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Miguel e Mendonça reúnem aliados no Recife e falam em tirar Pernambuco do marasmo

O ex-ministro da Educação e pré-candidato a deputado federal Mendonça Filho lotou uma casa de eventos no centro do Recife com aliados políticos de vários bairros da capital pernambucana na noite desta quinta-feira (21). O ato político teve por objetivo apresentar para o grupo de lideranças o pré-candidato a governador Miguel Coelho. O encontro faz parte de uma série de eventos na região metropolitana para fortalecer o nome e dar visibilidade às propostas de Miguel no principal colégio eleitoral do estado.

O ato político foi marcado por posicionamentos firmes sobre as incoerências do PSB e o processo de deterioração socioeconômica de Pernambuco, estado que passou a liderar rankings nacionais de desemprego, violência e miséria. O pré-candidato a governador Miguel Coelho disse que os pernambucanos sofreram nos últimos anos com a falta de uma liderança capaz de enfrentar a crise e de dialogar com parceiros estratégicos como o Governo Federal. Isso, segundo Miguel, penalizou e isolou o estado, fazendo os pernambucanos sofrerem com resultados desastrosos por falta de gestão e articulação.

“O Recife não pode aceitar mais ser a capital da miséria, do desemprego, do pior trânsito e desse marasmo todo que está empurrando a cidade para trás. Eu vejo agora alguns adversários ignorarem o debate sobre Pernambuco e falarem apenas de algum padrinho político ou incentivarem essa polarização. Eu me apresento aqui como alguém que foi capaz de liderar uma grande cidade que hoje é a melhor do Nordeste, que conseguiu buscar os recursos e conversar com todos. Pernambuco não aguenta mais essa falta de liderança, precisamos de alguém que governe priorizando nosso povo e não alguém que só fale de um candidato a presidente e esqueça seu próprio povo”, defendeu o pré-candidato do União Brasil.

Ex-ministro da Educação e último governador antes da hegemonia do PSB, Mendonça Filho reafirmou sua confiança numa mudança urgente liderada por Miguel Coelho. “Eu conheço a transformação que ele promoveu em Petrolina. Miguel tem liderança e luz própria, fez um grande governo e será o governador para tirar Pernambuco desse marasmo”, discursou o pré-candidato a deputado federal para os aliados no Recife.

Agenda – nesta sexta Miguel viaja para o Sertão. O pré-candidato do União Brasil participa de um ato político no município de Tabira. No sábado, Miguel cumpre agenda em Itaíba e Caruaru. No dia seguinte, o ex-prefeito de Petrolina participa da tradicional Missa do Vaqueiro de Serrita.

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Mal-estar com vaias faz Paulo Câmara e João Campos boicotarem evento com Lula

Do Blog do Jamildo

A militância petista não perdoou ainda o voto de Danilo Cabral pelo impeachment de Dilma e as acusações de corrupção do prefeito João Campos contra os petistas nas eleições de 2020 e a sua resistência de não aceitar o PT compondo sua gestão.

Por conta disto, foram ouvidas vaias em Garanhuns ao governador Paulo Câmara, ao prefeito do Recife João Campos e ao candidato a governador do PSB Danilo Cabral.

De acordo com fontes bastante confiáveis do blog de Jamildo, sobre os bastidores da visita de Lula, essas vaias em Garanhuns e Serra Talhada acabaram criando um clima de mal estar considerável entre os dirigentes dos dois partidos.

Ato contínuo, como resposta aos acontecimentos no interior, o governador Paulo Câmara e o prefeito João Campos não compareceram ao ato de Lula com a Cultura hoje pela manhã, no Teatro do Parque. Temeram ser novamente vaiados. Apenas artistas, produtores, Alckimin e próprio Lula tiveram direito a falas.

Neste cenário, o candidato Danilo Cabral foi aconselhado a não falar.

