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Prefeitura começa a reformar o Estádio Pereirão

Depois de uma enxurrada de críticas quanto ao estado de abandono do Estádio Nildo Pereira de Menezes, o Pereirão, a prefeitura de Serra Talhada começou a mexer na maior praça de esportes da região. Em vídeo postado nas redes sociais é possível ver intervenções no matagal que tomou conta do gramado, bem como reformas na estrutura de vestiários.

O Secretário de Esportes, Naílson Gomes, disse que a reforma dos vestiários está 90% concluída e os banheiros estão quase 70% prontos. A gestão não estipula prazo, apenas diz que espera num curto espaço de tempo entregar o estádio reformado. Veja imagens das intervenções:

 

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Afogados e Íbis empatam e garantem permanência na 1ª divisão do Pernambucano

Afogados e Íbis se enfrentaram na última rodada do campeonato pernambucano, no chamado  quadrangular do rebaixamento e empataram em 1 x 1, resultado que garantiu a permanência de ambos na elite do futebol estadual.

Os gols foram marcados por Kelven para o íbis e Filipe Eduardo para o Afogados. Também com um empate, Sete de Setembro e Vera Cruz foram rebaixados para a 2ª divisão.

A classificação do chamado Quadrangular da Morte ficou assim:

Afogados terminou na liderança com cinco pontos e o Íbis em segundo, também com cinco pontos conquistados. O Sete de Setembro que empatou em 2 a 2 com o Vera Cruz e ficou na terceira posição com três pontos. Já o Vera foi o lanterna da fase com apenas um ponto.

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Outra vergonha: Serrano não comparece ao último jogo da série B e perde por WO

Depois de protagonizar uma situação vexatória em jogo realizado no mês de setembro quando a partida começou com o atraso de 26 minutos, uma vez que o médico, a enfermeira e gandulas se recusam a trabalhar por falta de pagamento, agora o time do Serrano não compareceu ao estádio Luiz Brito Bezerra de Melo, na cidade de Barreiros em PE, e, com isso, perdeu para o time que leva o nome da cidade, por WO.A partida seria a última da Segunda Divisão do Pernambucano.

Com a ausência, a equipe fecha de forma vexatória sua participação na competição.  A derrota equivale a um 3×0. No mês passado o Serrano enfrentou o Caruaru City em Afogados da Ingazeira [onde usou como mando de campo], mas se o time caruaruense quis jogar teve que pagar o valor de R$ 595 de despesas do profissionais citados. Quando a bola rolou o Caruaru City goleou o “jumento de aço” por 4×0.

O presidente Rômulo Leão, que ostenta vários vexames a frente do time de Serra Talhada, culpa a falta de apoio financeiro.

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Prefeitura de Serra Talhada recebe R$ 2 mi para realizar corrida de rua

 

O YouTuber Sérgio Hernandes vasculhou e encontrou um convênio entre prefeitura de Serra Talhada e Governo Federal no valor de R$ 2 milhões para realização de um tal “Circuito Mandacaru de Corrida de Rua” [evento nunca antes realizado neste município].

Segundo Sérgio Hernandes, o convênio foi publicado no dia 03/10/2019 e o governo tem até o dia 31 deste mês para realizar a corrida. O investimento é exatamente de R$ 2.074.800,00. Como os números da pandemia estão cada dia melhores, com o Governo de PE tendo inclusive flexibilizado os protocolos de convivência, o ambiente é propício para que o evento seja finalmente realizado e ofereço vantajosa premiação para os participantes.

Para assistir o vídeo de Sérgio Hernandes sobre este tema, clique aqui.

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Brasil enfrenta o Peru na Arena Pernambuco

 

A CBF confirmou nessa segunda que o jogo entre Brasil e Peru, válido pelas eliminatórias da Copa do Mundo de 2022, acontecerá na Arena de Pernambuco. Com isso, o confronto contra a Argentina, que aconteceria no estádio em março, foi deslocado para São Paulo.

Os jogos acontecerão já no mês que vem para compensar as mudanças que a Conmebol teve que fazer nos dois jogos das eliminatórias.

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Brasil quebra todos os recordes com desempenho histórico em Tóquio

 

 

O recorde de 21 medalhas olímpicas conquistadas em Tóquio 2020, aliado ao maior número de ouros em uma edição, igualando aos sete do Rio 2016, levou o Brasil a uma campanha histórica em olimpíadas encerrada neste domingo (8) com a marca inédita de pódios em 13 modalidades olímpicas. O Comitê Olímpico do Brasil destaca a melhor participação da história do Time Brasil em Jogos Olímpicos, como missão cumprida, com o 12° lugar no quadro de medalhas: 7 ouros, 6 pratas e 8 bronzes.

