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A nova fase da Globo: quando o moralismo desperta… mas só depois que o eleito da vez está na mira

Parece até outro O Globo. Outro jornalismo. Outra consciência. De repente, Malu Gaspar, aquela mesma que assistiu anos de silêncio obsequioso enquanto Alexandre de Moraes virava sinônimo de onipotência togada, resolveu descobrir que a Constituição existe. Que leis existem. Que há ética, moral e — veja só — limites de decoro. Quando é conveniente, claro.

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Colunistas do O Globo admitem abusos do STF, mas tentam justificá-los no caso Bolsonaro

As colunas de Malu Gaspar e Thais Oyama, de O Globo, reconhecem que o STF e Alexandre de Moraes cometeram abusos: decisões sem ouvir o Ministério Público, prisões longas sem denúncia, censura a sites e uso irregular do inquérito das fake news. Mesmo assim, tentam justificar esses atos dizendo que serviam para combater supostos crimes de Bolsonaro.

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Jovens se declaram mais de centro e mostram cansaço da polarização, aponta estudo

A pesquisa apresentada por Felipe Nunes no livro Brasil no Espelho mostra que 42% dos jovens da “Geração.com” se declaram de centro, contra 28% de direita e 26% de esquerda. O grupo demonstra cansaço da polarização e maior abstenção. O estudo aponta ainda que os jovens reconhecem mais a discriminação e praticam menos preconceito.

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Números oficiais distorcem realidade e desmentem ideia de pleno emprego no Brasil

Os dados do IBGE mostram desemprego de 5,4%, a menor taxa da série, mas esse número não revela a real situação do mercado. Pela regra internacional, basta trabalhar uma hora na semana para ser considerado empregado — até mesmo em troca de comida. Isso inclui pessoas que vivem de bicos, subempregos e informalidade. Hoje, 4,6 milhões trabalham menos horas do que precisam e 5,3 milhões nem conseguem procurar vaga, apesar de querer.

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Marconi fecha a porta, apaga a luz e Márcia e Anchieta ficam do lado de fora

Menos de um mês após anunciar rompimento e posar para fotos com Márcia Conrado, Breno Araújo e Anchieta Patriota, Luiz Heleno decidiu voltar para onde sempre teve abrigo: o grupo de Marconi Santana. O ex-prefeito de Flores, como quem entende de política mais que muito “estrategista” da região, apenas precisou esperar. A porta continuou no mesmo lugar — e foi aberta só para quem realmente interessa.

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Decisão de Gilmar fortalece Messias e levanta suspeitas de “jogo combinado”, aponta Estadão

Reportagem do Estadão destacou que Gilmar Mendes entregou a Jorge Messias um trunfo político ao limitar pedidos de impeachment de ministros do STF ao procurador-geral da República, retirando poderes do Senado. A liminar, publicada às vésperas da sabatina do advogado-geral da União, irritou congressistas e reforçou análises de que a afinidade entre o governo Lula e o Supremo alimenta a suspeita de “teatro” político.

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Mesmo autorizado, curso exclusivo do Pronera na UFPE segue sob críticas por afronta à isonomia e risco de favorecimento político

Mesmo autorizado a funcionar, o curso de Medicina exclusivo para beneficiários do Pronera na UFPE continua sob questionamentos jurídicos. Decisões anteriores da 9ª Vara Federal apontaram possível violação aos princípios da isonomia, impessoalidade e moralidade administrativa ao criar 80 vagas destinadas integralmente a um único grupo social, sem previsão legal específica na LDB para turmas exclusivas.

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Alcolumbre se afasta da articulação e reduz margem política para aprovação de Jorge Messias ao STF

O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil), afirmou que não participará da articulação pela aprovação de Jorge Messias ao STF, indicado pelo presidente Lula. “Não é problema meu. Estou fora disso”, disse. Messias precisa de 41 votos entre 81 senadores. A postura de Alcolumbre evidencia desgaste com o Planalto após a preferência frustrada pelo nome de Rodrigo Pacheco (PSD).

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Após derrota na indicação ao STF, Alcolumbre usa comando do Senado para pressionar o governo Lula

A decisão de Lula de indicar Jorge Messias ao STF, ignorando a articulação de Davi Alcolumbre pelo nome de Rodrigo Pacheco, abriu uma crise sem disfarces no Senado. Alcolumbre trabalhava para emplacar um aliado e viu o presidente bancar Messias apesar da movimentação nos bastidores. Desde então, segundo avaliação dominante na imprensa, o presidente do Senado passou a usar o peso institucional do cargo para confrontar o governo.

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Entre PT e PL, Hugo Motta vive sua fase mais pressionada no comando da Câmara

O presidente da Câmara, Hugo Motta, atravessa o momento mais tenso de sua gestão, rompido com o PT e sob investidas do PL. A relação com o líder governista Lindbergh Farias implodiu após críticas públicas e acusações de que Motta teria colaborado com a fuga de Alexandre Ramagem, além do atrito causado pela escolha de Guilherme Derrite para relatar o PL Antifacção.