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Ex-primeiro ministro do Japão morre após atentado em comício

O ex-primeiro-ministro japonês Shinzo Abe morreu nesta sexta-feira (8), após ser baleado num atentado durante comício na cidade de Nara, perto de Quioto.

A notícia foi dada pela NHK, a TV estatal do Japão. A polícia japonesa prendeu Tetsuya Yamagami, que carregava uma arma improvisada. Yamagami portava um equipamento que parecia uma câmera fotográfica, mas era uma arma de fabricação caseira.

Kei Sato, um membro da casa alta do Parlamento que concorre à reeleição como representante da cidade de Nara.

A morte foi declarada às 17h03 locais, cinco horas depois de ter chegado ao hospital.

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EUA acusados ​​de hipocrisia por apoiar sanções contra a Rússia, mas não contra Israel

Informações de o The Guardian

Os EUA e alguns de seus aliados europeus estão enfrentando acusações de dois pesos e duas medidas por apoiar sanções e investigações internacionais de crimes de guerra contra a Rússia por sua invasão da Ucrânia , enquanto os bloqueiam por ações militares israelenses nos territórios palestinos ocupados.

Mas grupos pró-Israel nos EUA rejeitaram as alegações acusando os críticos de explorar o sofrimento ucraniano para traçar falsos paralelos.

No mês passado, a Anistia Internacional pediu que a ONU imponha sanções direcionadas contra Israel depois de se juntar a outros grupos de direitos humanos ao acusá-lo de violar a lei internacional ao praticar uma forma de apartheid e cometer um crime contra a humanidade em sua “dominação” dos palestinos.

Autoridades palestinas e relatores especiais da ONU nos territórios ocupados também pressionaram por sanções sobre a apreensão de terras israelenses na Cisjordânia, o bloqueio de Gaza e o assassinato em larga escala de civis palestinos.

Enquanto pressionam por ação contra a Rússia , no entanto, os EUA e outros governos resistiram a medidas semelhantes contra Israel.

Na terça-feira, o secretário de Estado dos EUA, Antony Blinken, disse ao conselho de direitos humanos da ONU que deve enviar uma “mensagem resoluta” a Vladimir Putin para impedir uma invasão que destruiu escolas, hospitais e prédios residenciais e matou centenas de civis.

“Esses são os abusos de direitos humanos que este conselho foi criado para impedir. Se não pudermos nos reunir agora, quando nos encontraremos?” ele disse .

No mesmo discurso, Blinken fez questão de chamar as investigações em curso do conselho de direitos humanos da ONU sobre as ações israelenses nos territórios ocupados “uma mancha na credibilidade do conselho” e pediu que elas fossem interrompidas. As investigações consideraram Israel responsável por persistentes “ violações do direito à vida” e outros crimes .

Sarah Leah Whitson, ex-diretora da divisão do Oriente Médio da Human Rights Watch, disse que há paralelos claros entre as violações russas e israelenses da lei internacional, incluindo o cometimento de crimes de guerra.

“Vemos que não apenas o governo dos EUA, mas as empresas dos EUA estão se submetendo a sancionar e boicotar qualquer coisa que tenha associação com o governo russo”, disse ela. “Compare isso com exatamente o oposto quando se trata de sancionar Israel por suas violações do direito internacional a ponto de os estados americanos aprovarem leis para punir os americanos, a menos que prometam nunca boicotar Israel . Está muito claro que os motivos para resistir às sanções contra Israel, ou mesmo o cumprimento da lei internacional, são puramente políticos”.

Lara Friedman, presidente da Fundação para a Paz no Oriente Médio, comparou o apoio americano às sanções contra a Rússia com as tentativas do Congresso de proibir boicotes nos EUA a Israel ou seus assentamentos nos territórios palestinos.

James Zogby, presidente do Arab American Institute em Washington, comparou o retrato de ucranianos jogando coquetéis molotov como heróis defensores de seu território a palestinos caracterizados como terroristas ou militantes por resistirem à ocupação e ao confisco de terras por Israel.

