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Em Arcoverde, Madalena botar o time em campo para enfrentar antigos aliados

Depois de ser eleita prefeita de Arcoverde pelas mãos de Zeca Cavalcante e de eleger o atual, Wellington Maciel, Madalena oficializou na sexta-feira (19 sua pré-candidatura e vai enfrentar estes antigos aliados, cada um trilhando o seu próprio caminho. Maciel é natural candidato a reeleição, apesar do desgaste da gestão, e Zeca é pré-candidato, tendo recebido recentemente o apoio o ex-vice-prefeito, o Delegado Israel Rubis que teve um rompimento traumático com o atual gestor.

A nata da Frente Popular está no palanque de Madalena. No evento de sexta, estiveram os deputados federais Pedro Campos e Lucas Ramos, os estaduais Waldemar Borges (PSB), Danilo Godoy (PSB) e João de Nadegi (PV). A aliança com lideranças locais mostra que a pré-candidatura tem musculatura, uma vez que conseguiu levar para o seu palanque os ex-prefeitos Julião Guerra, Erivânia Camelo e Rosa Barros.

Em seu discurso, Madalena a todos os presentes que, segundo ela, “sonham o sonho que nós sonhamos, de uma Arcoverde forte e mais feliz”. Ela não deixou de endereçar uma crítica a atual gestão de Arcoverde, que ela ajudou a eleger: “Nossa cidade está abandonada e precisamos resgatar sua história”, disse.

Participaram remotamente do lançamento da pré-campanha, por meio de vídeo, entre outras lideranças, o ex-prefeito do Recife, João Paulo (PT), o atual, João Campos (PSB), a ministra Luciana Santos, os senadores Humberto Costa e Teresa Leitão, o presidente do PT, Doriel Barros, e o deputado federal Clodoaldo Magalhães. Estão com Madalena e se fizeram presentes os vereadores Luiza Margarida, João Marcos, Sargento Brito e João Taxista.

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Raquel Lyra firma apoio a Anderson Lopes em Itapetim – PE

Alinhados desde a pré-campanha de Raquel para o Palácio do Campo das Princesas, quando ele se filiou ao PSDB, Anderson Lopes e Raquel Lyra vão marchar juntos em Itapetim, no Pajeú. A informação foi confirmada por ele em entrevista à Rádio Pajeú na sexta-feira (19). “O nosso contato com a Governadora Raquel Lyra data de dois, três anos atrás, onde já tivemos uma ligação na pré-campanha dela”, disse.

Para Anderson, o alinhamento “será um divisor de águas sim, porque essa manifestação oficial vincula a nossa imagem ao governo do estado e sem sombra de dúvida contribuirá para que a nossa campanha avance cada vez mais”, afirmou.

Cenário político

Algumas situações ainda podem mexer com a disputa na cidade, uma vez que a vereadora mais votada do município, Jordânia Siqueira (Republicano), rompeu com o atual prefeito, Adelmo Moura, e apoiadores têm incentivado que ela entre na disputa majoritária. A informação é que existem negociações para que a Jordânia adira ao projeto de Anderson, quem sabe como vice numa provável chapa, e o apoio de Raquel pode ser um trunfo para convencê-la disso.

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Oposição convoca apoiadores para ato de Bolsonaro no Rio; assista

Aliados de Jair Bolsonaro (PL) publicaram neste sábado (20.abr.2024) um vídeo para convocar a população para o ato em apoio ao ex-presidente na praia de Copacabana, no Rio de Janeiro, no domingo (21.abr.2024). Segundo os políticos, a manifestação servirá para “demonstrar o apoio à verdadeira democracia”.

O encontro está marcado para às 10h, no encontro da rua Bolívar com a avenida Atlântida. Bolsonaro e a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL) discursarão em um dos 2 trios elétricos dispostos na região. Além deles, há previsão de que o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), o deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) e o governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro (PL) também tenham momentos de fala.

 

Participam do vídeo, em ordem:

    Zucco (PL-RS), deputado;

    Amália Barros (PL-MT), deputada;

    Gustavo Gayer (PL-GO), deputado;

    Júlia Zanatta (PL-SC), deputada;

    Rodolfo Nogueira (PL-MS), deputado;

    Bia Kicis (PL-DF), deputada;

    Carol de Toni (PL-SC), deputada;

    Daniela Rahiner (PL-SC), deputada;

    Chris Tonietto (PL-RJ), deputada;

    Soraya Santos (PL-RJ), deputada;

    Michelle Bolsonaro (PL), ex-primeira-dama e presidente do PL Mulher;

    Silvia Waiãpi (PL-AP), deputada;

    Rosana Valle (PL-SP), deputada;

    Coronel Fernanda (PL-MT), deputada;

    Delegado Caveira (PL-PA); deputado;

    Éder Mauro (PL-PA), deputado.

