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Lula se vê pressionado por paralisações de pelo menos 20 categorias

O governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) vem sendo pressionado por ao menos 20 categorias que já fizeram, somente neste ano, algum tipo de redução de trabalho ou decretaram greves em busca de recuperação salarial ou de reestruturação de carreira. A movimentação impactou serviços essenciais em áreas prioritárias, como Educação, Saúde e Meio Ambiente. Após enfrentar dificuldades de diálogo com governos anteriores, servidores federais viram no retorno da gestão petista a possibilidade de negociação, mas vêm encontrando limitações orçamentárias para terem seus pleitos atendidos.

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Professores da UFPE e UFRPE rejeitam proposta do governo e decidem manter greve

Informações do JC Online

Professores da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) e Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE) rejeitaram a proposta de reajuste salarial apresentada pelo governo federal. Nas duas instituições de ensino superior, a greve será mantida.

Os docentes da UFPE se reuniram nesta sexta-feira (24). Na assembleia geral, 965 votaram contra a proposta e 546 se posicionaram a favor, com 37 abstenções. A categoria está com os braços cruzados desde 22 de abril.

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Professores das universidades federais do CE recusam proposta do governo Lula e mantêm paralisação

Professores das universidades federais do Ceará rejeitaram a última proposta apresentada pelo Governo Federal acerca do reajuste salarial da categoria, que sugere o aumento de 13% a 31% até 2026. Trabalhadores recusaram a negociação em encontro realizado na quinta-feira, 16, mantendo a greve.

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Subiu a pressão! AESET suspende atividades em busca de diálogo com a prefeita Márcia Conrado

Com informações do Vilabela Online

Por unanimidade, a Comunidade Acadêmica da Autarquia Educacional de Serra Talhada (AESET) decidiu, em assembleia realizada na noite dessa quarta-feira (15), suspender as atividades docentes nesta quinta (16) e sexta-feira (17). A reunião contou com a participação de servidores das três faculdades que compõem a autarquia.

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Com salários atrasados, professores da AESET ameaçam paralisar atividades

Professores da Autarquia Educacional de Serra Talhada (AESET) reclamam de salário atrasado e ameaçam paralisar atividades na próxima sexta-feira (24) como instrumento para forçar diálogo com o governo do município.  As aulas na FAFOPST (Faculdade de Formação de Professores de Serra Talhada) na FACISST (Faculdade de Ciências da Saúde de Serra Talhada) e na FACHUSST (Faculdade de Ciências Humanas e Sociais de Serra Talhada), não foram afetas.

Segundo a comissão, caso não haja pagamentos, no dia 6 de maio completa dois meses de atraso. “Redigiremos um documento para informar a prefeita Márcia Conrado a parada de alerta para a próxima sexta-feira (26) exigindo a atualização salarial, caso não responda, vamos parar. E queremos uma reunião com a pessoa da prefeita para tratarmos de outras pautas da classe”, ratificou a comissão, em entrevista ao Blog Farol de Notícias.

Entramos em contato com a direção da AESET e recebemos duas notas, uma da Direção Pedagógica da FAFOPST, onde trata as informações publicadas pelo blog citado como falsas, e garante que as haverá aula normalmente durante toda a semana. Outra nota, da direção da autarquia, expõe um fato que pode ter ligação direta o suposto atraso nos salários, pois reconhece a direção, que houve distrato por parte da prestadora de serviços de assessoria contábil da folha de pagamento, por conta disso foi necessário um novo processo para contratação de nova empresa para prestar este serviço.

Além deste assunto, a nota da direção da AESET aborda também outra pressão feita pela categoria sobre reajuste salariais. Confira as notas na íntegra a seguir:

 Nota da Direção Pedagógica FAFOPST

Prezados alunos, bom dia!

 Enquanto Direção Pedagógica, gostaria de deixar registrado e muito claro a todos que algumas informações publicadas no dia de hoje (24/04/2024) no Portal Farol de Notícias não são verdadeiras. São FALSAS. A fonte deste portal nesta matéria está usando de má fé. TEREMOS AULA NORMALMENTE DURANTE TODA A SEMANA. Peço que, por favor, acreditem apenas no que for trazido por mim ou Auricélia.

Nosso respeito a todos os nossos alunos e colegas é incondicional. De nós, tenham certeza que sempre receberão RESPEITO E VERDADE.

 Um abraço em cada um e até mais tarde!

Cordialmente,

Renata Machado de Medeiros e Auricélia Rejane Leite da Silva

Direção Pedagógica FAFOPST

Nota da Direção da AESET

Em resposta a matéria “sem pagamentos, professores da Aeset paralisam e cobram da PMST”, ressaltamos que houve um distrato por parte da prestadora de serviços de assessoria contábil da folha de pagamento, de forma que, tivemos que realizar um novo processo de contratação de nova empresa prestadora de serviço em folha de pagamento. No momento, aguardamos o fechamento da mesma por parte da contabilidade, para que, tão logo possamos realizar os pagamentos.

