Este número para praticamente a metade no ano passado, mas a coordenadora, Edilene Pádua, defendeu esses dados não querem dizer que não exista a demanda de jovens viciados, mas que, devido a pandemia, o poder público não conseguiu chegar a eles devido ao isolamento.
O assistente social Maicon, que faz parte da equipe do Caud, avaliou que a pandemia aumentou mais a ansiedade dos jovens e que isso seria um incentivador para o aumento do consumo de drogas entre estes adolescentes.
Ainda segundo dados do Caud Serra Talhada, a maioria do jovens são oriundos de áreas periféricas da cidade, como Vila Bela, Mutirão, Bom Jesus, Borborema e Cohab. Nos últimos 10 anos a média de atendimentos anuais de jovens dentro da faixa etária citada, ficou entre 40 e 45 meninos atendidos. 80% destes completaram a maioridade no ano passado.