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Governo anuncia medidas que reduzirão conta de luz em 20%

Depois de sucessivas introduções de bandeiras na conta de luz e reajustes dos valores para contingenciar o uso de energia devido a escassez hídrica, o governo federal anunciou bandeira verde para todos os consumidores de energia elétrica a partir de 16 de abril, o que vai resultar numa redução de 20% na conta de luz.  

O Presidente Jair Bolsonaro disse, por meio de suas redes sociais, que devido a seca no ano passado, foi preciso tomar medidas excepcionais para enfrentar seus reflexos, mas que agora o cenário é diferente com os reservatórios muito mais cheios do que em 2021 e com o risco de falta de energia foi totalmente afastado, com tendência é dispensar o uso de termelétricas.

O Boletim Mensal de Monitoramento do Sistema Elétrico Nacional, do Ministério de Minas e Energia, mostra que, as chuvas de fevereiro elevaram o nível dos reservatórios das hidrelétricas das regiões Norte, Nordeste, Sudeste e Centro-Oeste.

 

Somente os reservatórios do Sul fecharam fevereiro com 28% da capacidade, por causa da estiagem.

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ExpoSerra volta a ser realizada no modo presencial

A Feira da Indústria, Comércio e Serviços de Serra Talhada, ExpoSerra, chega a sua 22ª edição em 2022. Depois de realizada em modo remoto nos últimos anos devido a pandemia do novo coronavírus, a feira voltará ao seu formato original, presencial, isso graças a situação sanitário do País. O anúncio foi feito pelas entidades CDL e SINDICOM, nessa sexta-feira (26) na sede da Câmara de Dirigentes Lojistas de Serra Talhada, no Sertão do Pajeú.  

A ExpoSerra será realizada nos dias 14, 15 e 16 de julho com o tema “Conectada com o Desenvolvimento” e tem novidade: este ano os stands da feira serão montados no Armazém Social do Sesc Serra Talhada, uma estrutura multiuso com banheiros e melhor acessibilidade, oferecendo mais conforto para expositores e visitantes.

Durante o lançamento o Presidente da CDL, Maurício Melo, não conteve o entusiasmo: “Este ano temos a expectativa de realizarmos a maior feira de todos os tempos… Este é o ano da retomada”, disse.

No próximo evento, ainda sem data definida, a organização da feira deverá apresentar mais detalhes, como programação, parcerias, shows e novas oportunidades de negócios.

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Desemprego cai para o menor índice desde 2016

A taxa de desemprego no país ficou em 11,2% no trimestre encerrado em janeiro deste ano. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o resultado é o menor para o período, desde 2016 (9,6%).

Os dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua) foram divulgados nesta sexta-feira (18).

No trimestre encerrado em janeiro de 2021, a taxa era de 14,5%. Ainda de acordo com o IBGE, a taxa observada no trimestre encerrado em janeiro deste ano ficou abaixo da observada no trimestre finalizado em outubro de 2021 (12,1%).

A população desocupada ficou em 12 milhões de pessoas, 6,6% abaixo do trimestre anterior (menos 858 mil pessoas) e 18,3% abaixo do trimestre encerrado em janeiro de 2021 (menos 2,7 milhões de pessoas).

A população ocupada no país chegou a 95,4 milhões, altas de 1,6% em relação a outubro (mais 1,5 milhão de pessoas) e de 9,4% ante janeiro de 2021 (mais 8,2 milhões).

O nível da ocupação, que é o percentual de pessoas ocupadas na população com idade para trabalhar, ficou estimado em 55,3%. O resultado é 0,7 ponto percentual acima do registrado no trimestre anterior (54,6%) e 4,3 pontos percentuais acima que no mesmo período de 2021 (51,1%). (Agência Brasil)

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Produção industrial de PE entre as piores do País

A indústria pernambucana registrou um dos piores desempenhos entre os estados do País no mês de janeiro deste ano, ficando na 10ª posição entre as 14 federações pesquisadas. De acordo com dados do IBGE compilados pela FIEPE, o setor recuou 5% na passagem de dezembro para janeiro, abaixo dos resultados nacional e da Região Nordeste, que decresceram, respectivamente, 2,4% e 1,6%.