Os EUA não estão sozinhos ao enfrentar acusações de hipocrisia. O Reino Unido e o Canadá lideraram pedidos para que o tribunal penal internacional investigue os crimes de guerra russos na Ucrânia . No ano passado, os dois países disseram que o TPI deveria desistir de uma investigação sobre Israel, em parte porque a Palestina não é um país soberano, embora seja reconhecida como um estado pela ONU.

Milhares participam de comícios em todo o mundo em solidariedade com a Ucrânia – vídeo

 

Na Grã-Bretanha, a parlamentar trabalhista Julie Elliott disse ao parlamento que havia um padrão duplo quando se trata de defender os palestinos.

“Os palestinos esperam que falemos e ajamos nos mesmos termos. Sancionamos a Rússia sobre a Crimeia, e agora devemos impor mais sanções, com as quais concordo plenamente, mas os palestinos perguntam por que não fazemos nada para acabar com a ocupação de Israel”, disse ela.

Os críticos também acusaram os órgãos internacionais do futebol de políticas contraditórias.

A Uefa multou o Celtic, time da Premier League escocesa, depois que seus torcedores hastearam bandeiras palestinas em jogos internacionais, dizendo que eram símbolos políticos. As bandeiras ucranianas foram amplamente hasteadas em partidas recentes com a aprovação das autoridades do futebol.

Os partidários de Israel reagiram negando que haja qualquer paralelo.

Jonathan Greenblatt, executivo-chefe da Liga Antidifamação, um proeminente grupo pró-Israel com sede em Nova York, disse que o conflito israelo-palestino é “uma disputa por território por dois povos que têm reivindicações e conexões históricas”.

“Comparar essa complexidade com o uso bruto da força da Rússia contra a nação soberana e pacífica da Ucrânia é deturpar intencionalmente o conflito israelo-palestino e é profundamente insensível à crise humanitária e de segurança que os ucranianos enfrentam hoje”, tuitou .

O Jerusalem Post também descartou o que chamou de “ tentativa dissimulada de ligar a Ucrânia aos palestinos ”.

“Infelizmente, alguns só verão que os russos são o lado muito mais forte nesta guerra, que Israel é o lado muito mais forte quando luta contra o Hamas em Gaza e, reflexivamente, apenas simpatizam com o oprimido, o lado mais fraco”, disse ele.

“A fraqueza, no entanto, não confere automaticamente a virtude. No conflito ucraniano-russo, acontece que a Ucrânia é tanto a parte prejudicada quanto a mais fraca. Mas esse não é o caso dos palestinos.”

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Macron diz que ‘o pior está por vir’ após ligação com Putin

O presidente francês, Emmanuel Macron, chegou à conclusão de que “o pior ainda está por vir” na invasão da Ucrânia pela Rússia, após uma conversa por telefone com seu homólogo russo, Vladimir Putin, nesta quinta-feira (3). As informações foram repassadas por oficiais do governo francês ao jornal Le Monde.

A ligação de uma hora e meia foi a terceira trocada entre os líderes desde a invasão da Ucrânia em 24 de fevereiro. Segundo representantes do governo francês, Putin teria expressado “grande determinação” de prosseguir com a ofensiva, cujo objetivo seria de “tomar o controle de todo o país”. Seu plano seria de neutralizar e desmilitarizar a Ucrânia, seja pela diplomacia ou pela força, de acordo com informações da agência Reuters.

O presidente russo afirmou que não fará concessões a “nacionalistas” ucranianos, disseram fontes do Kremlin à agência de notícias AFP. Disse ainda que as operações russas estão saindo “de acordo com o plano” e que pode ampliar sua lista de exigências à Ucrânia, caso perceba tentativas do governo ucraniano de atrasar as negociações entre os países.

Putin voltou também a dizer que busca a “desnazificação da Ucrânia”, ou o combate a grupos neonazistas no país, que é um dos motivos apresentados pelo governo russo para a guerra. Macron teria contestado essa justificativa, dizendo ao presidente russo que ele está “mentindo para si mesmo”, de acordo com os oficiais franceses. “Vai custar caro ao seu país, seu país vai acabar isolado, enfraquecido e sob sanções por muito tempo”, teria afirmado o presidente francês, segundo informações da Reuters.