O partido do ex-presidente convocou o evento público depois das declarações de Elon Musk contra o ministro Alexandre Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal), escalarem. O empresário acusa o magistrado de desrespeitar a legislação brasileira e tentar censurar contas no X (ex-Twitter).

Para embasar suas acusações, Musk encaminhou a deputados dos Estados Unidos um compilado de mandados judiciais emitidos por Moraes para o bloqueio de conteúdos e perfis no Brasil. Os documentos integraram um relatório da Comissão de Assuntos Judiciais dos EUA que afirma que Moraes “censura” opositores de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no país.

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Oposição em Afogados da Ingazeira ganha apoio da governadora

Danilo Simões (PSD), filho dos ex-prefeitos Giza e Orisvaldo, ganhou o importante apoio da Governadora Raquel Lyra (PSDB) para o seu projeto de disputar a prefeitura de Afogados da Ingazeira. O anúncio foi feito na quinta-feira (18), em encontro realizado no Palácio do Campo das Princesas na capital pernambucana, com a presença do Romero Sales Filho (União Brasil).

Estou profundamente grato pela confiança e apoio da governadora Raquel Lyra ao nosso projeto para Afogados da Ingazeira. Sua parceria fortalece nossa caminhada rumo a uma cidade mais próspera e desenvolvida para todos os nossos cidadãos”, afirmou Danilo.

Além de trazer o DNA das gestões exitosas da professora Giza Simões e do médico Orisvaldo Inácio, que fizeram história no município, Danilo estará ao lado do governo do Estado e muitas outras lideranças do município, como é o caso do ex-vereador Zé Negão (que disputou as eleições de 2020), construindo uma musculatura eleitoral, o que outros candidatos não conseguiram quando enfrentaram a Frente Popular no município nas últimas disputas.  

Danilo não poupou elogios a governadora: “Tenho dito sempre que a gestão da governadora Raquel Lyra tem sido um exemplo de comprometimento e eficiência para Pernambuco. Tenho plena confiança em sua liderança e sei que juntos podemos alcançar grandes conquistas para nosso estado”, disse.

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George Borja é o pré-candidato do governo em São José do Egito – PE

O anúncio oficial da escolha do odontólogo George Borja como pré-candidato a prefeito de São José do Egito foi feito neste sábado (20) em entrevista à Rádio Gazeta FM. Ele tem o apoio do atual prefeito Evandro Valadares (PSB) que este encerrando o ciclo de 2 mandatos consecutivos. A informação é do Blog do Itamar.

George agradeceu a todos que o apoiaram nesta decisão, especialmente a esposa Marília, o seu filho, o prefeito da cidade vizinha de Brejinho, Gilson Bento, a Eclériston Ramos, ao seu pai, Zé Dudu, a Davi Teixeira, Soraya, a família Marinho e Tadeu do Hospital. Ele prometeu apresentar o plano de governo para que seja apreciado pela população e garantiu que fará uma campanha civilizada, honesta e transparente.

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Ofensiva de Lula contra Lira é ‘tiro no pé’, diz segundo-vice da Câmara

Ao Diário do Poder, o segundo vice-presidente da Câmara dos Deputados, Sóstenes Cavalcante (PL-RJ), descreveu o clima atual entre a Casa de Leis e o Planalto como ‘azedo’. Ele avalia que a ofensiva do presidente da República, Luís Inácio Lula da Silva, contra o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), ao tomar partido, e realocar o poder sobre as emendas parlamentares para a alçada do ministro Alexandre Padilha é ‘infeliz’ e configura um ‘tiro no pé’.

Cavalcante confirma que a informação ventilada sobre a abertura de cinco Comissões Parlamentares de Inquéritos (CPIs) é sim um combinado do colégio de líderes. Na avaliação do carioca, já na próxima semana o presidente da Câmara fará o anúncio de abertura da primeira CPI, sucedendo o início de outras comissões nas semanas subsequentes.

“Se o governo for um pouco inteligente, não enfrentará Arthur Lira. Tem oito CPIs na fila. Lira deve evitar a CPI do Abuso de Autoridade para não entrar em confronto com o STF. Agora, todas a outras na fila podem ocorrer. CPI é instrumento de desgaste. Nenhuma será positiva para o governo”, avaliou o membro da mesa diretora da Casa Baixa do Congresso Nacional.