“As rusgas entre os grupos ainda desafiam a relação PSB/PT e o próprio palanque da Frente Popular no Estado. A expectativa passa a ser agora com o ato político no Classic Hall. O clima nos bastidores é de tensão”, afirma uma fonte socialista.

“Uma coisa temos que concordar. O gado petista não é tão gado quanto o bolsonarista. Se o candidato de Bolsonaro fosse Danilo Cabral, com apoio de Paulo Câmara, a turma tava apoiando e chamando de melhor governador”, observou um aliado de Raquel Lyra.

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PT de Lula vai gastar meio bilhão de reais na campanha eleitoral

Informações do Diário do Poder

O aumento do fundão eleitoral aprovado pelo Congresso em 2021, garantiu ao Partido dos Trabalhadores um aumento de 150% no valor de quanto vai levar dos pagadores de impostos este ano, em relação a 2018, para pagar sua campanha. Na eleição anterior, o PT embolsou R$212 milhões do fundão eleitoral, mas, este ano, o valor da tunga vai mais que dobrar para R$499,6 milhões, cerca de meio bilhão de reais, de acordo com o gentil Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Que vergonha.

Inflação partidária

Os R$212 milhões do PT para as campanhas em 2018 representou o segundo maior valor do fundão. Este ano, não chegaria nem aos top 10.

Ótimo negócio

O MDB foi o recordista de dinheiro público para campanhas em 2018: R$231 milhões. Este ano será o terceiro, com R$363 milhões.

Nem na Bolsa

Ex-partido de Bolsonaro, o PSL se uniu ao DEM e virou União Brasil, passou dos R$9 milhões em 2018 para R$776,5 milhões este ano.

E tem mais

Os R$4,9 bilhões do fundão eleitoral se somam ao fundão partidário, outra excrescência, que em 2022 já nos custou R$470 milhões.

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Ajuntamento não é grupo: ato com lula mostra as fissuras entre apoiadores

Durante a passagem de Lula por Pernambuco ficou escancarada a divisão entre apoiadores. Há descontentamento até entre os mais fiéis puxa-sacos do nine. Como sempre acontece, Lula acaba sendo preservado e a culpa recai para outros organismo ou aliados do ex-corrupto.

Como já mostramos, Lula teve que ouvir a sua plateia, grande parte do PT, vaiar Paulo Câmara e Danilo em Garanhuns. Em Serra Talhada a disputa foi entre os grupos que apoiam Danilo e Marilia.

Vazou áudio de assessor convocando a militância para fazer o adesivaço pró candidato da Frente Popular, uma vez que estava perdendo espaço para o movimento de apoio a neta de Arraes justamente dentro do evento promovido pela prefeitura.

O assessor da prefeita Márcia Conrado, César Caíque, só faltou pedir pelo o amor de Deus:

 

Quem estava tirando o sono de Caíque era o time de João Duque Filho, o  ex-diretor da 19ª Ciretran em Serra Talhada e apoiador de Carlos Evandro e Sebastião Oliveira. Duquinho foi flagrado adesivando pessoas com material de Marília Arraes:

Outro que mostrou insatisfação foi ortopedista Marcos Heridjanio, que é de Petrolina, mas já apareceu por aqui fazendo críticas duras, muitas de cunho pessoal, ao vereador Vandinho. Ele teve dificuldades para chegar até Lula e não poupou criticas a organismo ligados historicamente a Lula e ao PT:

 

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Miguel recebe apoio do ex-prefeito Lucrécio Gomes e amplia palanque em Escada

O pré-candidato a governador Miguel Coelho formalizou o apoio de mais uma liderança no município de Escada. Nesta quinta-feira (21), o ex-prefeito Lucrécio Gomes decidiu se unir à oposição pela mudança em Pernambuco. A decisão foi sacramentada em uma reunião no Recife, que foi acompanhada também pelo prefeito de Palmares, Júnior de Beto.