Em um discurso transmitido nesta quinta-feira (3), Putin acusou forças da Ucrânia de usarem pessoas civis como “escudos humanos”. Ele disse que os soldados russos têm encontrado “sucesso” devido a seu “heroísmo”, ao passo que os ucranianos estariam “sendo ameaçados e sofrendo lavagem cerebral”.

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Vídeo: explosão atinge prédio em Kharkiv, segunda maior cidade da Ucrânia

Houve uma explosão na cidade de Kharkiv, a segunda maior da Ucrânia, na manhã desta terça-feira (1º) em frente a um prédio do governo regional.

Um vídeo mostra uma grande bola de fogo que envolve carros que estavam no local.

A explosão aconteceu cerca de 8h (3h em Brasília). O toque de recolher havia terminado duas horas antes, de acordo com o Ministério do Interior da Rússia.

Ainda não se sabe se houve mortos ou feridos por causa da explosão.

https://www.youtube.com/watch?v=KTK3XaZmoi4

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Russos tomam cidades e Ucrânia afirma ter contido avanço em Kiev

Informações do G1

A guerra na Ucrânia entrou nesta segunda-feira (28) em seu quinto dia com a tomada de duas cidades por tropas russas, segundo o divulgado pela agência russa Interfax, e cuja fonte é o Ministério de Defesa da Rússia (as cidades são Berdyansk, na costa do Mar de Azov, e Enerhodar). Segundo o governo da Ucrânia, militares do país conseguiram conter o avanço de tropas russas na capital Kiev.

O dia também começo com sanções da União Europeia ao Banco Central russo. Segundo a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, as restrições incluem uma proibição de transações com o instituto financeiro.

Para esta segunda-feira (28), a maior expectativa é para um encontro entre as comitivas da Ucrânia e da Rússia. O intuito da reunião é negociar a possibilidade de uma interrupção das agressões russas. É a primeira vez que representantes dos dois países se reúnem desde o começo da invasão, no dia 24 de fevereiro.

Antes de o encontro começar, o Vaticano disse, inclusive, estar pronto para “facilitar o diálogo” entre os dois países para acabar com a guerra. Já o líder espiritual tibetano Dalai Lama disse que estava “profundamente entristecido” pelo conflito e pediu “compreensão mútua”.

De acordo com as autoridades ucranianas, o número total de civis mortos até agora é de 352, entre eles 14 crianças — e 422 mil já deixaram o país.

Armas nucleares em posição de alerta

Neste domingo (27), Vladimir Putin, presidente da Rússia, disse que colocou equipes de armas nucleares em posição de alerta. Segundo a agência de notícias Reuters, ele tomou a decisão depois de ouvir declarações que considerou agressivas de representantes dos países que fazem parte da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan).

Para o ministro do Reino Unido, entretanto, a fala do russo é distração. “O objetivo é disfarçar que suas tropas não estão progredindo na Ucrânia”, disse o ministro de Defesa do Reino Unido, Ben Wallace, nesta segunda-feira (28).

“Ele fez esse comentário, nós vamos avaliar, mas, sabe, o que nós não podemos nos esquecer é que essa é uma grande tentativa de causar distração em relação aos problemas que ele tem na Ucrânia só por empregar esse tipo de frase na mídia”, disse Wallace.

Mas o chefe de política externa da União Europeia, Josep Borrell, disse que o bloco não se envolverá após as declarações de Putin. “Não vamos continuar com essa escalada”, disse Borrell à BBC.

Tribunal Penal Internacional

A Ucrânia protocolou um processo contra a Rússia no Tribunal Penal Internacional, em Haia, disse no Twitter o presidente Volodymy Zelensky, neste domingo (27). “A Rússia deve responder por ter manipulado a noção de genocídio para justificar a agressão. Nós exigimos uma decisão urgente para pedir que a Rússia pare com as atividades militares agora e esperamos que o processo comece na semana que vem”, escreveu ele.