Perguntado sobre eventuais pressões da base do governo para evitar as CPIs, usando a sucessão de Arthur Lira para o comando da Câmara como moeda de troca, Sóstenes afirma que o alagoano não precisa recuar da intenção de abrir as investigações para garantir êxito nas eleições para a mesa diretora. Até porque o Partido Liberal, maior bancada da Casa, deve apoiar o atual presidente. Mas antecipou que caso o indicado de Lira não agrade, a alternativa do partido será lançar, como candidato próprio, o líder Altineu Côrtes (PL-RJ).

“Não há preocupação sobre isso. Primeiro porque o maior aliado do sucessor apontado por Lira, será o PL. Com o nosso apoio esse candidato já estaria no segundo turno. Agora, a depender de quem Lira lançar, se não for um bom nome, o PL lançará o Altineu”, arrematou. 

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Indefinição de Duque impediu acordo com os irmãos Oliveira

O projeto de reeleição da prefeita Márcia Conrado segue de vento em popa, ainda mais depois da adesão do principal grupo de oposição em Serra talhada, liderado pelo ex-deputado Sebastião Oliveira, mas poderia não estar tão afinado assim, não fosse a indecisão e soberba de Luciano Duque, hoje naturalmente jogado pelas circunstâncias para o papel de oposição no município.

Antes de decidir fechar com o projeto da prefeita Márcia Conrado, o Avante enviou emissário para tentar uma aliança com o ex-prefeito Luciano Duque (Solidariedade), numa tentativa de costurar aliança para enfrentar o projeto de reeleição de Márcia Conrado.  Quem confidenciou que houve tratativas foi o empresário e ex-vereador do município Faeca Melo, homem de confiança de Sebastião, em entrevista ao programa O Xis da Questão na Rádio Líder do Vale FM, nessa sexta-feira (19).

Nada receptivo, em meio a estas negociações o ex-prefeito Luciano Duque dificultou a aproximação: “Eu não tenho nenhuma relação política com esse grupo político [de Sebastião e Waldemar] … e ter diálogo político eu não pretendo ter, até porque todo mundo sabe que eu tenho lado”. A declaração azedou as negociações, e Waldemar Oliveira não deixou barato: “o que eu posso dizer é que talvez o deputado Luciano precise descer aí do pedestal que ele subiu. Ele deve estar se achando o Barão do Pajeú, né?”.

Apesar da troca de farpas, não foram as provocações que distanciaram os grupos, disse Faeca na entrevista, foi a indecisão de Luciano Duque. Mesmo com depreciações em público, o Avante estava interessado em formar chapa com Luciano, aguardou um posicionamento, que não veio e aí seguiu em direção ao grupo de Márcio onde encontrou acolhimento e decidiu pelo apoio para as próximas eleições.

O que Duque não contava é que ao deixar os irmãos Oliveira aderirem ao projeto de Márcia estava colocando empecilhos para sua própria candidatura, que ainda não foi oficializada. Não bastasse levar o Avante, Sebastião e Waldemar ainda mantiveram o PSB na base de Márcia Conrado e, de quebra, ainda podem exercer influencia sobre o partido de Luciano, o Solidariedade, presidido no estado por Marília Arraes, que compôs chapa para a disputa estadual com Sebastião Oliveira.

Embora ainda não se tenha uma posição oficial de Marília, há indícios de afastamento com Duque, que andou flertando com o governo de Raquel Lyra, a quem Marília faz ferrenha oposição. Duque ensaiou ter alinhamento com o presidente nacional da legenda, Paulinho da Força, de quem teria supostamente uma “carta de anuência”, mas o discurso tem sido deixado de lado. O tempo até as convenções estão cada vez mais exíguo, logo uma garantia tardia do partido pode inviabilizar o projeto de Duque, que anda isolado no município. Para piorar, ainda há as reais chances de Marília seguir Sebastião e Waldemar e levar o Solidariedade também para a base da atual prefeita.

Diante destas movimentações, o papel de oposição, exercida nos últimos anos por Sebastião Oliveira, caiu no colo de Luciano Duque e há a natural cobrança pela montagem de uma chapa minimamente competitiva para enfrentar sua ex-pupila, isso em meio a todo este cenário conturbado já exposto anteriormente.

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Sebastião diz que pode mudar critério de escolha do vice para compor com Márcia

No mesmo dia em que o pré-candidato do Avante Faeca Melo se mostrou insatisfeito com o critério de pesquisa (leia aqui), o presidente da legenda no estado, Sebastião Oliveira, disse, em entrevista ao Blog Farol de Notícias, que, caso a disputa cause desavença pode escolher o vice de Márcia Conrado da maneira tradicional, com indicação direta e monocrática. Além de Faeca, estão na disputa pela indicação Allan Pereira, Leirson Magalhães e Roberta Menezes.

