CategoriasEconomia

Hugo Motta critica aumento de imposto feito por Lula e diz que quem gasta demais não é vítima, é culpado

O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), criticou duramente o governo Lula depois que a equipe econômica decidiu aumentar o IOF (Imposto sobre Operações Financeiras), um tributo que incide sobre operações como empréstimos, câmbio e aplicações financeiras.

Em uma publicação nas redes sociais, Motta disse:

“O Brasil não precisa de mais imposto, precisa de menos desperdício.”

CategoriasEconomia

Editorial do Estadão alerta: judicialização já consome 2,5% do PIB e compromete equilíbrio fiscal

Um editorial publicado nesta terça-feira (22) pelo jornal O Estado de S. Paulo acendeu um novo sinal de alerta sobre o impacto crescente das decisões judiciais no Orçamento federal. Com base em estudo conduzido por pesquisadores do Insper, o jornal revela que o custo da judicialização para os cofres públicos atingiu 2,5% do Produto Interno Bruto (PIB) em 2024 — um patamar preocupante que se mantém elevado desde 2020 e que chegou a 3,2% no ano passado.

CategoriasEconomia

Cresce a preocupação com a economia e frustração com governo Lula atinge 67%, aponta Estadão

O editorial do jornal O Estado de S. Paulo desta segunda-feira, 14 de abril de 2025, intitulado “Dispara a preocupação com a economia”, destaca a crescente inquietação dos brasileiros com a situação econômica do país. Segundo pesquisa do Datafolha, 22% dos entrevistados apontaram a economia como o principal problema nacional, empatando com a saúde e superando temas como violência e corrupção. Esse aumento na preocupação ocorre apesar de indicadores positivos, como a baixa taxa de desemprego e o crescimento do PIB acima do esperado.​

CategoriasEconomia

WSJournal compara EUA ao Brasil e faz crítica dura ao modelo econômico brasileiro

O jornal norte-americano The Wall Street Journal publicou nesse sábado (12.abr.2025) uma crítica contundente ao Brasil ao comparar as políticas tarifárias anunciadas por Donald Trump nos EUA com o histórico modelo protecionista brasileiro. A publicação afirma que, ao seguir esse caminho, os EUA “serão iguais ao Brasil”, país onde tarifas elevadas encarecem produtos, comprometem a competitividade da indústria e forçam os consumidores a buscar alternativas no exterior.

CategoriasEconomia

PIB per capita do Brasil tem 8º pior crescimento do G20 desde 1985

O Brasil completou 40 anos de democracia, mas seu crescimento econômico ficou aquém do esperado. Entre 1985 e 2025, o PIB per capita cresceu 62% em paridade do poder de compra, sendo o 8º pior desempenho entre os países do G20. Em comparação, nações como China, Índia e Coreia do Sul avançaram significativamente mais. O período entre 2015 e 2024 foi ainda mais desanimador, com um crescimento de apenas 2,2%, o pior das últimas quatro décadas.

CategoriasEconomia

Sob comando de aliado de Lula, Banco Central eleva juros e contraria governo

Em sua primeira reunião sob a liderança de Gabriel Galípolo, indicado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central decidiu, por unanimidade, elevar a taxa básica de juros de 12,25% para 13,25% ao ano. A decisão, anunciada nesta quarta-feira, 29 de janeiro de 2025, visa conter a desancoragem das expectativas de inflação e as pressões no mercado de trabalho.

Anteriormente, Lula criticou o ex-presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, por manter os juros elevados, argumentando que tal política prejudicava o crescimento econômico e penalizava a população brasileira. No entanto, mesmo com a nomeação de um aliado para a presidência do BC, a necessidade de controlar a inflação levou à continuidade da política monetária restritiva.

A presidente nacional do Partido dos Trabalhadores (PT), Gleisi Hoffmann, também crítica da gestão de Campos Neto, manifestou descontentamento com o aumento da Selic sob a nova liderança do BC. Ela atribuiu a elevação dos juros às decisões da administração anterior, destacando que o novo aumento já havia sido determinado desde dezembro pela direção anterior do Banco Central.

CategoriasEconomia

Impacto do aumento do diesel preocupa setor produtivo e governo

O reajuste no preço do diesel, previsto para os próximos dias, reacendeu o alerta sobre os impactos na inflação e na economia brasileira. Assessores presidenciais reconhecem que o aumento vem em um momento delicado, com a taxa inflacionária já pressionada pela alta dos alimentos. No entanto, o governo considera inevitável a correção, pois o combustível está defasado em relação ao mercado internacional há mais de um ano, o que também tem gerado cobranças dos importadores e investidores da Petrobras.

O setor produtivo, especialmente o agronegócio e a logística, demonstra preocupação com os reflexos do aumento no custo do transporte rodoviário, responsável pela maior parte do escoamento da produção no país. Especialistas apontam que o repasse ao consumidor pode ser inevitável, elevando ainda mais a inflação projetada para 2024, que já supera o teto da meta. Diante desse cenário, o Banco Central segue com a política de juros altos para tentar conter os impactos no mercado.

A Petrobras, por sua vez, argumenta que a defasagem do preço do diesel compromete a saúde financeira da estatal e, consequentemente, a capacidade de investimento da empresa. Com a reunião do Conselho de Administração marcada para esta quarta-feira (29), acionistas minoritários devem pressionar por uma política de preços mais alinhada ao mercado internacional. A expectativa é que o reajuste fique entre R$ 0,18 e R$ 0,24 por litro, garantindo um equilíbrio entre os interesses da estatal e as necessidades do país.

CategoriasEconomia

Repasse inicial do FPM em 2025 sofre queda real de 7,74% e acende alerta nos municípios

Os municípios brasileiros começam 2025 com um repasse menor do Fundo de Participação dos Municípios (FPM). A primeira parcela, tradicionalmente a mais robusta do mês, será de R$ 7,06 bilhões, antes das deduções do Fundeb. Com os descontos, o valor líquido a ser transferido nesta sexta-feira, 10, cai para R$ 5,65 bilhões, representando uma retração significativa em relação ao mesmo período do ano anterior.

De acordo com a Secretaria do Tesouro Nacional (STN), o repasse inicial de 2025 é 4,19% menor que os R$ 7,37 bilhões destinados no início de 2024, e o impacto é ainda mais severo quando ajustado pela inflação, com uma queda real de 7,74%. Essa diminuição reflete o comportamento da arrecadação nacional de Imposto de Renda e IPI nos últimos dias de dezembro, que, embora tenha registrado um aumento de R$ 5,99 bilhões, não foi suficiente para compensar as perdas.

O cenário preocupa, sobretudo diante do crescimento expressivo registrado em 2024, quando o primeiro FPM superou em 13,52% o valor de 2023. Para os economistas da Confederação Nacional de Municípios (CNM), o resultado liga o sinal de alerta, reforçando a necessidade de planejamento financeiro rigoroso por parte das prefeituras, que dependem fortemente desses recursos para sustentar seus orçamentos.