“Entregamos o que tínhamos como meta, que era superar o Rio 2016. Estar em 12° lugar no mundo, numa competição com 206 países, é um índice importante. Tenho convicção que o trabalho foi feito com muito gosto, vontade e determinação. Entregamos o que tínhamos como meta, e estamos satisfeitos com o resultado”, disse o presidente do COB, Paulo Wanderley.

Esta é apenas a segunda vez que um país apresenta melhora de resultados após ter sediado os Jogos na edição anterior. Antes, somente a Grã-Bretanha havia alcançado tal feito: abrigou o evento em Londres 2012 e obteve um desempenho superior no Rio 2016.

Um dos trunfos desta campanha foi o desempenho feminino. Pela primeira vez, as brasileiras conquistaram 3 ouros em uma edição e totalizaram nove pódios (foram ainda 4 pratas e 2 bronzes). Ao todo, as mulheres conquistaram 42,3% das medalhas do país, superando os 41,2% de Pequim 2008 (2 ouros, 1 prata e 4 bronzes).

“Tivemos uma evolução consistente no quadro de medalhas nas últimas quatro edições dos Jogos. Os números são extremamente relevantes no cenário internacional. Um dos principais objetivos desta Missão era oferecer momentos de alegria e emoção à população brasileira, em relação aos atletas, ao país e à valorização do brasileiro. Alcançar isso é motivo de satisfação para o COB”, falou o diretor de esportes do COB, Jorge Bichara.

Retribuição como incentivo

Em retribuição aos excelentes resultados obtidos, o COB oferece aos medalhistas olímpicos as maiores premiações em dinheiro já distribuídas pela entidade: foram R$250 mil aos campeões em provas individuais, R$500 mil para duplas e R$750 mil aos esportes coletivas. Em cada categoria, os vice-campeões vão receber 60% deste valor e os medalhistas de bronze, 40%. Além disso, houve um investimento expressivo voltado especificamente aos Jogos Olímpicos, que, apesar de terem sido realizados em 2021, começaram há alguns anos.

“Nossa preparação para Tóquio começou em 2013, com um custo total aproximado de R$65 milhões, sendo R$46mi esse ano. Esse custo teve o impacto do enfrentamento à pandemia e também uma variação cambial de dólar e euro que trouxe grande impacto para a nossa organização. E nós temos entregado os resultados esportivos. Foi assim no Pan de Lima, nos Jogos Mundiais de Praia, em Doha, e foi assim em Tóquio”, revelou o diretor geral do COB, Rogério Sampaio.

O reconhecimento ao esforço e à dedicação dos atletas devem ser ainda mais exaltados neste ciclo olímpico, tendo em vista a pandemia da Covid-19 e o consequente adiamento dos Jogos. Para minimizar os efeitos desta mudança, o COB alterou seu planejamento para Tóquio e buscou oferecer um suporte ainda maior às modalidades. Entre as iniciativas criadas, destaque para a Missão Europa, realizada no segundo semestre de 2020, que proporcionou a retomada dos treinamentos dos atletas brasileiros em condições de segurança.

“Essa ideia surgiu da dificuldade dos nossos atletas treinarem no Brasil. Das 13 modalidades que medalharam nos Jogos, nove passaram pela Missão Europa. Isso foi muito importante para termos o resultado alcançado em Tóquio, um trabalho conjunto de equipe. Há muita coisa por trás desse quadro de medalhas”, contou o vice-presidente do COB e Chefe da Missão Tóquio, Marco La Porta.

Sem casos de covid-19

Mas a Missão Tóquio 2020 não foi um sucesso para o Time Brasil apenas no âmbito esportivo. Graças aos protocolos extremamente rigorosos aplicados pelo COB e o compromisso assumidos por atletas, treinadores e oficiais, nenhum caso positivo foi registrado na delegação brasileira durante os Jogos. E, mesmo com boa parte dos integrantes vacinada, os cuidados com a saúde seguiram sendo os mesmos: testagem diária obrigatória e monitoramento dos riscos pela equipe médica, entre outras medidas.

“E o nosso protocolo também seguirá com o monitoramento por 14 dias no retorno ao Brasil. Vamos monitorar a nossa delegação e ver se há algum sintoma porque, querendo ou não, todos vão enfrentar uma viagem de mais de 24 horas para voltar ao Brasil”, explicou a infectologista Beatriz Perondi, que integrou a Missão brasileira pela primeira vez e é especialista em Medicina do Exercício e do Esporte, além de coordenadora da área de situações extremas do Hospital de Clínicas de São Paulo.

A partir de agora, o COB direciona suas atenções aos Jogos Olímpicos Paris 2024. O COB já realizou duas viagens à capital francesa, e uma terceira está prevista para outubro deste ano. Neste intervalo de tempo, o Time Brasil terá diversas competições preparatórias, como os Jogos Pan-americanos Júnior Cali 2021, os Jogos Sul-americanos Assunção 2022 e os Jogos Pan-americanos Santiago 2023.

Informações do COB