O jornal O Estado de S. Paulo publicou editorial nesta semana afirmando que o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva tem adotado medidas de impacto fiscal com potencial efeito eleitoral para 2026.
O texto cita um levantamento do economista Marcos Mendes, divulgado pela XP Investimentos, segundo o qual 33 medidas anunciadas ou aprovadas neste ano somariam cerca de R$ 215 bilhões entre aumento de despesas e redução de receitas.

Análise de
Artigo
O STF enfrentou tensão após Alexandre de Moraes mandar a PF apurar possível vazamento de dados de mais de cem pessoas, entre ministros e familiares. A decisão ocorreu após reunião secreta que retirou Dias Toffoli da relatoria do caso Master.
A prefeita de Serra Talhada, Márcia Conrado (PT), nomeou Iara Silveira, de 23 anos, para o cargo de secretária-executiva de Meio Ambiente, função criada recentemente por lei aprovada na Câmara Municipal, em meio a críticas da oposição.
Reportagem de O Antagonista, assinada por Wilson Lima, expõe um resort ligado à família do ministro Dias Toffoli que arrasta o STF para uma crise sem precedentes. Um empreendimento milionário tratado nos bastidores como “resort do Toffoli”.
Pesquisa da Unifafire revela que quase 70% dos eleitores da Região Metropolitana do Recife não lembram em quem votaram para deputado federal em 2022. O dado expõe fragilidade no vínculo entre voto e representação política.
A governadora Raquel Lyra foi alvo de vaias orquestradas por apoiadores da gestão municipal da prefeita Márcia Conrado (PT), oposição ao governo estadual, durante a entrega das 902 casas do Residencial Vanete Almeida, em Serra Talhada, nesta sexta-feira.
O PT em Pernambuco vive um racha interno sobre o apoio ao prefeito do Recife, João Campos (PSB). Uma ala do partido defende romper com o aliado histórico para se aproximar da governadora Raquel Lyra (PSD), abrindo uma disputa política no estado.
Os movimentos recentes de Miguel Coelho (UB) causaram ruído no entorno do prefeito do Recife, João Campos (PSB), e foram lidos como um aviso claro. A fala de que o União Brasil estará no palanque de quem respeitar seu projeto foi ironizada por aliados do PSB, mas nos bastidores soou como pressão por espaço na chapa majoritária e, sobretudo, na proporcional.