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PE recebe doses de vacinas da Janssen

Chegou no começo da tarde de hoje a Pernambuco o voo com a 5ª remessa de vacinas da Janssen. Foram 1.560 doses deste imunizante que é de dose única. Segundo a SES (Secretaria Estadual de Saúde) estas doses serão destinadas à aplicação de reforço em idosos com 70 anos ou mais que completaram o esquema vacinal há pelo menos seis meses e em pacientes imunossuprimidos, ambos de população indígena.

Desde o início da campanha, em janeiro deste ano, Pernambuco já recebeu 12.159.500 doses de vacinas contra a Covid-19. Desse total, foram 4.216.270 da Astrazeneca/Oxford/Fiocruz, 4.481.720 da Coronavac/Butantan, 3.287.700 da Pfizer/BioNTech e 173.810 da Janssen.

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122 casos e 7 mortes relacionados à Covid-19 em 24h

O boletim sobre a pandemia da Covid-19 da Secretaria Estadual de Saúde (SES-PE) desse domingo (19) registrou 122 casos, 22 (18%) são considerados Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) e 100 (82%) são leves. O estado totaliza 615.672 casos confirmados da doença, sendo 53.784 graves e 561.888 leves, que estão distribuídos por todos os 184 municípios pernambucanos, além do arquipélago de Fernando de Noronha.

Nesse boletim também saiu a confirmação de que Pernambuco chegou a marca de 550.908 pacientes recuperados da doença. Destes, 32.312 eram pacientes graves, que necessitaram de internamento hospitalar, e 518.596 eram casos leves.

Mais 7 novas mortes (1 homem e 6 mulheres) foram confirmadas laboratorialmente. Elas ocorrerem entre  o dia 10/04/2021 e  o dia 17/09/2021. As vítimas residiam nos seguintes municípios: Araçoiaba (1), Recife (3), Riacho das Almas (1), São Lourenço da Mata (1) e Timbaúba (1). Com isso, o Estado totaliza 19.612 mortes pela doença.

Segundo dados da SES, estes paciente que foram a óbito tinham entre 41 e 95 anos. Três deles tinham doenças preexistentes. O restante está em investigação.

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Estado de calamidade pública devido à Covid-19 é prorrogado por mais 90 dias em PE

O Governador Paulo Câmara assinou decreto prorrogando o estado de calamidade pública em razão da Covid-19 por mais 90 dias em todos os seus 184 municípios e no Distrito Estadual de Fernando de Noronha. O texto está publicado na edição desta quarta-feira (15) do Diário Oficial do Estado.

Levando em consideração que o decreto efeitos retroativos para o último sábado (11), Pernambuco ficará até 11 de dezembro em calamidade pública. Nestas condições são permitidas adoções de medidas para combate à Covid-19 de forma menos burocrática, diante do contexto de urgência da pandemia.

O governo justifica a necessidade de prorrogação, alegando que “que o coronavírus apresenta elevada taxa de mortalidade que se agrava entre idosos, pessoas com doenças crônicas e imunodeprimidas” e “os impactos ocasionados decorrentes das perdas significativas na economia do Estado”. Considera ainda “a altíssima capacidade de contágio por cada pessoa doente com o coronavírus na transmissão” e “que os habitantes dos municípios afetados não têm condições satisfatórias de superar os danos e prejuízos”.

O último decreto com renovação de calamidade pública no Estado havia sido publicado em 16 de março, com prazo de 180 dias.

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Consórcio abre inscrições do processo seletivo para base do SAMU

Nesta segunda-feira (13), o Consórcio de Integração dos Municípios do Pajeú – Cimpajeú, divulgou em suas redes sociais a abertura das inscrições do processo seletivo para a contratação de profissionais que vão trabalhar [gestão e operacionalização] no na Base do SAMU (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência).

As vagas serão destinadas aos municípios de Afogados da Ingazeira, Carnaíba, Flores, Iguaracy, Ingazeira, Itapetim, Manari, Petrolândia, São José do Egito, Serra Talhada, Sertânia e Tabira.