Além disso, forças ucranianas começaram a enfrentar tropas russas nas ruas de Kharkiv, a segunda maior cidade do país, disse o governador Oleh Sinegubov. Imagens mostraram explosões em um gasoduto, resultado de um ataque aéreo.

Na imprensa ucraniana, houve relatos de explosões na cidade de Vasylkiv (40 km ao sul de Kiev), onde um entreposto de petróleo teria sido destruído — a administração da capital recomendou aos moradores fecharem bem suas janelas e evitar intoxicação pela fumaça.

 Anonymous

O grupo hacker-ativista Anonymous anunciou que está em andamento um “cyber ataque contra a Rússia”. De acordo com o perfil da organização, a TV estatal russa foi hackeada e está transmitindo “a realidade do que está acontecendo na Ucrânia”. O governo ucraniano conta com voluntários para travar uma guerra cibernética contra os russos.

Neste domingo, a fabricante de armas estatal ucraniana Ukroboronprom informou que o maior avião de carga do mundo, o Antonov-225 Mriya, fabricado na Ucrânia, foi queimado em um ataque russo ao aeroporto Hostomel, perto de Kiev (leia mais sobre a aeronave).

E a polícia deteve neste domingo mais de 2 mil pessoas em protestos contra a guerra realizados em 48 cidades da Rússia. Desde o início da invasão à Ucrânia, nesta quinta, mais de 5,5 mil pessoas foram presas em diversas manifestações, de acordo com o grupo OVD-Info, que há anos documenta a repressão à oposição russa.

Brasil

Na tarde de domingo, o presidente Jair Bolsonaro postou em uma rede social que 39 pessoas, das quais 37 brasileiros e dois uruguaios, chegaram à embaixada do Brasil na Romênia. Eles haviam sido transportados de trem de Kiev. “Estão todos bem e em segurança”, afirmou Bolsonaro.

O jogador de futebol brasileiro Felipe Pires, atleta do Dnipro, disse que teve de pagar para deixar a Ucrânia pela fronteira com a Romênia, porque o governo ucraniano não estava autorizando a saída de homens do país, independentemente da nacionalidade

Resumo dos últimos acontecimentos:

O governo da Ucrânia informou, na tarde deste domingo, que as negociações com a Rússia já começaram.

Putin colocou equipes de armas nucleares em posição de alerta.

Bilionários russos pediram o fim de guerra na Ucrânia.

G7 disse que Ocidente cortou alguns bancos de sistema internacional de pagamentos Swift.

Embaixadora dos Estados Unidos na Organização das Nações Unidas (ONU), Linda Thomas-Greenfield afirmou que a ordem de Putin mostra que o líder russo está escalando o conflito de uma maneira que é inaceitável.

O presidente da Ucrânia disse que delegação do país vai encontrar os russos sem pré-condições.

Israel se ofereceu para intermediar as negociações entre a Ucrânia e a Rússia.

União Europeia começou a fornecer quantidades ‘significativas’ de armas à Ucrânia.

O Conselho de Segurança aprovou a realização de uma reunião de emergência da Assembleia Geral da ONU nesta segunda-feira (28); o Brasil votou a favor.

A União Europeia aprovou envio de caças à Ucrânia. Ainda não está claro quando eles serão enviados.

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Presidente da Ucrânia quer negociar, diz agência de notícias russa

O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, propôs a Vladimir Putin uma negociação, segundo a agência de notícias russa RIA. Zelensky pediu para que os países europeus ajam mais rapidamente e mais energeticamente ao impor sanções à Rússia.

O ucraciano acusou os aliados do Ocidente de fazerem politicagem enquanto os russos avançam em direção à Kiev, a capital da Ucrânia. “A Europa tem força suficiente para parar essa agressão”, disse ele.

Para o presidente ucraniano, deve haver medidas como a proibição de ingresso de russos na Europa, um embargo da compra de petróleo russo e a expulsão da Swift – a principal rede de pagamentos internacionais do mundo.