Na análise do economista da Federação das Indústrias do Estado de Pernambuco (FIEPE), Cézar Andrade, esse comportamento se deve a alguns fatores. “O primeiro deles ainda está relacionado à pandemia da Covid-19, que, no início do ano, nos surpreendeu com o avanço da nova variante ômicron, que, mesmo com o avanço da vacinação, acabou afetando a dinâmica da economia, com o afastamento de colaboradores das suas atividades laborais e redução da capacidade produtiva das empresas”, disse.

Aliado a isso, relembra Andrade, houve um segundo impacto que foi a chegada da influenza H3N2, que acabou gerando uma atenção extra ao segmento pelos efeitos já sentidos com a Covid. A gripe também acabou afastando os colaboradores para evitar uma contaminação em massa.

Um outro ponto abordado pelo economista da FIEPE foi a não realização do Carnaval – situação que demandou menos das indústrias, sobretudo as dos setores de bebidas e as têxteis. “Para atender ao Carnaval, as indústrias já começam a se movimentar no primeiro mês do ano e isso não aconteceu. Além disso, fatores como a inflação, a falta ou alto custo das matérias-primas também prejudicaram o volume da produção industrial no mês em questão”, frisou Andrade.

Vale acrescentar também que, na comparação com janeiro do ano passado, a queda foi ainda maior, de 12,3%, impulsionada principalmente pelo resultado do setor têxtil, que caiu 41,4%, em que a inflação elevada somada à ausência das festas populares justifica essa redução das ofertas; seguida pelos comportamentos dos setores de metalurgia, que caiu 26%; e pelo de fabricação de máquinas, aparelhos e materiais elétricos, que decresceu 25,8%, explicados pelos sucessivos aumentos nos custos de produção.

Sistema FIEPE – Mantido pelo setor industrial, atua no desenvolvimento de soluções para trazer ainda mais competitividade ao segmento. Além da FIEPE – que realiza a defesa de interesse do setor produtivo – conta ainda com o SESI, o SENAI e o IEL. Pelo SESI-PE, são oferecidos serviços de saúde e educação básica para os industriários, familiares e comunidade geral. O SENAI-PE, além de formação profissional, atua em metrologia e ensaios, consultorias e inovação. O IEL-PE foca na carreira profissional dos trabalhadores, desde a seleção de estagiários e profissionais, até a capacitação deles realizada pela sua Escola de Negócios.

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Conta de luz terá nova taxa extra para consumidor pagar rombo bilionário

Uma operação de crédito para as distribuidoras de energia elétrica, a ser financiada por um grupo de bancos públicos e privados, vai resultar em uma nova taxa extra para o consumidor.

A manobra foi aprovada nesta terça-feira (15) pela Diretoria Colegiada da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) e havia sido determinada por  medida provisória e um decreto presidencial.

A operação visa reduzir os impactos financeiros – e o posterior repasse deles à tarifa dos consumidores – dos custos referentes à compra de energia elétrica no período de escassez hídrica de 2021.

O novo empréstimo ao setor elétrico será de até R$ 10,5 bilhões, dividido em duas partes. O financiamento, com cobrança de juros, será pago pelos consumidores de energia por meio de um novo encargo aplicado à conta de luz a partir de 2023.

A primeira parte do empréstimo será de até R$ 5,3 bilhões, à vista. Segundo a Aneel, o valor deverá cobrir o saldo negativo das bandeiras tarifárias que não arrecadaram o suficiente (R$ 540 milhões); o custo do bônus pago aos consumidores que economizaram energia no fim do ano passado (R$ 1,68 bilhão); a postergação de cobranças pelas distribuidoras (R$ 2,33 bilhões); e a importação de energia, entre julho e agosto do ano passado (R$ 790 milhões).

Já a segunda parte – estimada, até o momento, em outros R$ 5,2 bilhões – será para cobrir parte do custo da contratação emergencial de energia, realizada em leilão simplificado no ano passado e com período de fornecimento a partir de 1º de maio deste ano.

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Equipe econômica avalia aumento temporário no Auxílio Brasil se guerra persistir, dizem fontes

O Ministério da Economia avalia uma proposta para aumentar temporariamente o valor do benefício do programa Auxílio Brasil se forem persistentes os impactos negativos da guerra na Ucrânia sobre a economia, informaram duas fontes do governo à Reuters nesta segunda-feira, ressaltando que a medida seria uma possibilidade apenas para uma situação de extrema necessidade. O programa social paga parcelas mensais de cerca de 400 reais a aproximadamente 18 milhões de famílias.

