de O Antagonista

Chega a parecer de propósito, um verdadeiro escárnio, no sentido literal do substantivo, o que Lula 3 – a sedizente “alma mais honesta desse país” – e sua trupe de perdulários irresponsáveis fazem com a nossa grana, sempre que estão no poder.

Estou exagerando? Bem, a história e os números dizem que não. A quebra dos principais fundos de pensão das estatais, que chegaram a um déficit de quase 80 bilhões de reais em 2016 – cerca de 120 bilhões de reais em valores corrigidos pelo IPCA – é um exemplo.

Os déficits fiscais sucessivos e recorrentes dos governos Lula e, principalmente, Dilma Rousseff, também provam e comprovam minha afirmação. Muito mais que corruptas, tais administrações foram – e continuam sendo – esbanjadoras (com o dinheiro alheio, é claro).

Sob Lula, o rombo das estatais é o maior em 15 anos, e chega a quase 8 bilhões de reais. Mas isso não as impede, sob gestão e ordem do chefão petista, de entupirem as contas correntes dos “amigos” com centenas de milhões de reais em publicidade e patrocínios.

Apenas o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) torrou nada mais nada menos, somente este ano, conforme apurou e publicou O Antagonista, cerca de 52 milhões de reais. Como, quando, por quê? Bem, perguntem ao gênio Aloizio Mercadante.

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Moraes age como se estivesse acima do bem e do mal, diz Estadão

Depois de instrumentalizar o poder de polícia do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para aumentar ainda mais seu capital político-institucional, o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes parece não ter ficado satisfeito. É o que afirma o editorial do jornal O Estado de S. Paulo desta quarta-feira, 28.

Com a publicação da Folha de S.Paulo do teor de conversas que envolveu Moraes e assessores que sugerem a tal instrumentalização, o ministro não apenas determinou ex officio a abertura de um inquérito para apurar o vazamento do conteúdo, como ainda se pôs a presidir a investigação – sigilosa, por óbvio, como é de seu feitio.

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Por que não te calas, Lula?

Por Ricardo Noblat do Metrópoles

O que Lula pode dizer sobre a eleição fraudada na Venezuela que ainda não tenha dito desde o dia 28 de julho passado? Poderia dizer: a eleição foi roubada por Nicolás Maduro, o ditador travestido de presidente, mas não dirá. Cadê coragem para tal?

Poderia dizer: não reconhecerei a eleição de Maduro até que ele prove com números convincentes e não falsificados que de fato venceu. E como sei que ele não provará, não reconhecerei sua suposta vitória. Cadê coragem para tal?

Então, Lula prefere dizer o contrário do que sabe e pensa. E não hesita em repetir-se. Sobre a nota oficial do PT que parabenizou Maduro por sua reeleição, Lula disse ontem:

“Eu não concordo com a nota [do PT], eu não penso igual à nota. Mas eu não sou da direção do PT. O problema da Venezuela será resolvido pela Venezuela”.

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Estadão critica pronunciamento de Lula como uso indevido da máquina pública

Em editorial recente, o Estadão criticou duramente o pronunciamento de 7 minutos e 18 segundos feito por Lula, acusando-o de usar a máquina pública de maneira vergonhosa. Segundo o jornal, Lula utilizou o espaço para atacar os governos de Jair Bolsonaro e Michel Temer, enquanto elogiava sua própria administração, sem mencionar os erros e desmandos dos governos petistas.

O Estadão destacou que, na narrativa apresentada por Lula, foram omitidos fatos importantes, como os dois anos de recessão causados pela inépcia de Dilma Rousseff e a pandemia de Covid-19. O jornal argumenta que o pronunciamento não abordou “assunto de relevante importância”, conforme exigido pelo Decreto 84.181 de 1979, que regula a convocação de redes nacionais de rádio e TV.

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Editorial do Estadão: apagão yanomami

O governo Lula da Silva esconde deliberadamente, há pelo menos cinco meses, informações sobre a realidade do povo yanomami. O apagão de dados impede a sociedade brasileira de acompanhar as condições de vida dos indígenas que ganharam o noticiário em razão de reiteradas violações em seu território no Norte do País.

Em fevereiro deste ano, último dado disponível, o Ministério da Saúde informou que 363 indígenas morreram ao longo de todo o ano passado por doenças e desnutrição na Terra Indígena Yanomami, localizada em Roraima e no Amazonas, mais que os 343 óbitos de 2022, quando o País era presidido por Jair Bolsonaro.

Os números mostraram que, apesar do discurso em defesa dos povos indígenas como contraste com a administração Bolsonaro, o governo petista foi incapaz de mudar a situação devastadora imposta aos yanomamis, a despeito da organização de uma força-tarefa que prometia pôr fim às agruras desse povo.

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Cai a máscara: Lula nunca foi defensor de qualquer democracia

Por Fabiano Lana do Estadão

Houve uma minoria de brasileiros identificados com o centro do espectro político brasileiro que votou e elegeu o presidente Lula em 2022 por acreditar que ele protegeria a democracia brasileira. Caiu num conto mentiroso e oportunista de um grupo político que jamais acreditou de verdade em valores democráticos, apenas usou o conceito para obter o poder.

A fala de Lula hoje, que na prática endossa a ditadura venezuelana perpetrada por Nicolas Maduro, apenas deixou revelar a farsa. O presidente disse que as controvérsias serão esclarecidas quando “se apresentarem as atas”, que como já consta em um site de piadas, devem estar sendo elaboradas pelos ex-diretores das lojas Americanas.

São vários os exemplos de momentos chave em que Lula e o PT atuaram contra a democracia. A ditadura de 1964 terminou com a eleição indireta de Tancredo Neves em janeiro de 1985. O PT votou contra Tancredo. Assim como não quis assinar a Constituição de 1988, que consolidou o processo democrático.