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Produção industrial de PE entre as piores do País

A indústria pernambucana registrou um dos piores desempenhos entre os estados do País no mês de janeiro deste ano, ficando na 10ª posição entre as 14 federações pesquisadas. De acordo com dados do IBGE compilados pela FIEPE, o setor recuou 5% na passagem de dezembro para janeiro, abaixo dos resultados nacional e da Região Nordeste, que decresceram, respectivamente, 2,4% e 1,6%.

Na análise do economista da Federação das Indústrias do Estado de Pernambuco (FIEPE), Cézar Andrade, esse comportamento se deve a alguns fatores. “O primeiro deles ainda está relacionado à pandemia da Covid-19, que, no início do ano, nos surpreendeu com o avanço da nova variante ômicron, que, mesmo com o avanço da vacinação, acabou afetando a dinâmica da economia, com o afastamento de colaboradores das suas atividades laborais e redução da capacidade produtiva das empresas”, disse.

Aliado a isso, relembra Andrade, houve um segundo impacto que foi a chegada da influenza H3N2, que acabou gerando uma atenção extra ao segmento pelos efeitos já sentidos com a Covid. A gripe também acabou afastando os colaboradores para evitar uma contaminação em massa.

Um outro ponto abordado pelo economista da FIEPE foi a não realização do Carnaval – situação que demandou menos das indústrias, sobretudo as dos setores de bebidas e as têxteis. “Para atender ao Carnaval, as indústrias já começam a se movimentar no primeiro mês do ano e isso não aconteceu. Além disso, fatores como a inflação, a falta ou alto custo das matérias-primas também prejudicaram o volume da produção industrial no mês em questão”, frisou Andrade.

Vale acrescentar também que, na comparação com janeiro do ano passado, a queda foi ainda maior, de 12,3%, impulsionada principalmente pelo resultado do setor têxtil, que caiu 41,4%, em que a inflação elevada somada à ausência das festas populares justifica essa redução das ofertas; seguida pelos comportamentos dos setores de metalurgia, que caiu 26%; e pelo de fabricação de máquinas, aparelhos e materiais elétricos, que decresceu 25,8%, explicados pelos sucessivos aumentos nos custos de produção.

Sistema FIEPE – Mantido pelo setor industrial, atua no desenvolvimento de soluções para trazer ainda mais competitividade ao segmento. Além da FIEPE – que realiza a defesa de interesse do setor produtivo – conta ainda com o SESI, o SENAI e o IEL. Pelo SESI-PE, são oferecidos serviços de saúde e educação básica para os industriários, familiares e comunidade geral. O SENAI-PE, além de formação profissional, atua em metrologia e ensaios, consultorias e inovação. O IEL-PE foca na carreira profissional dos trabalhadores, desde a seleção de estagiários e profissionais, até a capacitação deles realizada pela sua Escola de Negócios.

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Conta de luz terá nova taxa extra para consumidor pagar rombo bilionário

Uma operação de crédito para as distribuidoras de energia elétrica, a ser financiada por um grupo de bancos públicos e privados, vai resultar em uma nova taxa extra para o consumidor.

A manobra foi aprovada nesta terça-feira (15) pela Diretoria Colegiada da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) e havia sido determinada por  medida provisória e um decreto presidencial.

A operação visa reduzir os impactos financeiros – e o posterior repasse deles à tarifa dos consumidores – dos custos referentes à compra de energia elétrica no período de escassez hídrica de 2021.

O novo empréstimo ao setor elétrico será de até R$ 10,5 bilhões, dividido em duas partes. O financiamento, com cobrança de juros, será pago pelos consumidores de energia por meio de um novo encargo aplicado à conta de luz a partir de 2023.

A primeira parte do empréstimo será de até R$ 5,3 bilhões, à vista. Segundo a Aneel, o valor deverá cobrir o saldo negativo das bandeiras tarifárias que não arrecadaram o suficiente (R$ 540 milhões); o custo do bônus pago aos consumidores que economizaram energia no fim do ano passado (R$ 1,68 bilhão); a postergação de cobranças pelas distribuidoras (R$ 2,33 bilhões); e a importação de energia, entre julho e agosto do ano passado (R$ 790 milhões).

Já a segunda parte – estimada, até o momento, em outros R$ 5,2 bilhões – será para cobrir parte do custo da contratação emergencial de energia, realizada em leilão simplificado no ano passado e com período de fornecimento a partir de 1º de maio deste ano.

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Equipe econômica avalia aumento temporário no Auxílio Brasil se guerra persistir, dizem fontes

O Ministério da Economia avalia uma proposta para aumentar temporariamente o valor do benefício do programa Auxílio Brasil se forem persistentes os impactos negativos da guerra na Ucrânia sobre a economia, informaram duas fontes do governo à Reuters nesta segunda-feira, ressaltando que a medida seria uma possibilidade apenas para uma situação de extrema necessidade. O programa social paga parcelas mensais de cerca de 400 reais a aproximadamente 18 milhões de famílias.