De acordo com publicação do Blog do Nill Júnior, o processo seletivo será realizado na sede do Samu no município de Serra Talhada, Rua Projetada, S/N, Bairro Vila Bela. Os interessados deverão comparecer ao local entre os dias 13 a 17 de setembro, das 08h às 16h. O telefone para contato é o (87) 3929-2951.

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Pfizer entrega mais de 8 milhões de doses de vacinas até domingo (12)

A Pfizer entregará entre 8 e 12 de setembro 8,97 milhões de doses de sua vacina contra a Covid-19 ao governo federal.

Seis voos saíram na semana do Aeroporto de Miami, nos Estados Unidos, com destino ao Aeroporto de Viracopos, em Campinas (SP), para realizar as entregas.

O contrato fechado pelo Ministério da Saúde em maio prevê a entrega de 100 milhões de doses até o fim de setembro. No total, serão enviados 200 milhões de doses até o fim do ano.

Até o momento, consta no sistema da pasta que 59 milhões de doses estão disponíveis, com 51,1 milhões já entregues aos estados e 7,9 milhões em sistema de distribuição.

O estado de São Paulo anunciou na última sexta-feira (10) que começará a partir da próxima semana a aplicar o imunizante da Pfizer para quem está com a segunda dose da AstraZeneca atrasada.

A capital paulista chegou a registrar ontem 98% dos postos de imunização contra o novo coronavírus sem doses da AstraZeneca.

A cidade do Rio já está aplicando Pfizer no lugar da AstraZeneca por falta de doses. A prefeitura está realizando listas de espera nas unidades de saúde, caso alguma pessoa não possa receber a substituição de vacinas por algum motivo.

 

Com informações da Agência Brasil

 

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Distribuição da vacina AstraZeneca deve ser normalizada na semana que vem

De acordo com a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), a normalização deve ocorrer entre a próxima terça e sexta-feira. Ao menos seis capitais (São Paulo, Belo Horizonte, Palmas, Florianópolis, Porto Velho e Rio de Janeiro) registraram falta ou a possibilidade de ficar sem a vacina para a aplicação da segunda dose.

Faltou o IFA

O problema foi causado pelo “aumento de demanda global por insumos utilizados na produção de vacinas, o que se reflete em algumas dificuldades de abastecimento”, disse a Fiocruz ao G1, comunicando que houve atrasos nas entregas do Ingrediente Farmacêutico Ativo (IFA).

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Pernambuco autoriza redução do intervalo de aplicação entre doses da Pfizer para 60 dias

 

O Governo de Pernambuco autorizou, nesta quinta-feira (09), a redução do intervalo de aplicação entre as duas doses da vacina contra Covid-19 da Pfizer/BioNTech de 90 para 60 dias. A informação foi divulgada pelo secretário estadual de Saúde, André Longo, durante coletiva de imprensa, que também contou com a presença do médico e representante da Sociedade Brasileira de Imunizações no Comitê Técnico Estadual para Acompanhamento da Vacinação contra a Covid-19, Eduardo Jorge da Fonseca.

O objetivo é ampliar o número de pessoas com o esquema vacinal completo, evitando adoecimentos graves e óbitos pela doença. A decisão de reduzir o intervalo foi pactuada pela Secretaria Estadual de Saúde (SES-PE) e o Conselho de Secretarias Municipais de Saúde de Pernambuco (Cosems). A nota técnica já foi encaminhada aos gestores municipais, que irão organizar sua rede e informar a sua população sobre quando será feita a alteração.

“Precisamos acelerar o processo de vacinação dos pernambucanos. A proteção da vacina é mais efetiva quando aplicadas as duas doses, por isso a importância dessa redução. Além disso, a população que está com a segunda dose em atraso também precisa finalizar seu esquema. Atualmente, são mais de 650 mil pernambucanos com a segunda aplicação em atraso. Os municípios precisam convocar esse público e fazer busca ativa para que possamos garantir a proteção ideal”, afirmou o secretário.