 Outrora, com relação ao tema reajuste salariais, considerando que no ano eleitoral a legislação impõe limitações para a Administração Pública Municipal, especialmente o disposto no Lei Federal nº 4.737/65 (Código Eleitoral), na Lei Federal nº 9.504/97 (Lei Geral das Eleições), que fixa nos arts. 73 a 78 as condutas vedadas aos agentes públicos, por força da PORTARIA PMST/GP Nº. 172, DE 09 DE FEVEREIRO DE 2024, Art. 1º, inciso VIII, fica terminantemete proibido fazer, na circunscrição do pleito, revisão geral da remuneração dos servidores partir do início do prazo estabelecido no art. 7º da lei nº 9.504/97 (Lei Geral das Eleições), ou seja, a partir de 06 de abril de 2024, e até a posse dos eleitos.

 Por fim, ressaltamos o empenho e o comprometimento da Gestão Márcia Conrado com a Autarquia Educacional de Serra Talhada que não tem medido esforços em nos ajudar.

Em conversa com Damião Medeiros, Presidente da AESET, ele explicou melhor o que aconteceu:

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Motoristas da UFRPE-UAST suspendem greve, mas não receberam salários atrasados

A direção geral da Universidade Federal Rural de Pernambuco – Unidade Acadêmica de Serra Talhada (UFRPE-UAST), emitiu nota garantindo o restabelecimento do transporte estudantil para esta quarta-feira (24), retornando assim as atividades acadêmicas. O anúncio veio 24h após motoristas terceirizados anunciarem que cruzariam os braços. Embora garanta o transporte, na sua nota a instituição não falou se os pagamentos tinham sido feitos ou não.

Como a categoria foi convencida a retornara ao trabalho é um mistério, o Blog Farol de Notícias procurou ouvir representantes dos profissionais, que garantem que nenhum centavo referente aos cerca de dois meses de atraso foi pago.

Eu não sei qual foi o acordo que fizeram para lá, que desistiram da greve. Mas a gente continua no mesmo, sem receber. Até agora nada, não pagaram nada e eu não sei mais o que fazer da vida. Amanhã vai ser aula normal, vamos começar a rodar, mas sem dinheiro”, desabafou um motorista que preferiu não ser identificado.

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Motoristas da UFRPE paralisam atividades por falta de pagamentos

Com salários atrasados há quase 2 meses, os motoristas de ônibus que prestam serviço a Universidade Federal Rural de Pernambuco – Unidade Acadêmica de Serra Talhada (UFRPE/UAST) decidiram, como maneira de reivindicar os pagamentos, paralisar as atividades a partir desta terça-feira (23).

O comunicado foi feito ontem pela direção geral da instituição por meio de nota. No documento, a UAST afirma que a falta de pagamento se dá por falta de repasse a empresa contratada. Aulas e atividades acadêmicas também serão afetadas com o movimento.

Um motorista, que pediu para não ser identificado pela reportagem do blog Farol de Notícias, disse: “Essa paralisação só vai terminar quando conseguirem pagar a gente. Nós estamos há 60 dias sem receber dinheiro, quase 60 dias. Não é brincadeira, não. Isso está uma imoralidade. O descaso com os motoristas é total”.

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Greve de professores da UFPE tem início nesta segunda-feira (22) com entrega de carta à Reitoria

A partir desta segunda-feira (22), os docentes da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) darão início à paralisação aprovada em Assembleia Geral Extraordinária realizada na última semana.

A adesão à greve nacional dos servidores federais da Educação foi tomada após uma votação online, na qual 899 professores votaram a favor, enquanto 795 votaram contra, com 43 abstenções registradas pela Associação dos Docentes da UFPE (Adufepe).

Como parte da paralisação, os professores levarão à Reitoria da Universidade uma Carta Aberta seguindo a agenda de atividades de mobilização programadas para a data que marca o início da greve na UFPE.

De acordo com a Adufepe, o documento elaborado pelo Comando Local de Greve (CLG) reafirma a pauta de reivindicações e está previsto para ser entregue às 10h, depois de panfletagem e café na entrada do campus Recife (Cidade Universitária).

“Nós nos deslocaremos para a entrega do nosso documento reivindicatório ao reitor. Esperamos que às 10h, o reitor esteja na reitoria para receber o nosso documento. Então todos os professores estão convidados para estar presentes neste evento de entrega das nossas reivindicações ao Magnífico Reitor”, disse o tesoureiro da Adufepe, professor Audísio Costa, em comunicado à imprensa.

A Adufepe já protocolou um ofício formal informando a deflagração da greve a partir do dia 22, a Carta do Comando reforça as preocupações da categoria. De acordo com Costa, essa é uma forma simbólica de pressão junto às autoridades para que as reivindicações sejam atendidas.

À tarde, às 14h, na sede do sindicato, o Comando Local volta a se reunir para definir os próximos passos da mobilização e eleger o delegado que participará do Comando Nacional de Greve.

Como explicou a Coluna Enem Educação na última semana, o semestre letivo 2024.1 da UFPE havia sido iniciado na segunda-feira (15), mesma data em que várias universidades e institutos federais de educação de todo o país anunciaram a paralisação das atividades.

A principal reinvindicação dos docentes é com relação ao reajuste salarial de 22% – dividido em três parcelas iguais de 7,06% para os exercícios financeiros de 2024, 2025 e 2026.

Entretanto, a proposta que chegou a ser apresentada pela gestão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, era de um reajuste de 4,5% em 2025 e de outros 4,5% em 2026, somados aos 9% já concedidos em 2023 – a oferta foi rejeitada pelos servidores.

Também estão na pauta a recomposição do orçamento público das Instituições Federais de Ensino, a garantia de condições de trabalho e a reestruturação das carreiras de docentes e técnicas/os.