Lucrécio Gomes conversou com Miguel sobre as ações que Escada necessita em infraestrutura, educação e saúde. “Estou muito confiante na mudança. Nosso povo está sofrido e Miguel Coelho já provou que é capaz de fazer grandes transformações. Ele mudou Petrolina e vai fazer Pernambuco também voltar a ser um lugar melhor para nossa gente”, afirmou Lucrécio.

Em Escada, Miguel já conta com o apoio do pré-candidato a deputado Rinaldo “Cara Véia” entre outras lideranças. A adesão de Lucrécio amplia as bases no município do pré-candidato a governador. “Estamos num processo de ouvir todas essas lideranças sobre as dificuldades de cada região. A partir do crescimento dessa aliança vamos aprofundar os debates e também o nosso programa de governo para mostrar ao povo de Escada e de todo Pernambuco que nosso estado pode sim sair dessa situação de retrocesso e ter um futuro que condiz com nossa história”, destacou Miguel.

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Palanque de Miguel Coelho recebe adesão do vice-prefeito de Itaíba e vereadores de quatro municípios

As pré-candidaturas de Miguel Coelho e Alessandra Vieira ao governo e vice de Pernambuco ganharam novos apoios importantes. Nesta segunda-feira (18), o vice-prefeito de Itaíba, Valdo do Pipa, foi até o Recife para formalizar sua adesão ao palanque do pré-candidato do União Brasil.

Miguel também recebeu apoio de vereadores de quatro cidades. Vandilson Barbeiro (PSD), que está no primeiro mandato em Riacho das Almas, e Eder da Saúde (UB), vice-presidente da Câmara Municipal de Vereadores de Vertentes, se uniram à oposição com Miguel. Dois outros apoios oficializados foram o vereador Irmão Fal (MDB), da cidade do Paulista, e o vereador Militão Filho (PSB), de Ribeirão.

Mais anúncios de apoios são aguardados para esta semana. O palanque do pré-candidato a governador pelo União Brasil já conta com mais de 80 prefeitos e ex-prefeitos, além de um exército com mais de 250 vereadores de várias siglas partidárias.

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Miguel se apresenta aos pernambucanos em nova peça de campanha

Em peça divulgada, hoje, em suas redes sociais, o pré-candidato do União Brasil ao Governo de Pernambuco, Miguel Coelho, se apresentou aos pernambucanos. Em seu discurso, o ex-prefeito de Petrolina diz que se apresenta “com a experiência de quem sabe como fazer e está pronto para liderar a mudança que os pernambucanos precisam”. Confira:

 

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Governo de Pernambuco vai gastar R$11 milhões em sal de cozinha, diz deputado

O deputado estadual Romero Albuquerque divulgou que  “sem se preocupar com o impacto no orçamento, o Governo de Pernambuco pretende gastar R$11 milhões em cloreto de sódio, o sal de cozinha”.

Ainda segundo o deputado o aviso do processo licitatório foi publicado no Diário Oficial desta quinta-feira (14) e o prazo para a entrega das propostas é até o próximo dia 26.

De acordo com a publicação, a compra tem como objetivo atender às demandas dos órgãos da Administração Direta, Autarquias e Fundações Públicas integrantes do Poder Executivo. Romero diz que encaminhou ao Governo do Estado um pedido de informação cobrando esclarecimentos a respeito da compra.

“O Estado está gastando R$11 milhões em sal sem especificar para onde vai, apenas informando, no próprio aviso de licitação, que vai para todo mundo. É muito dinheiro em si, então é necessário informar ao cidadão a quantidade que vai para cada órgão, para atender a que demanda, enfim… O governo estadual deve uma explicação”, diz Romero.

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Gonzaga Patriota acredita em 2 turno com Danilo e Anderson

O Deputado Federal Gonzaga Patriota (PSB) voltou a apostar, em entrevista na Rádio Pajeú, que a candidata do Progressistas, Marília Arraes, ficará em último ou penúltimo quando a eleição pegar pra valer.

