O Ministério da Saúde espera receber esta semana 6,2 MILHÕES de doses da Pfizer. Somente em julho o laboratório terá entregue ao Brasil cerca de 15 milhões de doses do seu imunizante.
Ao todo, o Governo federal já enviou 154 milhões de doses que foram distribuídas com todos os estados e municípios do país. O Brasil está entre os 4 países que mais vacinam no mundo.
O estresse causado pela pandemia é o grande responsável pela piora na qualidade do sono de muitos brasileiros. É o que afirma uma pesquisa, realizada pelo Royal Philips, que indicou que 74% dos entrevistados enfrentam problemas de sono. Desses, 50% acreditam que a pandemia afetou diretamente a possibilidade de dormir bem. 47% dos participantes também relataram que acordam no meio da noite. Esse cenário de noites mal dormidas levou a um outro reflexo: o aumento da venda e do consumo de remédios hipnóticos que ajudam a regular o sono. Um crescimento de 20% em 2020, em comparação com o ano anterior, segundo o Conselho Federal de Farmácia.
Para o médico otorrinolaringologista e coordenador de residência do Hospital Universitário Cajuru de Curitiba (PR), Marco César, o estado emocional tem um papel importante na qualidade do sono. Outros fatores que também podem impactar o momento de dormir são: a má alimentação, o uso de bebidas alcoólicas e os distúrbios metabólicos, como alterações hormonais. Estudos já mostram que a qualidade da alimentação e a moderação no consumo de álcool foram justamente dois hábitos que mudaram durante a pandemia.
“Quando pensamos em um corpo saudável precisamos pensar em três grandes pilares: o primeiro é a alimentação saudável, o segundo é atividade física e, por fim, o descanso. Então, o sono é o momento de recuperação do organismo, com a eliminação de alguns hormônios que permitem a regeneração dos grupos musculares. E no sono profundo descansamos nossa mente e recuperamos nosso estado emocional”, afirma o médico. Insônia, ronco, apnéia do sono, narcolepsia, sonambulismo e síndrome das pernas inquietas são alguns dos distúrbios de sono mais comuns entre a população.
Sentimentos de nervosismo, ansiedade, tensão e dificuldade no relaxamento são apontados como os principais impactos provocados pela pandemia. Além disso, a maior exposição às telas de computadores e celulares, devido à necessidade de adaptação do trabalho ao modelo remoto, também pode ser um dos causadores do crescimento de relatos de noites mal dormidas. “O celular, a televisão, os tablets acabaram se tornando uma extensão do nosso próprio corpo. A luz azul emitida pelos aparelhos acaba inibindo a eliminação da melatonina, que é o hormônio liberado para induzir e manter o sono”, enfatiza.
Outro problema que deve ser levado em conta diz respeito aos distúrbios do sono e outros agravantes que eles podem acarretar. “Esses problemas do sono podem acabar levando a doenças degenerativas do sistema nervoso central. O paciente pode começar com alterações de memórias, distúrbios de relacionamentos e de comportamento, com crises de ira, por exemplo”, afirma o otorrinolaringologista.
Saúde mental
Para melhorar a qualidade de sono, o psicólogo do Hospital Universitário Cajuru, Sidnei Evangelista aposta no fortalecimento da saúde mental. “É o estado de bem estar que faz o indivíduo conseguir ser produtivo, realizar as suas habilidades e se recuperar do estresse causado pela rotina. Agora, na pandemia, é importante se atentar ainda mais a isso. A procura de um profissional de saúde que possa escutar e sugerir pontos importantes de análise que irão aliviar de certa forma a tensão, ou minimizar os danos, é fundamental”, explica.
Esse acompanhamento profissional também é destacado pelo médico Marco César para evitar casos de automedicação e receber as orientações indicadas a cada pessoa. “Dentro da possibilidade de cada um, é necessário tentar manter uma alimentação mais saudável, fazer algum tipo de atividade física, dando preferência às atividades matinais, e evitar bebidas alcoólicas perto do horário de dormir”. A moderação também vale no que se refere aos perigos das telas de celulares, computadores e televisões. “Nunca leve o celular, nem assista à televisão na cama. O seu corpo tem que entender que ao se deitar, você vai dormir”. O especialista ainda alerta que, se mesmo seguindo essas orientações, os distúrbios do sono persistirem, é essencial procurar ajuda médica.