De acordo com o sistema de informação do Ministério da Saúde (MS), que é alimentado pelos municípios, atualmente, há 653.671 pessoas com segundas doses das vacinas contra a Covid-19 em atraso em Pernambuco. Desse total, 459.493 precisam finalizar o esquema vacinal com a Astrazeneca/Oxford/Fiocruz, 160.486 com a Coronavac/Butantan e 33.692 com a Pfizer/BioNTech.

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Presidente da Fundação Cultural de ST está internado

 

O escritor Anildomá Willians está internada no Hospital Santa Marta em Serra Talhada. A informação foi confirmada pela esposa dele, Cleonice Maria, que é Presidente do Partido dos Trabalhadores no município. Ela disse:

“Domá está realizando todos os exames necessários e os médicos estão investigando o seu caso. Não está sedado nem entubado. O quadro segue estável e ele está respondendo bem à toda medicação. A família agradece a preocupação e desejo de melhoras de todos”, conclui. A informação que circula é que ele teria se sentido mal e foi à unidade.

De acordo com informações do Blog do Nill Junior, a informação que circula é que o presidente da Fundação Cultural de Serra Talhada teria se sentido mal e, por precaução, decidiu ir ao hospital. Os resultados de exames são aguardados e devem apontar o que causou o mal-estar.

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Diretor da OMS faz elogios ao programa de vacinação contra covid no Brasil

 

O diretor-geral da Organização Mundial da Saúde (OMS), Tedros Adhanom, parabenizou o Ministério da Saúde pelos bons resultados do programa de vacinação contra a Covid-19 no Brasil.

Tedros Adhanom e o ministro Marcelo Queiroga reuniram-se na manhã de domingo (5), em Roma, após a abertura da reunião com os ministros da Saúde do G20.

A conversa foi bem diferente do que faz parecer o noticiário nacional, que costuma dar destaque às “informações” críticas da entidade mundial de Saúde, difundidas por sua assessoria.

O encontro entre os responsáveis mostrou que a aplicação de mais de 200 milhões de doses na população e a manutenção da média de mais de um milhão de doses diárias há meses impressionou positivamente.

Durante o encontro, o diretor da OMS também felicitou o Brasil pela perspectiva de transição de país importador de vacinas a país exportador de imunizantes em três plataformas tecnológicas. A de vírus inativado, a de vetor viral recombinante e a de RNA mensageiro (mRNA).

No país, duas instituições públicas já fabricam vacinas a partir de Ingrediente Farmacêutico Ativo (IFA) estrangeiro e, graças a um acordo de transferência de tecnologia, em breve a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), vinculada ao Ministério da Saúde, passará a produzir doses com o IFA próprio e 100% nacional.

Recentemente, a empresa farmacêutica brasileira Eurofarma e a americana Pfizer firmaram um acordo para que o imunizante de mRNA possa ser produzido em solo brasileiro, trazendo investimento para o país e inserindo o Brasil como o foco dos negócios da empresa na América do Sul.

“O complexo econômico-industrial de saúde do Brasil tem capacidade produtiva, competência técnica, ambiente regulatório seguro e ampla experiência para servir como hub regional na produção de insumos para a América Latina e Caribe”, pontuou Queiroga.

O ministro Marcelo Queiroga também ressaltou a adaptação e uso dos parques industriais veterinários para a fabricação de imunobiológicos para humanos, o que pode ampliar a capacidade nacional, atrair investimentos e ajudar os países que estão em dificuldade quanto à aquisição de doses a imunizar suas populações.

Pandemia

Tedros Adhanom apresentou ao ministro o panorama de discussões a respeito de eventual instrumento internacional sobre pandemias e pediu o apoio brasileiro ao projeto. Queiroga reconheceu a importância da iniciativa e do fortalecimento dos sistemas de saúde nacionais como medida para melhor prevenção, prontidão e resposta para qualquer emergência sanitária.