E disse mais: para ele, o segundo turno  será entre Danilo Cabral e Anderson Ferreira. “Quando os mais de cem prefeitos caírem em campo, mais o governador Paulo Câmara e Lula Danilo chega ao segundo turno”, destacou Gonzaga. Ele acrescentou que Anderson será também puxado pelo bolsonarismo para o segundo turno. “Pra mim o segundo turno será entre Danilo e Anderson”.

Sobre sua reeleição, ele disse que não repetirá a votação de 2018, com mais de 80 mil votos. Ele disse que perdeu apoios como no Pajeú, com Tânia Maria e José Vanderley passando a apoiar Pedro Campos e a ida de estaduais parceiros para disputa a federal, como Lucas Ramos e Clodoaldo Magalhães. “Devo ter mais de 60 mil votos”.

Gonzaga também afirmou não acreditar em golpe contra a democracia. “Os militares não vão embarcar nessa”. Também falou de emendas para o Pajeú e Afogados da Ingazeira. No município ele é aliado do ex-prefeito Totonho Valadares e tem boa relação com Sandrinho e Daniel Valadares. Voltou a defender  seu voto pelo impeachment de Dilma. “Não impichei ninguém. A Câmara com 72% dos Deputados autorizou o processo no Senado”.

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Vitória de Bolsonaro: Câmara aprova PEC das Bondades em segundo turno

A Câmara dos Deputados concluiu, na noite desta quarta-feira, 13, a votação da PEC das Bondades, que cria e turbina benefícios sociais a menos de três meses da eleição presidencial. Além da aprovação em segundo turno por 469 votos favoráveis e 17 contrários, os parlamentares rejeitaram todos os destaques – dois deles propunham retirar o estado de emergência da proposta e tornar permanente os R$ 600 mensais do Auxílio Brasil – e mantiveram o texto-base que já havia sido aprovado no Senado. Com isso, está aprovada o drible na lei eleitoral, que veda a criação ou ampliação de programas em ano de eleição, exceto em casos de emergência ou calamidade, e dá ao governo Bolsonaro a permissão para colocar de pé um pacote social de R$ 41,25 bilhões. Agora, a matéria segue para a promulgação.

Entre os principais pontos da proposta, está a criação de dois novos programas de transferência de renda. O primeiro deles é o “Pix Caminhoneiro“, destinado a transportadores autônomos, um auxílio mensal de R$ 1 mil para trabalhadores da categoria com cadastro na ANTT até 30 de maio. A proposta pretende compensar os recentes aumentos do diesel. O segundo benefício mira os taxistas. A cesta de benefícios aprovados também prevê valor extra nos pagamentos de outros dois programas mensais já existentes: o Auxílio Brasil (que passará de R$ 400 para R$ 600) e o Vale Gás (R$ 53). Todos os benefícios são temporários e só irão vigorar até o final deste ano – por isso, parlamentares independentes e de oposição afirmam que a proposta tem um caráter eleitoreiro, cujo objetivo seria comprar o voto do beneficiário.

Para agilizar a votação e garantir o início do pagamento do pacote de bondades, a tramitação foi marcada por uma série de manobras da cúpula da Câmara dos Deputados. Inicialmente, a PEC das Bondades foi apensada à PEC dos Combustíveis, que determina estímulos tributários aos biocombustíveis, como o etanol. A estratégia foi utilizada para evitar que a proposta aprovada nesta quarta-feira, 13, precisasse cumprir o rito completo na Casa – além da análise da constitucionalidade na Comissão de Constituição e Justiça, o texto precisaria ser analisado por uma comissão especial. Na manhã desta quarta, o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), autorizou o registro de presença pelo sistema remoto, o que ampliou o quórum e viabilizou uma margem segura para aprovação da matéria e a rejeição dos destaques, algo que era preconizado pelo Palácio do Planalto.