Em caso de continuidade da guerra e novas altas expressivas da cotação do petróleo, com permanência em patamar elevado e impacto sobre a inflação, a ideia é que o governo trabalhe em uma ação focalizada, com reajuste temporário do benefício social.

De acordo com as fontes, por ser considerada a última opção, a ideia não está formalmente desenhada e não há valor definido para esse eventual aumento.

Um dos componentes da pasta afirma que a primeira leva de medidas já avançou com a sanção da lei que reduz tributação federal de combustíveis e muda a forma de cálculo do ICMS, além da aprovação no Senado do texto que cria um fundo para estabilizar oscilações de preços desses insumos e ampliar o programa que concede auxílio gás a famílias carentes.

Por isso, segundo o relato, antes de qualquer nova iniciativa, é necessário concluir e regulamentar essas medidas, avaliando posterior efeito sobre os preços e a economia.

A segunda fonte ressalta que a autorização desse benefício adicional dependeria de uma decretação de calamidade pública no país para viabilizar os gastos, o que dependeria de aprovação do Congresso. A medida não está nos planos do governo neste momento.

A ideia colocada em discussão internamente de focalizar eventual novo benefício é parte da estratégia da equipe econômica para evitar a liberação de um gasto ainda maior.

Segundo as fontes, o ministério é contra ideias que circulam no governo para dar subsídio direto a combustíveis ou cortar o PIS/Cofins que incide sobre a gasolina. A avaliação é que essas medidas demandam gastos excessivos, pouco eficientes e que beneficiam pessoas que não precisam.

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Reajuste na Gasolina e no Diesel: o combustível para a falácia

Não se pode negar que diante de um salário mínimo defasado, e sempre foi assim, o valor dos combustíveis no Brasil nunca foi acessível e isso foi agravado pela crise econômica causado pela pandemia do novo coronavírus e, agora, piorado pelo cenário de guerra com a invasão da Rússia à Ucrânia, devido às sanções impostas ao País governado por Vladimir Putin.

Nesta composição de cenários temos, no mundo, altas consideráveis. Talvez o peso não seja tão sentido por cidadãos de Países do chamado primeiro mundo onde o custo com combustível represente muito menos para seu salário do que no caso de nós brasileiros, mas não por isso se deixou de registrar insatisfação com o aumento dos combustíveis.

Terceiro maior produtor de combustíveis do planeta, atrás apenas dos EUA e da Arábia Saudita, a Rússia tem grande peso na composição do preço dos combustíveis no mercado internacional, então, para que o boicote a sua produção não afete ou seja minimizado, é preciso que outro produtores aumentem sua produção.

Segundo dados da BBC, Arábia Saudita é o maior produtor da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep), cartel que responde por cerca de 60% do petróleo bruto comercializado internacionalmente. Por isso, a Opep tem um papel fundamental na influência dos preços do petróleo.

A Rússia não está na Opep, mas trabalha com ela desde 2017 para impor limites à produção de petróleo, a fim de manter os ganhos dos produtores.

Os EUA têm pedido à Arábia Saudita que aumente sua produção, mas o país rejeitou pedidos anteriores do governo americano para aumentar a produção a fim de reduzir os preços do petróleo. Também estão avaliando relaxar as sanções petrolíferas da Venezuela. O país sul-americano costumava ser um importante fornecedor dos EUA, mas recentemente tem vendido seu petróleo em grande parte para a China.

Ignorando todo este cenário descrito e sua influencia sobre os combustíveis, já foi dada largada aqui no Brasil da “politização” do assunto.

Assim foi feito, de modo escandaloso, com a covid-19 buscando atribuir as mortes causadas pelas pandemia ao Presidente Jair Bolsonaro, inclusive com uma CPI ridícula que ignorou os crimes cometidos pelos Estados que, apoiados juridicamente pelo STF [que agora negar ter feito] receberam muito dinheiro para o combate a pandemia.

A cegueira da CPI e do STF quanto ao “covidão”, se dê, acreditamos, pelo fato das  denuncias atingirem, em suma, maioria de gestores alinhados politicamente com os comandantes da comissão com a Corte.

Qualquer assunto vai servir para quem desejar atribuir defeitos, quando não cria-los para atingir o presidente, com o objetivo eleitoral tendo em vista a disputa deste ano.