“Gostaríamos de sugerir a criação de um Grupo de Trabalho no âmbito da OMS para auxiliar os Estados na preparação dos sistemas nacionais de saúde ao cenário pós-Covid. A OMS poderia contribuir por meio de sugestão protocolos de tratamento e diagnóstico para pacientes e por meio do compartilhamento de experiências de centros de referência de reabilitação”, sugeriu o ministro.

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Membro da delegação argentina falsificou declarações sanitárias

 

O documento oficial da Anvisa sobre a confusão do jogo entre Brasil e Argentina mostra que um membro da delegação argentina, Fernando Ariel Batista, falsificou informações de quatro jogadores argentinos. Eles tinham passado pelo Reino Unido, o que exigiria cumprimento de quarentena no Brasil, mas não há essa informação nas declarações sanitárias preenchidas por Batista.

Neste domingo (5), agentes da Polícia Federal e da Anvisa entraram no campo da Neo Química Arena, em São Paulo, para retirar os quatro jogadores que descumpriram a quarentena contra a disseminação do coronavírus: Emiliano Martínez, Buendía, Cristian Romero e Giovani Lo Celso.

Depois, a Confederação Sul-Americana de Futebol (Conmebol) suspendeu o jogo pelas eliminatórias da Copa do Mundo, organizadas pela Fifa. Os atletas foram notificados a deixar o Brasil, mas não serão investigados.

Veja seis pontos que chamam atenção no documento da Anvisa:

1 – A investigação começou com o que a agência classifica de rumor. Diz a agência que o “rumor” foi comunicado à Coordenação de Vigilância Epidemiológica de Portos, Aeroportos e Fronteiras na sexta-feira (3). Dá conta que quatro atletas, cujo nomes não eram identificados, entraram no Brasil sem cumprir as restrições sanitárias.

2 – Confirmado o rumor, a agência aponta o nome do responsável pela falsificação. “Informamos ainda que todas as declarações foram preenchidas por uma única pessoa – Senhor Fernando Ariel Batista – Associação de Futebol Argentina – AFA”.

3 – A Anvisa entrou em contato com as autoridades sanitárias do estado de São Paulo. Depois delas, a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) foi informada do problema. “Às 10 horas do dia 4 de setembro (sábado), a equipe da vigilância epidemiológica e a Coordenadoria de Controle de Doenças do Estado de São Paulo reuniram-se com a equipe da CBF para informar o ocorrido e realizar a devida articulação com os responsáveis pela partida, a Conmebol.”

4 – Ainda de acordo com a Anvisa, a CBF repassou a informação à Confederação Sul-Americana de Futebol (Conmebol) e à delegação argentina. “O chefe de equipe da seleção argentina, assim como membros da Conmebol e CBF foram notificados sobre a ocorrência, tendo recebido a orientação de que os 4 jogares em questão deveriam permanecer nos seus referidos quartos, não podendo participar do treino na Arena Neo Química, previsto para as 18h30 de sábado.”

5 – Sem solução para o problema, a vigilância em saúde do estado de São Paulo solicitou reunião para as 17h de sábado. Não foi por falta de aviso. Nesta reunião, representantes da Conmebol, CBF e Delegação da Argentina participaram como ouvintes. Estavam presentes ainda autoridades, a equipe técnica do Ministério da Saúde, o Ministro da Saúde em exercício, além da equipe técnica da Vigilância Epidemiológica e Sanitária e a Coordenadora de Controle de Doenças da Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo.

6 – Na reunião, a Conmebol e a delegação da Argentina foram orientadas a formalizar o pedido de excepcionalidade para que os jogadores pudessem treinar no sábado e jogar no domingo. A Anvisa pediu a máxima urgência pra o argentinos, para que a análise da documentação fosse viável antes da realização do jogo. E deu o caminho das pedras: o pedido teria que ser analisado pelo Ministério da Saúde, além de um posicionamento final da Casa Civil. Mas esse pedido não foi feito.