Vídeo em redes sociais

Em um vídeo publicado nas redes sociais, ele criticou os russos: “Esta noite, eles começaram a bombardear bairros civis. Isso nos lembra (a ofensiva nazista) de 1941”, disse o presidente em russo, para chamar a atenção dos cidadãos russos.

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Rússia invade a Ucrânia por terra, mar e ar

Do jornal O Globo

A invasão das Forças russas contra a Ucrânia nesta quinta-feira acontece por terra, ar e mar, confirmando os piores temores do Ocidente com o maior ataque de um Estado contra outro na Europa desde a Segunda Guerra Mundial.

Mísseis russos caíram em grande quantidade sobre cidades ucranianas. A Ucrânia relatou colunas de tropas cruzando suas fronteiras nas regiões Leste de Chernihiv, Kharkiv e Luhansk, e desembarcando por mar nas cidades portuárias de Odessa e Mariupol, no Sul.

Explosões podiam ser ouvidas antes do amanhecer na capital Kiev. Tiros ecoaram, sirenes soaram por toda a cidade e a rodovia ficou congestionada com o tráfego, enquanto os moradores tentavam fugir.

Três horas depois que Putin deu sua ordem, o Ministério da Defesa da Rússia disse que havia provocado estragos na infraestrutura militar das bases aéreas ucranianas e degradado suas defesas aéreas.

Mais cedo, a mídia ucraniana informou que os centros de comando militar em Kiev e Kharkiv, no Nordeste, foram atingidos por mísseis, enquanto as tropas russas desembarcaram nas cidades portuárias do sul de Odessa e Mariupol. Mais tarde, uma testemunha da Reuters ouviu três fortes explosões em Mariupol.

Um morador da segunda maior cidade da Ucrânia, Kharkiv, a cidade grande mais próxima da fronteira com a Rússia, disse que as janelas dos prédios de apartamentos tremiam com as explosões constantes.

Segundo o Exército russo, 74 instalações de infraestrutura militar ucraniana foram destruídas, incluindo 11 pistas de decolagem. Autoridades ucranianas afirmaram terem registrado no mínimo 203 outras ocorrências oito horas após os ataques, que ainda continuavam.

Os relatórios iniciais de vítimas foram esporádicos e não confirmados. O Exército ucraniano disse ter matado 50 ocupantes russos e abatido cinco aviões e um helicóptero neste país., e relatou que pelo menos oito pessoas mortas por bombardeios russos e três guardas de fronteira mortos na região sul de Kherson.

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Trump atribui invasão russa à estupidez e despreparo de Biden

O ex-presidente dos Estados Unidos Donald Trump atribuiu à “estupidez” do atual ocupante do cargo, Joe Biden, a invasão russa à Ucrânia.

Há pelo menos dois meses Biden tem feito as declarações mais agressivas e ameaçadoras contra presidente russo Vladimir Putin, o que certamente não ajudou a evitar o conflito.

Em entrevista à Fox News, minutos após o início da operação militar determinada por Putin, Trump afirmou que o presidente russo percebeu o despreparo de Biden e tomou partido disso.

O ex-presidente lembrou também que a situação enfrentada pelo governo dos EUA, fugindo do Afeganistão e deixando sua população e aliados à mercê dos talibãs, “foi o episódio mais humilhante da história norte-americana.”

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Estados Unidos bombardeiam Estado Islâmico no Afeganistão

 

Em represália ao atentado no aeroporto de Cabul, os Estados Unidos anunciaram que bombardearam com drones uma base do Estado Islâmico de Khorasan, na província afegã de Nangahar.

Ontem, o presidente Joe Biden afirmou que os Estados Unidos revidariam o atentado que matou 13 militares americanos, entre as quase 200 vítimas fatais.

“Ao que tudo indica até agora, matamos o alvo. Não temos conhecimento se há vítimas civis”, afirmou o Comando Militar Central americano. O alvo seria um “organizador” do Estado Islâmico de Khorasan.

O Estado Islâmico de Khorasan, braço afegão da organização terrorista, é inimigo figadal do Talibã, grupo igualmente terrorista que tomou o poder no Afeganistão, depois que a Casa Branca deu fim à ocupação que já durava 20 anos.