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Operação policial incinera grande plantio de maconha em Inajá, PE

Policiais Militares da 4ª CIPM erradicaram um plantio com cerca de 30 mil pés de maconha na zona rural de Inajá, Sertão de Pernambuco, no sábado (07/09). A operação foi realizada após uma denúncia anônima que levou o efetivo a uma roça no Sítio Lagoa Grande, onde além da plantação, foram apreendidas uma espingarda calibre 12 e sete munições intactas.

Três homens que estavam no local fugiram ao perceber a chegada da polícia, mas um deles foi capturado. A droga foi incinerada no próprio plantio, com exceção de dois pés que foram preservados para apresentação na delegacia, junto com o suspeito detido e a arma apreendida.

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Polícia Federal apura desvios em contratos públicos no Sertão pernambucano

A Polícia Federal, em conjunto com a Controladoria-Geral da União (CGU), deflagrou nesta terça-feira (10) a Operação Mãos Fechadas, com o objetivo de investigar fraudes em licitações e contratos na administração pública de municípios do Sertão de Pernambuco. As suspeitas envolvem agentes públicos, servidores e empresários, que teriam se beneficiado indevidamente com contratações municipais.

Foram cumpridos 12 mandados de busca e apreensão nas cidades de Ipubi e Bodocó. Além disso, medidas como afastamento parcial de funções públicas, quebra de sigilos bancário e fiscal, e o impedimento de contratos com a prefeitura foram aplicadas. As investigações, que começaram em 2021, abrangem contratos firmados entre 2017 e 2023, totalizando cerca de R$ 12 milhões.

A operação empregou 50 policiais federais e três auditores da CGU. A escolha do nome “Mãos Fechadas” faz referência à retenção ilícita de recursos públicos, em alusão ao desvio de verbas destinadas ao fornecimento de alimentos, materiais de limpeza e de escritório para a prefeitura. As penas para os crimes investigados podem ultrapassar 42 anos de reclusão.

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Silvio Almeida teria passado a mão entre as pernas de Anielle em reunião

A ministra da Igualdade Racial, Anielle Franco, relatou a colegas do governo que foi vítima de assédio sexual pelo ministro dos Direitos Humanos, Silvio Almeida, durante uma reunião em maio de 2023. Segundo ela, Almeida teria passado a mão entre suas pernas por baixo da mesa enquanto ambos participavam de um encontro sobre combate ao racismo, em Brasília. A ministra teria encerrado a reunião visivelmente desconfortável.

Nesta sexta-feira (6/9), a Polícia Federal abriu um inquérito para investigar as denúncias de assédio, que incluem outras mulheres além de Anielle. O movimento Me Too confirmou ter recebido as denúncias, mas não divulgou os nomes das vítimas. Silvio Almeida negou as acusações em um vídeo, alegando perseguição, e o Palácio do Planalto já reconheceu a gravidade do caso.

No governo, há uma avaliação de que a situação de Almeida se tornou insustentável, e ele pode ser afastado do cargo. Anielle Franco ainda não se manifestou publicamente, mas há expectativa de que confirme as acusações ao presidente Lula.