Ainda no bate papo com o blog, Sebastião disse vê como normais os apoios públicos aos postulantes, seja por membros de sua base ou da base da prefeita Márcia Conrado, só fez a ressalva quanto ao local onde são manifestadas estas preferências: “só não sei se o fórum adequado é a imprensa”. Apesar disso, em resposta a insatisfação pública de Faeca quanto ao critério de pesquisa, o presidente do Avante mostrou respeito pela opinião do correligionário, mas afirmou que o critério está mantido.

Clima tenso

Apuramos que, por alguns fatores, o clima não é dos melhores na disputa pela vaga de vice. Sob reserva, uma fonte ligada ao Avante não deixou de externar sua insatisfação, principalmente com o apoio da base da prefeita Márcia ao médico Dr. Leirson Magalhães. O sentimento é que da maneira como estão conduzindo o processo, a escolha não represente necessariamente o partido, que decidiu pelo apoio ao projeto da prefeita Márcia Conrado.

Num ambiente controlado pelos governistas, o vice seria exatamente aquele que supostamente mais agrada a prefeita e a sua base, e não necessariamente aquele que está ligado a Sebastião e ao Avante a mais tempo.

Diante destas situações expostas e levando em consideração as condições colocadas por Sebastião Oliveira na entrevista ao Farol ontem (de que pode intervir se a disputa trouxer desarmonia), há a possibilidade de que o indicado para compor a vice de Márcia Conrado no seu projeto de reeleição não saia da pesquisa, mas sim que seja escolhido de maneira direta pelo mandatário.

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Faeca não esconde desconforto com escolha de vice por pesquisa

Faeca Melo, empresário do ramo de seguros, ex-vereador de Serra Talhada e candidato a vice-prefeito na chapa do saudoso ex-prefeito Geni Pereira nas eleições de 2008, que acabou derrotada para Carlos Evandro que se reelegeu naquele ano, não fez nenhuma questão de esconder o desconforto gerado com a definição do critério de pesquisa para escolha do vice-prefeito na chapa da prefeita Márcia Conrado para as eleições deste ano.   

Em entrevista para a Rádio Líder do Vale FM, no Programa O Xis da Questão desta sexta-feira (19), Faeca confessou que o estímulo da disputa entre aliados de Sebastião Oliveira para a escolha tem gerado mal-estar. Ele defende que o cargo de vice é usado para acomodação de alianças e que seria natural a escolha direta feita pelo presidente do Avante.

Embora tenha se posicionado contra o critério de pesquisa, Faeca deixou muito claro que não está impondo o seu nome, mas sim porque acredita ser uma maneira mais eficiente e que cessaria o clima, segundo ele tenso, que está havendo entre aqueles que foram apontados por Sebastião Oliveira como postulantes ao cargo: Dr. Leirson Magalhães, Roberta Menezes e Dr. Allan Pereira, além dele, Faeca Melo. Ele garante que, seja quem for o escolhido, segue firme com o grupo de Sebastião no projeto de reeleição de Márcia Conrado.

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PT teme que Lira paute pedido de impeachment de Lula

Paulo Cappelli, site Metrópole

O PT teme que o presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira, paute o pedido de impeachment de Lula. O receio é tema de conversas reservadas de petistas que atuam na articulação política do Congresso.

São dois os fatores que deixam o PT em posição de alerta. Primeiro, o aumento da tensão entre o governo Lula e Lira ocorrido nos últimos dias. E, segundo o fato de o Planalto ainda não ter construído uma base sólida na Câmara.

Caso Lira decida partir para o confronto, poderá desengavetar um dos 19 pedidos de impeachment de Lula já protocolados na Casa. O último, encabeçado por Carla Zambelli, reuniu 140 assinaturas.

A avaliação dos petistas mais ressabiados, é que, ao menos por ora, Lira não partirá para uma ofensiva tão bruta. Mas não se sabe o dia de amanhã.

Lira deixará o comando da Câmara em fevereiro de 2025. E, quanto mais próximo de deixar o cargo, mais tende a se irritar com pleitos não atendidos junto ao governo.

Pedidos de impeachment

O atual presidente da Casa e o ex Eduardo Cunha, que instaurou o impeachment de Dilma, guardam ao menos uma característica em comum: o temperamento explosivo.

Até o momento, já foram protocolados 19 pedidos de impeachment do presidente Lula. Os motivos são variados. Vão desde a reunião com o ditador venezuelano Nicolás Maduro no Brasil até declarações contra Israel em meio à guerra com o grupo terrorista Hamas.

“O que está acontecendo em Gaza não aconteceu em nenhum outro momento histórico, só quando Hitler resolveu matar os judeus”, disse Lula, no trecho mais contundente da crítica a Israel.