Em caso de continuidade da guerra e novas altas expressivas da cotação do petróleo, com permanência em patamar elevado e impacto sobre a inflação, a ideia é que o governo trabalhe em uma ação focalizada, com reajuste temporário do benefício social.

De acordo com as fontes, por ser considerada a última opção, a ideia não está formalmente desenhada e não há valor definido para esse eventual aumento.

Um dos componentes da pasta afirma que a primeira leva de medidas já avançou com a sanção da lei que reduz tributação federal de combustíveis e muda a forma de cálculo do ICMS, além da aprovação no Senado do texto que cria um fundo para estabilizar oscilações de preços desses insumos e ampliar o programa que concede auxílio gás a famílias carentes.

Por isso, segundo o relato, antes de qualquer nova iniciativa, é necessário concluir e regulamentar essas medidas, avaliando posterior efeito sobre os preços e a economia.

A segunda fonte ressalta que a autorização desse benefício adicional dependeria de uma decretação de calamidade pública no país para viabilizar os gastos, o que dependeria de aprovação do Congresso. A medida não está nos planos do governo neste momento.

A ideia colocada em discussão internamente de focalizar eventual novo benefício é parte da estratégia da equipe econômica para evitar a liberação de um gasto ainda maior.

Segundo as fontes, o ministério é contra ideias que circulam no governo para dar subsídio direto a combustíveis ou cortar o PIS/Cofins que incide sobre a gasolina. A avaliação é que essas medidas demandam gastos excessivos, pouco eficientes e que beneficiam pessoas que não precisam.

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Reajuste na Gasolina e no Diesel: o combustível para a falácia

Não se pode negar que diante de um salário mínimo defasado, e sempre foi assim, o valor dos combustíveis no Brasil nunca foi acessível e isso foi agravado pela crise econômica causado pela pandemia do novo coronavírus e, agora, piorado pelo cenário de guerra com a invasão da Rússia à Ucrânia, devido às sanções impostas ao País governado por Vladimir Putin.

Nesta composição de cenários temos, no mundo, altas consideráveis. Talvez o peso não seja tão sentido por cidadãos de Países do chamado primeiro mundo onde o custo com combustível represente muito menos para seu salário do que no caso de nós brasileiros, mas não por isso se deixou de registrar insatisfação com o aumento dos combustíveis.

Terceiro maior produtor de combustíveis do planeta, atrás apenas dos EUA e da Arábia Saudita, a Rússia tem grande peso na composição do preço dos combustíveis no mercado internacional, então, para que o boicote a sua produção não afete ou seja minimizado, é preciso que outro produtores aumentem sua produção.

Segundo dados da BBC, Arábia Saudita é o maior produtor da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep), cartel que responde por cerca de 60% do petróleo bruto comercializado internacionalmente. Por isso, a Opep tem um papel fundamental na influência dos preços do petróleo.

A Rússia não está na Opep, mas trabalha com ela desde 2017 para impor limites à produção de petróleo, a fim de manter os ganhos dos produtores.

Os EUA têm pedido à Arábia Saudita que aumente sua produção, mas o país rejeitou pedidos anteriores do governo americano para aumentar a produção a fim de reduzir os preços do petróleo. Também estão avaliando relaxar as sanções petrolíferas da Venezuela. O país sul-americano costumava ser um importante fornecedor dos EUA, mas recentemente tem vendido seu petróleo em grande parte para a China.

Ignorando todo este cenário descrito e sua influencia sobre os combustíveis, já foi dada largada aqui no Brasil da “politização” do assunto.

Assim foi feito, de modo escandaloso, com a covid-19 buscando atribuir as mortes causadas pelas pandemia ao Presidente Jair Bolsonaro, inclusive com uma CPI ridícula que ignorou os crimes cometidos pelos Estados que, apoiados juridicamente pelo STF [que agora negar ter feito] receberam muito dinheiro para o combate a pandemia.

A cegueira da CPI e do STF quanto ao “covidão”, se dê, acreditamos, pelo fato das  denuncias atingirem, em suma, maioria de gestores alinhados politicamente com os comandantes da comissão com a Corte.

Qualquer assunto vai servir para quem desejar atribuir defeitos, quando não cria-los para atingir o presidente, com o objetivo eleitoral tendo em vista a disputa deste ano.

Depois de colocadas todas estas questões, repetimos o que foi colocado no início, que o preço do combustível já pesava e pesará mais ainda no bolso do brasileiro, pois incide também no custo de muitas mercadorias, já que os valores do frete também compõem o valor final.