A Secretaria de Saúde de Serra Talhada comunica que as 18 Unidades Básicas de Saúde da cidade começaram a fazer a coleta de sangue para exames, o serviço está disponível de segunda a quarta-feira, das 07h às 07h50 da manhã. O objetivo, justifica a secretária Lisbeth Lima, é ter mais rapidez no resultado e evitar que o paciente tenha que se deslocar de um local para outro [autorização de exame num local, coleta em outro].
De acordo com o governo, o serviço está subordinado ao pedido de médicos, enfermeiros ou dentistas, para que seja realizada.
A taxa de ocupação de leitos públicos de UTI destinados ao tratamento da Covid-19 segue em queda em Pernambuco. De acordo com o último balanço da secretaria estadual de saúde, 58% das mais de 1.500 vagas estão ocupadas. Esse é o percentual mais baixo desde 17 de abril do ano passado, dada em que a pasta passou a incluir também a situação dos leitos nos boletins epidemiológicos.
Na semana passada a taxa de ocupação de unidades de terapia intensiva em hospitais públicos estava em 61% e agora apresentou mais uma queda. Com relação aos leitos de enfermaria, a taxa atual é de 49%. Segundo o governo de Pernambuco, os dados mostram uma tendência de desaceleração da pandemia, que está diretamente ligado ao avanço da vacinação.
Por falar em vacina, Pernambuco recebeu do Ministério da Saúde 136 mil novas doses de imunizantes contra a Covid-19. São 85 mil doses da Coronavac/Butantan e outras 51 mil da Astrazeneca/Fiocruz, que chegaram ontem à noite no aeroporto internacional do Recife.
A Secretaria Estadual de Saúde (SES-PE) registrou, nesta terça-feira (20/07), 354 casos da Covid-19. Entre os confirmados hoje, 100 (28%) são casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) e 254 (72%) são leves. Agora, Pernambuco totaliza 579.779 casos confirmados da doença, sendo 51.257 graves e 528.522 leves.
Também foram confirmados 46 óbitos, ocorridos entre 29/09/2020 e 19/07/2021. Com isso, o Estado totaliza 18.388 mortes pela Covid-19. Os detalhes epidemiológicos serão repassados ao longo do dia pela Secretaria Estadual de Saúde.
Fundamental para a prevenção e controle de infecções, o Centro de Material e Esterilização – CME é conhecido no segmento médico como o coração do hospital. Ele recebe, limpa, prepara, esteriliza, guarda e distribui os materiais médico-hospitalares, garantindo a segurança dos pacientes e profissionais de saúde, na execução do mais simples curativo ao procedimento cirúrgico mais complexo.
Focado na modernização e aprimoramento do seu CME, o Hospital Unimed de Petrolina (HUP), vai colocar em operação no início do mês de agosto uma lavadora termodesinfectora com gabinete de secagem, que associada às autoclaves e mecanismos automatizados já existentes, transformarão o processo de desinfecção e esterilização dos materiais cirúrgicos em uma operação ainda mais segura. A máquina trabalha através da limpeza por altas temperaturas, que matam os microorganismos existentes e garantem o controle de doenças infecciosas e contaminações que podem ser transmitidas pelos materiais.
De acordo com o diretor presidente da Unimed Vale do São Francisco, Francisco Otaviano, o novo investimento irá validar e registrar o controle das etapas de limpeza, possibilitando maior eficiência no monitoramento dos materiais. “Sem falar na automatização, que aumenta ainda mais a margem de segurança e a eficácia dos processos. A inovação introduzida permite maior capacidade para a limpeza dos itens sem comprometer a qualidade da operação, facilitando as rotinas hospitalares”, pontuou o presidente.
Segundo a enfermeira e coordenadora do CME do HUP, Larissa Moreira, o centro atua com uma equipe de 21 técnicos de enfermagem que passam por capacitações e atualizações constantes e processa por mês cerca de 20 mil itens. “O nosso diferencial é o parque tecnológico novo e completo com toda área climatizada; sistema de controle e monitoramento de exaustão; central de tratamento de água, sistema de aquecimento solar, a gás e elétrico e sistema de tratamento de ar comprimido, além de um carro próprio adaptado para fazer o recolhimento seguro e reabastecimento de todas as unidades da Unimed Vale do São Francisco, inclusive o Hospital Unimed de Juazeiro”, ressaltou.
