Auditoria do Tribunal de Contas de Pernambuco identificou irregularidades em contratos da Secretaria de Educação do Recife firmados entre 2022 e 2025, com prejuízo estimado em mais de R$ 16,2 milhões. Os contratos envolvem o Consórcio Sienergy, que tem a empreiteira Sinarco como sócio principal.
Entre as falhas apontadas estão pagamentos por serviços não prestados, superfaturamento, antecipações indevidas e pagamentos em duplicidade. O maior rombo vem de um contrato de instalação de placas solares em escolas, com superfaturamento de 102,93% no preço unitário.
Os mesmos contratos são alvo da Operação Barriga de Aluguel, do Gaeco-PE, que investiga fraudes em licitações. Em fevereiro, porém, o ministro Gilmar Mendes, do STF, determinou o trancamento da investigação criminal, apontando indícios de desvirtuamento do procedimento.