Para termos um ideia da variação de preços, vamos ver a seguir os valores levantados pela rádio Afogados  FM, após o anúncio de reajuste feito nessa quinta-feira (10) pela Petrobrás:

O litro de gasolina está sendo vendido até por R$ 8,20 na cidade de Petrolina, no Sertão do Estado. Em Santa Cruz do Capibaribe já tem posto vendendo o litro de gasolina ao preço de R$ 7,80. Em Surubim, no Agreste do Estado, tem posto vendendo a R$ 7,49.

Em Vitória de Santo Antão, na Zona da Mata, a gasolina teria saltado para R$ 7,53. Em Recife a média de preços está entre R$ 7,15 a R$ 7,40. No Araripe, em Araripina o combustível também disparou e esta sendo vendido R$ 7,74 o litro.

Na região do Pajeú, Tabira, motoristas faziam filas ontem 10/03, em postos que ainda vendiam a 6:89 o litro, hoje já está a 7:50. Em Afogados da Ingazeira o litro era vendido ao preço de R$ 6,90 e hoje já é vendido por R$ 7,49. Aqui em Serra Talhada o litro da gasolina já está sendo vendido entre R$ 7,45 e R$ 7,90.

 

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Senado aprova regras que tentam ‘estabilizar preços’ de gasolina e cria bolsa-gasolina

Informações do Diário do Poder

O Plenário do Senado aprovou, nesta quinta-feira (10), o projeto de lei que cria regras para estabilização dos preços de combustíveis (PL 1472/2021). O projeto cria um sistema de bandas de preços, que limitará a variação, e uma conta federal para financiar essa ferramenta.

Além disso, estabelece um auxílio de até R$ 300 mensais para motoristas autônomos de baixa renda. O projeto segue para a Câmara dos Deputados.

O projeto foi aprovado na forma de substitutivo do relator, senador Jean Paul Prates (PT-RN). O seu dispositivo central é um programa de estabilização de preços, inserido na Política Energética Nacional.

O sistema usa bandas móveis (limites mínimo e máximo) definidas pelo governo federal para proteger o consumidor final da variação do preço de mercado dos combustíveis.

Pelo sistema, quando os preços de mercado estiverem abaixo do limite inferior da banda, os recursos correspondentes à diferença serão acumulados na Conta de Estabilização de Preços de Combustíveis (CEP-Combustíveis). Quando estiverem acima do limite superior, a CEP-Combustíveis servirá para manter o preço real dentro da margem regulamentar.

O substitutivo também cria o Auxílio Combustível Brasileiro (ACB), valor mensal a ser pago pelo governo federal para taxistas, motoristas de aplicativo, motociclistas e condutores de pequenas embarcações. Os beneficiários serão, preferencialmente, aqueles inscritos no Auxílio Brasil. O projeto prevê orçamento de até R$ 3 bilhões para o programa.

 

 

 

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Governo reduz o IPI em até 25%, com impacto de R$20 bilhões

O governo federal determinou, no início da noite desta sexta-feira (25), a redução de até 25% do IPI, o Imposto sobre Produtos Industrializados. O decreto assinado pelo presidente Jair Bolsonaro já foi publicado.

A expectativa é que a medida beneficie mais de 300 mil empresas, com um impacto estimado de R$ 20 bilhões, segundo o ministro da Economia, Paulo Guedes. O IPI incide sobre toda a atividade industrial, mas alguns produtos estarão excluídos da redução, como a indústria do tabaco.

A redução do IPI faz parte de uma série de iniciativas planejadas para 2022 pelo governo federal, para estimular a economia e o crescimento.

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Serra Talhada recebeu 2.260.984,40 do FPM

Nesta quinta-feira (20) o município de Serra Talhada recebeu R$ 2.260.984,40 do Fundo de Participação dos Municípios (FPM). Segundo o site Brasil 61, o montante já leva em consideração o desconto dos 20% do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb). Mesmo com a inflação acumulada de 10,06% nos últimos 12 meses, de acordo com o IBGE, o repasse representa um aumento real de recursos nos cofres.

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Auxílio Brasil deve injetar R$84 bilhões na economia

Estudo da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), divulgado hoje (19), analisa que o programa Auxílio Brasil deverá injetar na economia, ao longo deste ano, pelo menos R$ 84 bilhões, dos quais 70,43%, ou o equivalente a R$ 59,16 bilhões, deverão se transformar em consumo imediato, enquanto 25,74% (R$ 21,62 bilhões) se destinarão para quitação ou abatimento de dívidas e 3,83%, ou R$ 3,21 bilhões, serão poupados para consumo futuro.

O programa Auxílio Brasil substituiu o Bolsa Família, extinto no ano passado, e teve suas primeiras parcelas mensais pagas aos beneficiários em 2022 a partir de ontem (18).

