O STF enfrentou tensão após Alexandre de Moraes mandar a PF apurar possível vazamento de dados de mais de cem pessoas, entre ministros e familiares. A decisão ocorreu após reunião secreta que retirou Dias Toffoli da relatoria do caso Master.
Os movimentos recentes de Miguel Coelho (UB) causaram ruído no entorno do prefeito do Recife, João Campos (PSB), e foram lidos como um aviso claro. A fala de que o União Brasil estará no palanque de quem respeitar seu projeto foi ironizada por aliados do PSB, mas nos bastidores soou como pressão por espaço na chapa majoritária e, sobretudo, na proporcional.
Reportagem exclusiva do jornal O Estado de S. Paulo (Estadão), assinada por David Friedlander e Eliane Cantanhêde, revelou que o ministro do STF Alexandre de Moraes telefonou seis vezes no mesmo dia para o presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo. O objetivo foi tratar da compra do Banco Master pelo Banco de Brasília (BRB). Ao todo, segundo a apuração, houve ao menos cinco conversas, sendo uma presencial.
Uma reportagem da colunista Malu Gaspar, do jornal O Globo, trouxe à tona um episódio de extrema gravidade institucional envolvendo o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes. Segundo seis fontes ouvidas ao longo de três semanas, Moraes procurou o presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, em pelo menos quatro ocasiões — três ligações telefônicas e um encontro pessoal — para tratar da situação do Banco Master, controlado pelo banqueiro Daniel Vorcaro.
A Advocacia-Geral da União (AGU) ajuizou ações contra oito entidades suspeitas de descontos ilegais em benefícios do INSS, com pedido de bloqueio de até R$ 6,6 bilhões para ressarcir aposentados e pensionistas. O principal alvo é a Contag, historicamente ligada ao PT, responsável por cerca de R$ 2 bilhões em descontos indevidos entre 2019 e 2024, o equivalente a 48% do total apurado. Também são processadas Sinab, FITF/CNTT/CUT, Contraf, ASTRE, SindaPB, Unidos e Sintapi-CUT.