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Sob gestão Lula, Correios mergulham em dívidas e suspendem pagamentos

A crise nos Correios se agrava sob o governo Lula, que não conseguiu conter o rombo financeiro da estatal. Com um passivo de R$ 2,75 bilhões, a empresa suspendeu pagamentos a fornecedores, tributos e até benefícios trabalhistas. A medida visa preservar o caixa, mas expõe a fragilidade de uma gestão que prometeu recuperação e, até agora, entregou prejuízos por 11 trimestres seguidos.

Documentos internos revelam que a suspensão dos pagamentos foi uma estratégia emergencial para evitar o colapso das operações. A decisão, porém, gera apreensão entre funcionários e parceiros da estatal, além de levantar dúvidas sobre a condução econômica do atual governo nas estatais.

O cenário evidencia falhas de planejamento e gestão. A promessa de reestruturar os Correios esbarra na realidade de uma máquina pública inchada, sem reformas estruturais e com escolhas que ampliaram os passivos. A crise, que se arrasta, já cobra um preço alto do governo e da população.

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