O economista da CNC, Fabio Bentes, explicou que o valor de R$ 84 bilhões foi apurado tomando por base o benefício mínimo de R$ 400. “Como a gente não sabe quanto cada brasileiro vai receber, porque depende de outras variáveis, a gente fez a conta por baixo. Como o benefício mínimo é de R$ 400 pago a 17,5 milhões de famílias, durante 12 meses, isso perfaz R$ 84 bilhões”. Esse será o valor que o programa vai disponibilizar, no mínimo, em 2022. Entretanto, como o benefício é variável, a estimativa pode ser ainda mais otimista: R$ 89,9 bilhões.

A estimativa da CNC é que 70% desse montante se destinará ao consumo imediato, mas não ao consumismo, até porque os elegíveis do antigo Bolsa Família estão na pobreza extrema ou na pobreza, afirmou Bentes. “Há necessidades de curtíssimo prazo, por conta da pandemia e da letargia da economia, e as famílias vão ter que fazer frente a esses gastos com alimentação, com medicamentos, serviços do dia a dia, transportes”, indicou.

Do total de R$ 59 bilhões que deverão ir para o consumo imediato, a CNC estimou que pela estrutura de gastos do brasileiro, cerca de 47% são consumo no comércio e no setor de serviços. “A gente estima que R$ 28 bilhões devem chegar ao comércio”. Isso significa um impulso de 1% a 1,5% no faturamento anual do varejo nacional.

Bentes advertiu, entretanto, que isso não vai salvar as vendas do comércio em 2022. “Mas pode ajudar o comércio a ter um ano menos amargo no momento em que a expectativa para a economia, este ano, tem sido corrigida para baixo. A expectativa é que a economia cresça 0,3% este ano. Então, ajuda no sentido de disponibilizar um pouco mais de recursos para consumo, o que acaba aliviando um pouco mais o ano difícil que o comércio vai ter pela frente”.

Endividamento

Diante do grau de endividamento da população, o percentual de recursos destinado ao pagamento de dívidas tende a ser relativamente alto dessa vez. Segundo dados do Banco Central (BC), 30,3% da renda média dos brasileiros estavam comprometidos com dívidas no terceiro trimestre do ano passado, maior patamar da série histórica iniciada em 2005. “Mas a gente sabe que, por conta da inflação, dos juros mais altos, o comprometimento da renda seguramente deve aumentar um pouco, pelo menos nessa primeira metade de 2022”.

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Auxilio Brasil alcança o maior número de beneficiários da história

O Auxílio Brasil, criado pelo Governo do Brasil em substituição ao antigo Bolsa Família, já é o maior programa de transferência de renda da história do País, saltando de 14,5 para 17,5 milhões de famílias beneficiárias. Segundo o governo, com estes três milhões de novas famílias inseridas, zera-se a fila de pessoas elegíveis em 2021. Cada família receberá o valor de R$ 400, gerando um investimento federal superior a R$ 7,1 bilhões.

O calendário de pagamentos de 2022 teve início nessa terça-feira (18/01) e as milhões de famílias incluídas poderão sacar o valor integral ou fazer saques parciais com o cartão para movimentação bancária do benefício. A entrada, a seleção de famílias e a concessão de benefícios do Auxílio Brasil ocorrem todos os meses, de modo automatizado e impessoal, por meio do Sistema de Benefícios ao Cidadão (Sibec).

A seleção considera a estimativa de pobreza, a quantidade de famílias atendidas em cada município e o limite orçamentário do programa. Para que a família seja habilitada, também é necessário ter os dados atualizados no Cadastro Único do Governo Federal nos últimos 24 meses.

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Conta de luz subiu 41,7% durante a pandemia de covid

A falta de investimentos em fontes renováveis e baratas de energia, medidas caras e poluentes como o acionamento das termelétricas, aliadas à seca sem precedentes em quase um século, fez a conta de luz dos brasileiros disparar ao longo dos dois anos de pandemia, como mostra reportagem do site Diário do Poder.

O valor do kwh em Brasília, por exemplo, subiu 41,7% desde janeiro de 2020, e ainda tem a chamada bandeira vermelha, devido a escassez hídrica. Cliente do Distrito Federal pagava R$0,719 por cada kwh na conta em janeiro de 2020. Na conta deste mês, o valor cobrado foi de R$ 1,019.

No primeiro ano da pandemia o valor adicional nas contas cobrado referente a bandeira vermelha foi de R$ 6,80, agora em janeiro de 2022, o susto: R$ 116,15. A alta da energia só se compara à dos combustíveis, que dispararam 46,1% (diesel), 46,7% (gasolina) e 56,5% (etanol), segundo a TicketLog.