O Sindicato dos Servidores em Educação de Serra Talhada (SINTEST) e a Associação dos Professores de Serra Talhada (Aprost) divulgaram nota conjunta contrária à tentativa do Município de fracionar os valores do precatório do Fundef em duas contas separadas. Segundo as entidades, a medida não tem justificativa técnica e não contribui para transparência, celeridade ou correta distribuição dos recursos aos beneficiários.
As entidades ressaltam que o pagamento do precatório é um direito que se arrasta há quase vinte anos, atingindo servidores da ativa, aposentados e pensionistas que dedicaram a vida à educação municipal. Também destacam que houve novo atraso no processo em razão de manifestação apresentada pelo Município após a última decisão judicial.
No documento, SINTEST e Aprost afirmam que os juros integram o valor principal do precatório e fazem parte do direito reconhecido pela Justiça. As entidades pedem que não haja novos entraves e defendem o respeito às decisões judiciais e aos direitos dos servidores que aguardam há décadas pelo recebimento dos valores.