Um filipino, de 50 anos, que estava internado em um hospital particular da capital, morreu nesse domingo, dia 18, por complicação da covid-19. Ele era um dos tripulantes do navio cargueiro Shoveler, de bandeira do Chipre, que está retido no Porto do Recife desde o início deste mês.
Ao todo, oito tripulantes do mesmo navio também testaram positivo para a Covid-19. Dois deles contraíram a variante delta e precisaram de internação. Embora o sequenciamento genético não tenha sido feito, a suspeita é que o tripulante que morreu também tenha contraído a mesma variante.
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) autorizou, nesta segunda-feira (19), o início dos testes para a aplicação da terceira dose da vacina Oxford/AstraZeneca utilizada no controle da Covid-19.
O estudo clínico contará com a participação de 10 mil voluntários já imunizados com as duas doses da vacina. A terceira dose deverá ser aplicada após 11 e 13 meses da aplicação da segunda.
Toda a pesquisa será desenvolvida no Brasil, com participantes brasileiros que estão em exposição aumentada ao novo coronavírus, como é o caso de profissionais da saúde. Pessoas com comorbidades e gestantes estão excluídas dos testes.
A seleção de voluntários ocorreu no Rio Grande do Sul, com 3.000 participantes; São Paulo, com 2.500; Bahia, 1.500; Rio de Janeiro, 1.500; e Rio Grande do Norte, 1.500 pessoas selecionadas para o estudo.
A semana começa com flexibilização das medidas restritivas para conter o avanço da Covid-19 em Pernambuco. Começou hoje a nova etapa do Plano de Convivência com o vírus, um dia depois de o estado completar seis meses de imunização, com 19% da população pernambucana plenamente vacinada.
Bares e restaurantes de todo o estado podem voltar com a música ao vivo, desde que seja no esquema voz e violão. As apresentações de bandas continuam proibidas, assim como festas e shows. Além disso, esses estabelecimentos ganharam uma hora a mais no funcionamento nos finais de semana e feriados.
Na macrorregião 1, que engloba o Grande Recife, Zona da Mata e parte do Agreste, bares e restaurantes poderão funcionar até às 23h. Nas demais áreas de Pernambuco, o horário limite é 22h, segundo o decreto em vigor.
Os eventos sociais também foram contemplados. Agora, batizados, aniversários e casamentos e festas de formatura, por exemplo, poderão ocorrer com a presença de até 100 pessoas ou 30% da capacidade do espaço. Antes, só eram permitidos até 50 convidados. As atividades voltam, mas é preciso seguir todos os protocolos sanitários específicos, elaborados em parceria do governo com o setor.
Sem vacinas suficientes, a prefeitura do Recife precisou recuar e agora o agendamento para a segunda dose da vacina contra a Covid-19 da Astrazeneca voltou a ser com intervalo entre 85 e 90 dias. Antes o prazo entre as duas doses era de 60 dias, mas a gestão informou que todas as doses do imunizante com esse intervalo já foram agendadas.
Agora, quem tentar tomar a vacina após completar dois meses da primeira etapa, vai ter que esperar um pouco mais.A mensagem que aparece no site e aplicativo “Conecta Recife”, é que todas as vacinas da Astrazeneca enviadas pelo Ministério da Saúde para a aplicação da segunda dose já foram agendadas. A extensão do prazo vale apenas para quem ainda vai agendar. Para os recifenses que já marcaram a aplicação, não muda nada.
Em nota, a prefeitura disse que o prazo estendido vai ser adotado até que a cidade receba mais doses. A administração municipal também frisou que a medida é temporária e foi tomada para garantir o reforço de quem agendou. Já a aplicação da primeira dose com a Astrazeneca segue normalmente, segundo a prefeitura. A mudança para o intervalo de 60 dias entre as duas doses ocorreu na cidade no dia 6 de julho, conforme orientação do governo de Pernambuco, a fim de acelerar a campanha.
Na última sexta-feira (16), o estado recebeu pouco mais de 184 mil novas doses de vacina da Astrazeneca, que de acordo com a secretaria estadual de saúde, seriam usadas na vacinação de quem ainda não recebeu nenhuma dose. Houve uma expectativa de redução da faixa etária na vacinação, sobretudo no Recife. No entanto, a capital segue vacinando a população geral com mais de 37 anos.