Estados sob comando de governadores da esquerda renovaram a posição no topo do ranking da letalidade policial, segundo a mais recente edição do Anuário Brasileiro de Segurança Pública (2026, com dados de 2025).
O Amapá, governado por Clécio Luís (à época do Solidariedade, agora no União Brasil), tem a pior taxa de mortes pelas polícias do país: 17,1 para cada 100 mil habitantes. O índice se manteve estável em relação à edição anterior do levantamento.
Logo atrás está a Bahia, comandada por Jerônimo Rodrigues e sob domínio do PT no Executivo estadual há quase 20 anos, com taxa de 10,6.
Sergipe, do governador Fábio Mitidieri (PSD), subiu no ranking e aparece em terceiro lugar, com índice de 8,4. Na edição anterior, a taxa estava em 6,3.
O Pará trocou de posição com Sergipe e aparece na sequência, com 7,3. A direita surge apenas na quinta colocação, com a polícia de Goiás, que tem índice de 4,9.
Todos os estados destacados no ranking apresentam índices superiores à média nacional, de 3,1 — número que piorou em relação ao ano anterior, quando estava em 2,9.
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