Depois de colocadas todas estas questões, repetimos o que foi colocado no início, que o preço do combustível já pesava e pesará mais ainda no bolso do brasileiro, pois incide também no custo de muitas mercadorias, já que os valores do frete também compõem o valor final.

Para termos um ideia da variação de preços, vamos ver a seguir os valores levantados pela rádio Afogados  FM, após o anúncio de reajuste feito nessa quinta-feira (10) pela Petrobrás:

O litro de gasolina está sendo vendido até por R$ 8,20 na cidade de Petrolina, no Sertão do Estado. Em Santa Cruz do Capibaribe já tem posto vendendo o litro de gasolina ao preço de R$ 7,80. Em Surubim, no Agreste do Estado, tem posto vendendo a R$ 7,49.

Em Vitória de Santo Antão, na Zona da Mata, a gasolina teria saltado para R$ 7,53. Em Recife a média de preços está entre R$ 7,15 a R$ 7,40. No Araripe, em Araripina o combustível também disparou e esta sendo vendido R$ 7,74 o litro.

Na região do Pajeú, Tabira, motoristas faziam filas ontem 10/03, em postos que ainda vendiam a 6:89 o litro, hoje já está a 7:50. Em Afogados da Ingazeira o litro era vendido ao preço de R$ 6,90 e hoje já é vendido por R$ 7,49. Aqui em Serra Talhada o litro da gasolina já está sendo vendido entre R$ 7,45 e R$ 7,90.

 

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Senado aprova regras que tentam ‘estabilizar preços’ de gasolina e cria bolsa-gasolina

Informações do Diário do Poder

O Plenário do Senado aprovou, nesta quinta-feira (10), o projeto de lei que cria regras para estabilização dos preços de combustíveis (PL 1472/2021). O projeto cria um sistema de bandas de preços, que limitará a variação, e uma conta federal para financiar essa ferramenta.

Além disso, estabelece um auxílio de até R$ 300 mensais para motoristas autônomos de baixa renda. O projeto segue para a Câmara dos Deputados.

O projeto foi aprovado na forma de substitutivo do relator, senador Jean Paul Prates (PT-RN). O seu dispositivo central é um programa de estabilização de preços, inserido na Política Energética Nacional.

O sistema usa bandas móveis (limites mínimo e máximo) definidas pelo governo federal para proteger o consumidor final da variação do preço de mercado dos combustíveis.

Pelo sistema, quando os preços de mercado estiverem abaixo do limite inferior da banda, os recursos correspondentes à diferença serão acumulados na Conta de Estabilização de Preços de Combustíveis (CEP-Combustíveis). Quando estiverem acima do limite superior, a CEP-Combustíveis servirá para manter o preço real dentro da margem regulamentar.

O substitutivo também cria o Auxílio Combustível Brasileiro (ACB), valor mensal a ser pago pelo governo federal para taxistas, motoristas de aplicativo, motociclistas e condutores de pequenas embarcações. Os beneficiários serão, preferencialmente, aqueles inscritos no Auxílio Brasil. O projeto prevê orçamento de até R$ 3 bilhões para o programa.

 

 

 

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Governo reduz o IPI em até 25%, com impacto de R$20 bilhões

O governo federal determinou, no início da noite desta sexta-feira (25), a redução de até 25% do IPI, o Imposto sobre Produtos Industrializados. O decreto assinado pelo presidente Jair Bolsonaro já foi publicado.

A expectativa é que a medida beneficie mais de 300 mil empresas, com um impacto estimado de R$ 20 bilhões, segundo o ministro da Economia, Paulo Guedes. O IPI incide sobre toda a atividade industrial, mas alguns produtos estarão excluídos da redução, como a indústria do tabaco.

A redução do IPI faz parte de uma série de iniciativas planejadas para 2022 pelo governo federal, para estimular a economia e o crescimento.

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Serra Talhada recebeu 2.260.984,40 do FPM

Nesta quinta-feira (20) o município de Serra Talhada recebeu R$ 2.260.984,40 do Fundo de Participação dos Municípios (FPM). Segundo o site Brasil 61, o montante já leva em consideração o desconto dos 20% do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb). Mesmo com a inflação acumulada de 10,06% nos últimos 12 meses, de acordo com o IBGE, o repasse representa um aumento real de recursos nos cofres.